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segunda-feira, novembro 24, 2014

Vírus espiona governos e empresas de 10 países desde 2008

By on 24.11.14
Um rebuscado vírus espionou computadores ao redor do mundo desde 2008 sem ser descoberto. A informação foi publicada em um relatório da empresa de segurança Symantec, desenvolvedora do antivírus Norton.
O malware é conhecido como Regin e é descrito pela empresa como “uma avançada ferramenta de espionagem, com um desenvolvimento técnico raramente visto”.
O Regin teria sido usado por anos para espionar empresas, governos, operações de infraestrutura, negócios e pesquisas. De acordo com a Symantec, ele está em atividade desde 2008 e nunca havia sido detectado.
O grau de sofisticação do Regin sugere que ele tenha demorado meses ou anos para ser desenvolvido. O desenvolvimento fez com que o malware seja capaz de apagar seus rastros, o que dificultou muito a sua descoberta.
“Suas capacidades e seu grau de recursos indicam que o Regin é uma das maiores ferramentas de ciberespionagem usadas por uma nação”, escreve a Symantec em um post em seu blog. A empresa, no entanto, não diz qual poderia ser o país desenvolvedor do malware.
O vírus foi analisado em um trabalho publicado pela Symantec. “O principal propósito do Regin é coletar informações e foi usado para juntar dados de organizações governamentais”, escreve a empresa.
O vírus, que data de 2008, desapareceu abruptamente em 2011. No ano passado, porém, ele reapareceu em uma nova versão.
A Symantec diz que ainda não conseguiu decifrar o Regin por completo. Pode ser que o vírus tenha funcionalidades que a empresa ainda não foi capaz de entender.
O vírus atingiu principalmente pessoas comuns e pequenos negócios (foram 48% das infecções). Em seguido estão infraestruturas de telecomunicações (com 28%). Nelas entram tanto estruturas de internet, como de telefonia ou outras áreas. Em seguidas estão hospitais (com 9%), organizações de energia (5%), empresas e órgão que lidam com transporte aéreo (5%) e centros de pesquisa (5%).
O país com maior número de infecções é a Rússia, com 28%. Em seguida está a Arábia Saudita (com 45%) e Irlanda e México com 9% cada um. Os outros são países do Oriente Médio e Europa. O Brasil não figura entre os países com contaminação.

Da Exame 

um avançado software malicioso, que vinha sendo usado desde 2008 para espionar companhias privadas, governos, institutos de pesquisa e indivíduos em 10 países, foi descoberto disse a desenvolvedora de software Symantec em relatório no domingo.
A desenvolvedora dos antivírus Norton disse que sua pesquisa mostrou que provavelmente um Estado-Nação desenvolveu o malware chamado de Regin, ou Backdoor.Regin.

A Symantec disse que o design do Regin "o torna muito adequado a operações persistentes e de longo prazo de vigilância contra alvos", e que ele saiu de circulação em 2011 mas que ressurgiu a partir de 2013. 

O malware usa diversos recursos de "camuflagem" e "até mesmo quando sua presença é detectada, é muito difícil definir o que ele está fazendo", segundo a Symantec. A companhia disse que "muitos componentes do Regin continuam escondidos e mais funcionalidades e versões podem existir".

Quase a metade de todas as infecções ocorreram em provedores de Internet, segundo o relatório, que mostrou também que os alvos eram clientes das companhias em vez das próprias empresas. Cerca de 28 por cento dos alvos eram da área de telecomunicações enquanto que outras vítimas eram dos setores de energia, companhias aéreas e pesquisa, disse a Symantec.

A Symantec disse que metade das infecções confirmadas pelo malware Regin aconteceram na Rússia e na Arábia Saudita, enquanto outros países são o México, Irlanda, Índia, Irã, Afeganistão, Bélgica, Áustria e Paquistão.

Do Terra

segunda-feira, novembro 10, 2014

MH370: Presidente da Emirates desconfia que avião não caiu no Índico

By on 10.11.14
O Presidente da Emirates Airlines,  Tim Clark, afirmou , em entrevista ao «Der Spiegel», que o voo MH370 da Malaysia Airlines  estava sob controlo até ao fim da viagem e que não deve estar no oceano Índico, ao contrário do que defendem os investigadores. 

«O MH370 estava, na minha opinião, sob controlo provavelmente até ao último momento», afirmou.

Segundo as autoridades responsáveis pela investigação, o aparelho estava em piloto automático até ter ficado sem combustível e ter caído no oceano Índico. Mas o líder da Emirates não é da mesma opinião e explicou porquê.

«A nossa experiência diz-nos que, no que se refere a acidentes no mar, que onde o aparelho cai há sempre qualquer vestígio. Ainda não vimos uma única coisa que sugerisse categoricamente que o aparelho está onde dizem que está, tirando a análise dos satélites, que eu questiono», justificou.

O avião que desapareceu misteriosamente foi um Boeing 777 e a Emirates tem 127 aparelhos deste modelo, mais do que qualquer outra companhia aérea.  Tim Clark suspeita que ninguém sabe exatamente onde é que o avião foi parar.

«Não houve um único acidente no mar na história da aviação civil – tirando o caso da Amelia Earhart em 1939 – que não tivesse sido localizado, pelo menos 5 a 10% dos destroços. Mas o MH370 simplesmente desapareceu. Para mim, isso cria um elevado grau de suspeição», afirmou.

Para Clark, é necessário mais transparência por parte dos investigadores e das autoridades responsáveis.  «Estou totalmente insatisfeito com o que que tem sido informado sobre o incidente. Há muita informação que precisamos que seja mais transparente e honesta», referiu.

O líder da companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos teme que o incidente seja esquecido sem que se saibam as razões do desaparecimento do aparelho. Por isso, Clark deixou um apelo:  «Não podemos deixar que isso aconteça. Temos de saber o que levou ao desaparecimento do avião».

No início desta semana, o departamento de Segurança dos Transportes da Austrália revelou que o último relatório oficial sugere que o voo da Malaysia Airlines tenha caído no Índico depois de ter ficado sem combustível.

O voo MH370 descolou de Kuala Lumpur na madrugada de 8 de março com 239 pessoas a bordo e tinha previsto chegar a Pequim seis horas mais tarde, mas desapareceu subitamente dos radares cerca de 40 minutos depois de partir.  
 
Do: tvi24


domingo, novembro 09, 2014

GUERRA TOTAL DOS EUA CONTRA OS BRICS

By on 9.11.14
http://2.bp.blogspot.com/-NbdwSF54zKI/VFrfuyATJ0I/AAAAAAAA3pU/eZZrfPHcMjA/s400/BRICS-2014--Russia%2BToday2.jpgApertem os cintos, a guerra de informação já desencadeada contra a Rússia deve expandir-se para Brasil, Índia e China.
"Brasil, Rússia, Índia e China, como o mundo inteiro sabe, são os quatro principais países do grupo BRICS de potências emergentes, que também inclui a África do Sul e, em futuro próximo, incorporará também outras nações do Sul Global. Os BRICS perturbam imensamente Washington – e sua Think-Tank-elândia – porque são a corporificação do impulso concertado do Sul Global rumo a um mundo multipolar.

Podem-se apostar garrafas de champanhe crimeano que a resposta dos EUA a esse processo deve ser alguma espécie de guerra total de informação – não muito diferente, em espírito, do “Conhecimento Total de Informação” [orig. Total Information Awareness (TIA)], elemento central da Doutrina da Dominação de Pleno Espectro, do Pentágono. Os BRICS são vistos como importante ameaça –, e conseguir contratorpedeá-los implica dominar toda a grade informacional.

Vladimir Davydov, diretor do Instituto de América Latina da Academia de Ciências da Rússia, acertou o olho do alvo quando observou que:

(...) "a situação atual mostra que há tentativas para suprimir não só a Rússia, mas também os BRICS, dado que o papel global daquela associação só faz crescer".

A demonização da Rússia escalou rapidamente nos EUA, das sanções relacionadas à Ucrânia, para Putin o “novo Hitler” e a ressurreição do bicho-papão bem testado ao longo da Guerra Fria, tipo “Os Russos estão chegando”.


Dilma Rousseff

No caso do Brasil a guerra de informação já começou antes da reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Assim como Wall Street e suas elites compradoras locais faziam de tudo para bombardear o que definem como economia “estatista”, Dilma foi também pessoalmente demonizada.

Passos não inimagináveis para futuro próximo talvez incluam sanções contra a China, por causa de sua posição “agressiva” no Mar do Sul da China, ou Hong Kong, ou Tibet; sanções contra a Índia por causa do Kashmir; sanções contra o Brasil por causa de violações de direitos humanos ou excesso de desflorestamento. Seletos diplomatas indianos, lamentam, 'off the record', que o primeiro dos BRICS a ser afivelado sob pressão será a Índia.

Dado que os BRICS são tijolos realmente chaves na construção de um sistema global de relações internacionais e um sistema financeiro mais inclusivo – e não há outros no mercado – eles que, pelo menos, mantenham-se bem alertas. Se não, cada um deles será abatido, um depois do outro.

Georgy Toloraya, diretor executivo da Comissão Nacional Russa de Pesquisa sobre os BRICS, lembra que hoje, pelo menos, há “mais e mais comunicação acontecendo pelos canais BRICS.

Os brasileiros, por exemplo, estão particularmente interessados em cooperação de investimentos. O Banco de Desenvolvimento dos BRICS será realidade já em 2015. E uma equipe russa está preparando relatório detalhado sobre perspectivas futuras para cooperação entre os BRICS, para ser discutido em Pequim, em profundidade, durante uma semana, enquanto acontece a reunião de cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico [orig., Asia-Pacific Economic Cooperation, APEC].

Da guerra de energia à guerra da moeda

O novo choque do petróleo dos sauditas – que, no mínimo, recebeu luz verde do governo Obama – combina perfeitamente com o padrão “Conhecimento Total de Informação” (TIA), em termos de ofensiva contra os BRICS, com dois deles no papel de alvos chaves: Rússia e Brasil.


O preço do petróleo é a questão

Mais de 50% do orçamento da Rússia vem da venda de petróleo e gás. Cada redução de US$ 10 no preço do barril de petróleo significa que a Rússia deixa de receber coisa como US$ 14,6 bilhões por ano. Pode ser, de certo modo, compensado pela desvalorização do rublo – mais de 25% contra o dólar norte-americano, desde o início de 2014. E a Rússia, claro, ainda tem cerca de US$ 450 bilhões em reservas. Mesmo assim, a economia russa pode crescer só de 0,5 a 2% em 2015.

Com a redução de US$ 1 nos preços do petróleo cru, a maior empresa brasileira, Petrobras, perde mais de US$ 900 milhões. Aos preços atuais do petróleo, a Petrobras estará perdendo em torno de US$ 14 bilhões por ano. A queda dos preços portanto mina a expansão de longo prazo da Petrobrás para financiar novos projetos de infraestrutura e de exploração conectados aos seus valiosos depósitos de petróleo do pré-sal. A Petrobras foi alvo preferencial [por Marina e Aécio] para a demonização de Rousseff.

O Irã não é membro dos BRICS, mas partilha o impulso do grupo com vistas a um mundo multipolar. Para equilibrar o próprio orçamento, o Irã precisa de petróleo a US$ 136 o barril. Um acordo nuclear a ser firmado com o P5+1 em três semanas, dia 24/11/2014, pode levar a um alívio nas sanções – pelo menos as vindas da Europa – e permitir que o Irã melhore suas exportações de petróleo. Mas em Teerã não há ilusões sobre o quanto a manipulação dos preços foi cerebrada para desestabilizar ainda mais a economia iraniana e minar sua posição nas negociações nucleares.


Acordo nuclear Irã e P5+1

No front econômico, a doutrina do “Conhecimento Total de Informação” [orig. Total Information Awareness (TIA)] manifesta-se em o FED pôr fim ao "quantitative easing", QE [injeção de dólares recém-impressos na economia, lit. “facilitação quantitativa” ou “alívio quantitativo”]: significa que o dólar dos EUA continuará a subir e mais dólares dos EUA deixarão os mercados emergentes. A rede chinesa Xinhua expôs e discutiu seriamente essa questão.

O dólar norte-americano e o Yuan estão efetivamente ligados. Quando o dólar norte-americano sobe, o Yuan também sobe. Mas é a economia chinesa que sofre. O que preocupa Pequim é que é possível que a manufatura chinesa torne-se excessivamente cara em muitíssimos países nos quais as margens de lucro já são muito estreitas.

Portanto, o que com certeza acontecerá é o Banco Central da China determinar uma queda controlada do Yuan – e ao mesmo tempo desenvolver mecanismos para combater a saída de dinheiro quente, sobretudo para Hong Kong.

A China pode até ser relativamente imune ao fim do QE. Mas todos na Ásia lembram ainda muito bem da crise financeira de 1997, que respingou na Rússia em 1998. Os únicos beneficiados então foram – e quem seriam?! – os interesses privados norte-americanos e a hegemonia de Washington.

O centro não se mantém coeso [orig. The center cannot hold]

A demonização dos BRICS, em graus diferentes, prossegue sem parar – com o foco central na Rússia, a qual, por falar dela, iniciará a IIIª Guerra Mundial. Por quê? Porque os EUA dizem que sim.

A adesão de outros países do Sul-Global fortalece os BRICS

A mais recente ação envolve o Serviço de Inteligência da Defesa Dinamarquesa [orig. Danish Defense Intelligence Service (DDIS)], que noticiou, semana passada, que a Rússia simulara um ataque com jatos e mísseis sobre a ilha de Bornholm em junho/2014.

DDIS não distribuiu qualquer detalhe concreto sobre o ataque simulado. Mas enfatizou que foi o maior exercício militar russo sobre o Mar Báltico desce 1991. DDIS distribuiu um documento “Avaliação de Risco 2014” [orig. Risk Assessment 2014], no qual prevê que:

(...) "ao longo dos próximos poucos anos, a situação no leste da Ucrânia tem alta probabilidade de converter-se em novo conflito europeu frio".

Mas os dinamarqueses foram muito claros:

"Não há indicações de que a Rússia constitua crescente ameaça militar direta ao território dinamarquês".

Nada disso impediu que os chefes militares norte-americanos de sempre se pusessem a repetir que a Rússia se prepara para iniciar a IIIª Guerra Mundial.

Immanuel Wallerstein

Não há absolutamente nenhuma prova de que Washington esteja preparada sequer para discutir a possibilidade de modificar o atual sistema-mundo, como teorizado por Immanuel Wallerstein, na busca por gestão mais democrática. A próxima reunião do G20 na Austrália, mais uma vez, deixará isso bem claro.

O que se vê, portanto, é o sistema, cada dia mais fragmentado, deslizando inexoravelmente rumo a um catastrófico ponto de ruptura. O “Conhecimento Total de Informação” [orig.Total Information Awareness (TIA)] e suas reviravoltas e circunvoluções não passam de “estratégia” desesperada para adiar uma decadência inevitável.

No fim, Wallerstein estava certo. O mundo do pós-Guerra Fria está condenado a permanecer imensamente volátil".

FONTE: escrito por [*]Pepe Escobar, no "Rússia Today", com o título original “It’s now total war against the BRICS”. Traduzido pelo "pessoal da Vila Vudu" e postado por Castor Filho no seu blog "Redecastorphoto"  (http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2014/11/pepe-escobar-agora-e-guerra-total.html)

O autor: 
[*] Pepe Escobar (1954) é jornalista, brasileiro, vive em São Paulo, Hong Kong e Paris, mas publica exclusivamente em inglês. Mantém coluna (The Roving Eye) no Asia Times Online; é também analista de política de blogs e sites como: Tom Dispatch, Information Clearing House, Red Voltaire e outros; é correspondente/ articulista das redes Russia Today, The Real News Network Televison e Al-Jazeera. Seus artigos podem ser lidos, traduzidos para o português pelo Coletivo de Tradutores da Vila Vudu e João Aroldo, no blog redecastorphoto. Livros: − Globalistan: How the Globalized World is Dissolving into Liquid War, Nimble Books, 2007. − Red Zone Blues: A Snapshot of Baghdad During the Surge, Nimble Books, 2007.  − Obama Does Globalistan, Nimble Books, 2009. − Seu novo livro, Empire of Chaos, será publicado em novembro/2014 pela Nimble Books.

NOVO FOGUETE BRASILEIRO LANÇARÁ SATÉLITES EUROPEUS

By on 9.11.14
Sueca SSC vai construir base em Alcântara e na Suécia para lançar o VLM

Por Virgínia Silveira, de Gothenburg e Satenäs (Suécia), para o jornal "Valor"

"A SSC (Swedish Space Corporation) vai construir dois centros de lançamento para o foguete brasileiro VLM (Veículo Lançador de Satélites), em Alcântara, no Maranhão, e no Centro Espacial de Esrange, na Suécia. O primeiro passo para viabilizar o plano é assinatura de um acordo de parceria com o DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), que coordena o desenvolvimento do foguete. A assinatura deve ocorrer em dezembro.

O acordo, segundo o diretor do DCTA, Brigadeiro do Ar Alvani Adão da Silva, prevê o intercâmbio de informações e de recursos humanos na área de desenvolvimento e de operações de lançamento, assim como de tecnologias de propulsão espacial e de propelentes ecológicos, entre outros projetos. A parceria, ainda segundo o brigadeiro, é desdobramento de um acordo especial assinado entre as Agências Espaciais do Brasil (AEB) e da Suécia (SNSB), em fevereiro.

A responsável pela área de tecnologia da SSC, Anna Rathsman, disse planejar utilizar o VLM para o lançamento de micro e nanossatélites para o mercado europeu. A executiva afirmou que não tem uma projeção do mercado global para veículos na categoria do VLM, mas que uma estimativa inicial feita pela SSC prevê o lançamento de, pelo menos, dois foguetes por ano do Centro de Esrange.

Segundo o "Valor" apurou, por apresentar baixo custo de produção e de complexidade técnica, além de ciclo de desenvolvimento rápido, o VLM tem mercado potencial superior a dez lançamentos por ano.

O diretor do DCTA disse que a SSC já definiu o local para a construção do sítio de lançamento em Esrange (Suécia). "Estudos já feitos por especialistas indicam a existência de um mercado promissor para o VLM, tendo em vista que não existe nenhum outro foguete dedicado para atender a essa faixa de mercado (lançamento de cargas úteis de 120 a 150 quilos)", afirmou.

Os concorrentes do VLM são foguetes de grande porte, que levam pequenos satélites de carona. O VLM teria um custo de lançamento baixo, inferior a US$ 10 milhões. Seu desenvolvimento é feito pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), órgão de pesquisa e desenvolvimento do DCTA (da FAB), em parceria com o Centro Aeroespacial Alemão (DLR), que financia parte do projeto, avaliado em R$ 100 milhões.

O próximo passo do projeto do VLM é a contratação da fabricação da parte estrutural do motor foguete, o S50. A empresa "Cenic" já concluiu o projeto de desenvolvimento do motor. Feito em fibra de carbono, o S50 será o maior motor foguete já construído pelo IAE. A Avibras fez o estudo de viabilidade de carregamento do motor com propelente (combustível).

O DLR já utiliza o foguete brasileiro suborbital VS-40 para o experimento científico Shefex, considerado o principal programa espacial da Alemanha.
 
De acordo com o DCTA, os alemães querem utilizar o foguete VLM para o lançamento do experimento Shefex 3 (da sigla em inglês "Sharp Edge Flight Experiment"), que irá testar o comportamento de novos materiais e tipos de proteção térmica necessários para o desenvolvimento de tecnologia de voos hipersônicos e de veículos lançadores reutilizáveis.

O vice-diretor do IAE, coronel aviador Avandelino Santana Júnior, disse que o teste de qualificação em voo do VLM deverá acontecer em dois anos. A fabricação do foguete será feita pelo setor espacial brasileiro. Ele afirmou que o VLM é um foguete configurado para lançar micro e nanossatélites de sensoriamento remoto, experimentos científicos e com aplicação meteorológica em baixa altitude.

A SSC já mantinha um relacionamento próximo ao DCTA desde 2005, por meio da utilização dos foguetes de sondagem suborbital VSB-30 (desenvolvidos pelo IAE), que fazem o lançamento de cargas científicas e tecnológicas em ambiente de microgravidade.



Lançamento de VSB-30

Com faturamento de 524 milhões de coroas suecas (cerca de US$ 71 milhões) por ano e mais de 600 funcionários, a SSC fornece serviços de gestão de satélite e de lançamento de foguetes e balões, além do desenvolver subsistemas para aplicações aeroespaciais".

FONTE: escrito por Virgínia Silveira, de Gothenburg e Satenäs (Suécia), para o jornal "Valor". Transcrito no portal da FAB  (http://www.fab.mil.br/notimp#n81623). [Imagens obtidas no google e adicionadas por 'democracia&política'].

sábado, novembro 08, 2014

Sea Gripen a caminho?

By on 8.11.14

Os caças suecos Gripen mostraram ser melhores do que os franceses Rafale e do que os americanos F/A-18 Super Hornet. Esta foi a conclusão a que as autoridades do Brasil chegaram, tendo assinado um acordo de aquisição de 36 caças com o consórcio sueco Saab. O valor do contrato foi de 5,4 bilhões de dólares.

Além disso, o Brasil pediu à Suécia para construir para a sua marinha a versão naval do Sea Gripen. Tenciona-se equipar com eles o porta-aviões São Paulo. Mas a parte do negócio mais atraente para o Brasil é o compromisso da Suécia de transmitir a tecnologia de produção de caças.
Durante 10 anos, especialistas suecos e brasileiros irão fabricar no território do Brasil aviões de guerra modernos. A Argentina também está interessada nesse projeto. Segundo o portal de informação Defence Aerospace, Agustin Rossi, ministro da Defesa da Argentina, deu indicação de começar conversações com o Brasil sobre a aquisição de 24 Gripen de montagem brasileira.
Peritos da prestigiosa edição britânica Jane’s, que se especializa em temas militares, consideram que, agora, os suecos podem dar início à luta pelo mercado de armamentos da Índia. E tentarão convencer a direção militar da Índia da superioridade dos seus Gripen em comparação com os franceses Rafale.
A simplicidade e facilidade de manutenção dos seus caças é o mais forte argumento dos suecos. Segundo dados de peritos independentes, o avião sueco exige de 3 a 5 horas de trabalho de manutenção por cada hora de voo. Isso significa que 6-10 técnicos precisarão apenas de meia hora para preparar o caça para um novo voo. Segundo esses indicadores, o Gripen fica significativamente à frente dos seus concorrentes europeus. Por exemplo, depois de uma hora de voo, a manutenção do francês Rafale exige 15 horas de trabalho. O americano Lightening II quer 30-35. Em conformidade com os cálculos da Jane's, o valor operacional do Gripen é de 4 700 dólares por hora, enquanto que o do Rafale é de 15 mil dólares.
O modelo naval Sea Gripen é também bastante atraente. O comando militar indiano planeia que o porta-aviões INS Vikrant, que está a ser construído, terá, além dos Mig-29 que já estão ao serviço da Marinha da Índia, caças leves de bordo Naval Tejas. Mas os peritos duvidam que esses aviões estejam prontos até 2018, quando o porta-aviões passar a fazer parte da Marinha de Guerra do país. Por isso existe a probabilidade de, no lugar dos Tejas, a Marinha indiana possa adquirir um análogo; o caça leve de bordo Gripen.
Segundo o perito Manoj Joshi da Observer Research Foundation (ORF), “o melhor para o projeto Tejas poderão ser os sistemas de bordo fabricados para o Gripen. A guerra aérea moderna não são manobras com contato visual. Hoje, tudo é decidido pela velocidade de tratamento de dados, equipamentos de rede a bordo do avião, aparelhos e equipamentos na cabine do piloto. Esta é precisamente a parte forte da Saab”.
Peritos militares de muitos países do mundo têm essa opinião favorável sobre os caças suecos. Em 2011, o governo da Suíça escolheu o Gripen, preferindo-o ao francês Rafale e ao europeu Eurofighter Typhoon. Os aviões Gripen equipam não só a Força Aérea da Suécia, mas também da República Checa, Hungria, África do Sul e Tailândia. O mesmo acontece com o Centro de Preparação de Pilotos de Caça do Reino Unido.

CEARÁ CONSTRÓI MAIS UM NAVIO PARA A MARINHA DO BRASIL

By on 8.11.14
"No dia 20 de outubro, foi lançado ao mar, no estaleiro INACE (Indústria Naval do Ceará), em Fortaleza (CE), o Navio Hidroceanográfico Fluvial “Rio Branco” (foto ao lado). O NHoFlu “Rio Branco” teve seu projeto de concepção realizado pelo "Centro de Projetos de Navios", tendo sido posteriormente detalhado pelo estaleiro INACE,contratado após ter sido selecionado em processo licitatório.
 
A construção foi iniciada em 06 de dezembro de 2012, com a supervisão da Diretoria de Engenharia Naval. Seu batimento de quilha foi realizado no dia 23 de abril de 2013 e sua entrega à Marinha está prevista para dezembro de 2014.

A obtenção do novo meio está inserida no Projeto de Cartografia da Amazônia, realizado em parceria com o Exército Brasileiro, a Força Aérea Brasileira e o Serviço Geológico do Brasil, sob coordenação do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia, órgão subordinado ao Ministério da Defesa.

Ao navio serão atribuídas tarefas de levantamentos hidroceanográficos, coleta de dados ambientais, atualização contínua de cartas e publicações náuticas das principais hidrovias da região amazônica, além de poder atuar de forma extraordinária em apoio a órgãos governamentais na Defesa Civil, em ações de socorro e ações cívico-sociais.

PROVA MAR DA LANCHA ORGÂNICA DO NAVIO HIDROCEANOGRÁFICO FLUVIAL “RIO BRANCO” É REALIZADA NO RIO DE JANEIRO

No dia 31 de outubro, foi realizada no Rio de Janeiro (RJ), a Prova de Mar da Lancha Orgânica (LO) do Navio Hidroceanográfico Fluvial (NHoFlu) “Rio Branco”, ora em construção no estaleiro INACE, localizado em Fortaleza (CE).

A LO, identificada como “Rio Branco-01”, teve sua concepção pautada em requisitos técnicos e operacionais estabelecidos pela Diretoria de Engenharia Naval e pelo Centro de Hidrografia da Marinha, contando ainda com o apoio da Base de Hidrografia da Marinha, em Niterói (RJ), no tocante ao desenvolvimento do arranjo final para emprego dos equipamentos científicos.

O estaleiro DGS Defence, construtor da LO, foi selecionado pelo estaleiro INACE, após o processo de busca e qualificação no mercado. A experiência e o sucesso no fornecimento de embarcações militares ou de pesquisa muito contribuíram para a escolha do estaleiro construtor, para a Marinha do Brasil, com o emprego quase que integral de tecnologia, materiais, equipamentos e mão de obras nacionais.

Essa embarcação destina-se a executar o sensoriamento hidroceanográfico de águas de acesso restrito, operando como um braço do NHoFlu “Rio Branco”, aumentando sua capacidade de atuação no Projeto de Cartografia da Amazônia.

Características Principais:

Material: Polietileno de Alta Densidade (PEAD)
Comprimento: 7,5m
Boca: 2,4m
Deslocamento: 3t
Velocidade Máxima: 36nós
Tripulação: 6
Propulsão: 2 motores 150HP (controle eletrônico)
Geração de Energia: 2 geradores de 2 KVA
Equipamentos Científicos:
--Ecobatímetro Monofeixe Sinrad EA400 SP
--Ecobatímetro Multifeixe Edgetech 272 TD

FONTE: "DefesaNet". - Via Democracia e Política

sexta-feira, novembro 07, 2014

Vídeo da Nasa mostra Ovni 'observando' atuação de astronautas

By on 7.11.14
Um vídeo divulgado pela Agência Espacial Americana (Nasa) em seu perfil no Youtube tem intrigado as pessoas nas redes sociais. O VÍDEO é mais um dos que mostram os astronautas que ocupam a Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês) saindo para reparos do lado de fora, momento em que devem vestir a roupa especial.

No minuto 1'48" do vídeo, é possível ver um objeto não-identificado pairando na escuridão entre a ISS e a Terra, como se obervasse o trabalho dos astronautas Reid Wiseman e Alexander Gerst, da Agência Espacial Europeia.

A cena tem menos de 5 segundos de duração, mas foi o suficiente para despertar a curiosidade dos internautas. O vídeo conta com quase 30 mil visualizações. O registro é do dia 7 de outubro. A Nasa não comentou o assunto. 



Piloto do MH370 cortou oxigênio da cabine e avião afundou inteiro, diz livro

By on 7.11.14
 O piloto do voo MH 370 da Malaysia Airlines, que desapareceu em março com 239 pessoas, teria deliberadamente despressurizado a cabine – matando a maioria dos passageiros -, e depois pousado o avião no mar, onde ele afundou inteiro, sem deixar destroços.

A afirmação foi feita por dois investigadores de acidentes aéreos, Geoff Taylor e Ewan Wilson, no livro 'The Truth Behind the MH 370 Loss' (ou 'a verdade por trás da perda do MH 370). Eles não integram as equipes oficiais de investigação do caso, mas afirmaram que a publicação é resultado de um estudo que analisou todos os cenários possíveis da tragédia.

Segundo os autores, o piloto Zaharie Ahmad Shah despressurizou a cabine, o que fez com que máscaras de oxigênio caíssem do teto. O suprimento de ar, no entanto, teria sido suficiente para apenas 20 minutos. Depois deste tempo os passageiros morreram asfixiados.

"Como o voo era noturno, é possível que muitas pessoas não tenham visto as máscaras caindo. Elas devem ter morrido em poucos minutos", dizem os autores.

O livro afirma ainda que Zaharie trancou o copiloto do lado de fora da cabine e sobreviveu respirando seu próprio suprimento de ar, que durou cerca de 40 minutos. Depois ele pressurizou novamente a cabine e pousou o avião no mar, onde ele afundou inteiro, sem deixar destroços aparentes.

Do UOL

Uma nova relação que está sendo construída pelo Brasil e a Suécia por meio dos caças

By on 7.11.14
A aquisição de 36 caças Gripen NG pelo Brasil deu visibilidade maior para o produto sueco no mercado mundial, disse o ministro da Defesa da Suécia, Peter Hultqvist, em encontro realizado com jornalistas brasileiros nesta quinta-feira, em Estocolmo. “É um acordo importante que abre outras oportunidades para o Gripen, projeto que estabeleceu uma nova relação entre os dois países.” afirmou.
A nova relação que está sendo construída pelo Brasil e a Suécia por meio dos caças, segundo o ministro, é de longo prazo. Deverá se estender pelos próximos 30 anos. “O Gripen representa mais do que a venda de um caça. Está muito relacionado à geração de empregos, de recursos e de tecnologias”, ressaltou.
O desenvolvimento conjunto dos aviões com o Brasil, segundo ele, vai permitir ainda que a Suécia reduza os custos de investimento no projeto, além de promover uma parceria promissora com a Embraer, uma das empresas aeronáuticas mais importantes do mundo.
Para cobrir a saída da Suíça do programa – que em maio anunciou o cancelamento da compra de 22 caças Gripen NG da fabricante Saab -, o Ministério da Defesa sueco solicitou recursos adicionais para o projeto ao governo.
“Solicitamos 2 bilhões de coroas suecas para o projeto em 2014 e mais 900 milhões para 2015. Na lei do parlamento sueco, o Gripen é considerado equipamento de segurança nacional”, revelou Hultqvist, otimista com a aprovação dos recursos.
O ministro disse que a existência de novos parceiros para o programa do caça é positiva e revelou que tem tentado uma aproximação maior na área de defesa com outros países da América Latina, como o Chile. “O ministério apoia a busca por novos parceiros pela indústria sueca”, comentou.
Sobre a negociação que envolve uma solução interina para o Brasil, com o envio de caças Gripen da geração atual C/D até que os novos sejam entregues, o comandante da Força Aérea Sueca (SwAF), general Micael Byden, disse que não podia dar detalhes, pois as discussões ainda estão em andamento.
A possibilidade de aquisição do jato de transporte militar KC-390 pela SwAF, segundo o comandante, seria uma alternativa muito interessante para a substituição das atuais aeronaves C-130 Hércules da frota SwAF, mas ainda não existe uma decisão sobre o tema. “Ainda estamos avaliando se iremos fazer a modernização de cinco aeronaves ou se é melhor comprar novas”, disse.
Byden esteve no Brasil recentemente para assistir a apresentação oficial do KC-390 pela Embraer, em Gavião Peixoto. “Trata-se de uma aeronave muito boa e a Embraer tem cumprido com tudo aquilo que prometeu. Vamos aguardar o primeiro voo, previsto para o final do ano e também analisar a questão dos custos de operação para podermos avaliar melhor essa questão”, afirmou.
O ministro Hultqvist comentou ainda que a preocupação com os conflitos entre a Rússia e a Ucrânia fez com que o governo sueco solicitasse ao parlamento do país a possibilidade de um incremento de 10% no volume de recursos na área de defesa, para a compra de equipamentos e também para o aumento do número de efetivo na proteção das fronteiras.
“A proposta que apresentaremos ao parlamento em março será feita com base em dois estudos que fizemos sobre as claras evidências da necessidade de aumentar os recursos operacionais para a área de defesa”, destacou. O Ministério da Defesa sueco, acrescentou, tem um orçamento previsto de aproximadamente 47 bilhões de coroas suecas para os anos de 2014 e 2015.
FONTE: Valor Econômico por Virgínia Silveira.

Vice de Obama liga para Dilma e sugere visita oficial aos EUA

By on 7.11.14
O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, ligou nesta quinta-feira (6) para a presidente Dilma Rousseff e refez o convite para a visita oficial a Washington, a pedido do mandatário americano, Barack Obama.
Após as denúncias de que agências de inteligência dos EUA haviam espionado líderes mundiais, entre eles Dilma, a presidente brasileira cancelou, em setembro do ano passado, uma visita de Estado que faria a Washington. Passado mais de um ano do episódio, a petista afirmou a Obama, no último dia 28, ter “todo interesse” em estreitar as relações com país.
Em nota,  a Presidência informou que Dilma disse a Biden considerar que o momento é “extremamente oportuno” para planejar a ida dela aos EUA e classificou as relações com o país norte-americano como “muito importantes” para o Brasil.
“O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, telefonou  hoje à presidenta Dilma Rousseff para cumprimentá-la pela reeleição e, a pedido do presidente Barack Obama, renovou o convite para uma visita oficial a Washington”, informou a nota divulgada pela Presidência.
“Parece-me extremamente oportuno que comecemos a planejar desde já minha visita de Estado”, respondeu Dilma, ainda segundo a Secretaria de Imprensa do Planalto.
Desde a reeleição, Dilma tem recebido telefonemas de diversos líderes mundiais para cumprimentá-las. Entre eles, o presidente dos EUA, Barack Obama,  a chanceler alemã, Angela Merkel, e o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon.
Conforme o Palácio do Planalto, Biden se colocou à disposição para colaborar para o “aprofundamento” das relações entre Brasil e EUA e disse ter ficado “muito feliz” com a reeleição da presidente, ao afirmar que Dilma é uma “grande amiga” na América do Sul.

Do G1

INTERNET DESTRÓI SUPREMACIA DA TEVÊ

By on 7.11.14

Dois anos atrás, num encontro de diretores da Abril com jovens talentos recrutados para treinamento, foi-lhes perguntado quem via o Faustão.

Ninguém.

O Fantástico?

Ninguém.


 
 O ambiente festivo, na ocasião, só foi sacudido quando rarefeitas mãos se ergueram quando foi perguntado quem lia a Veja.

Aqueles garotos e garotas representavam, numa expressão, a Era Digital.

Um estudo global da consultoria PWC – antiga Price Waterhouse – faz você compreender a força transformadora da internet no universo da mídia.

A internet, aponta o estudo, está se aproximando velozmente da televisão para se tornar a mídia que atrai mais investimentos publicitários.

Globalmente.

Em 2013, o total de publicidade na internet foi de 117,2 bilhões de dólares”, afirma a PWC. “Esse montante deve subir para 194,5 bilhões em 2018, num crescimento de 10,7% ao ano. É um salto significativo em relação a 2009, quando a tevê atraiu 132 bilhões de dólares em publicidade e a internet apenas 58,7 bilhões.

Na Inglaterra, um terço do bolo publicitário já pertence à internet. Nos Estados Unidos, também.

No Brasil, a marcha é mais lenta. O pedaço da internet é metade daquilo, cerca de 15%.

Mas passos significativos vão sendo dados também em solo brasileiro.

Poucas semanas atrás, por exemplo, a filial brasileira da L’Oreal informou que estava deixando de anunciar um revistas.

Foi uma decisão catastrófica para as publicações femininas. Ao longo dos anos, no caso brasileiro, a L’Oreal foi o maior anunciante de títulos como Claudia e Nova, da Abril.

No âmbito do governo federal, a Era Digital está ainda menos refletida nos gastos com publicidade.

Em 2012, a cota digital no total da publicidade governamental foi de 5,3%. A da televisão, de 62,6%.

A SECOM, divisão do governo que administra a receita de publicidade, trocou de chefia, há alguns meses.

No comando agora está o jornalista Thomas Traumann, a quem, segundo foi veiculado, está atribuída a tarefa de fazer refletir a exuberância digital na publicidade do governo.

O chamado "orçamento de base zero" pode contribuir nesse desafio.

Nele, como fazem corporações bem geridas, cada despesa em toda área é determinada não a partir do que se gastou no ano anterior – mas da base zero.

É uma forma de ganhar eficiência e evitar aumentos inerciais.

A “base zero” poderia ter levado a SECOM a questionar, em algum momento nestes últimos anos, se havia razão para aumentar os gastos com publicidade federal de 964 milhões de reais, em 2003, para 1,8 bilhão, em 2012.

A “base zero” na SECOM pode ser extraordinariamente útil neste segundo governo Dilma, assim como um olhar mais profundo para a revolução digital que varre a mídia".


FONTE: "Diário do Centro do Mundo". Por Paulo Nogueira, no blog "Diário do Centro do Mundo"
- Via Blog Democracia e Política

quinta-feira, novembro 06, 2014

Fim do mistério? Conheça o agente que teria matado Bin Laden

By on 6.11.14
NFox News promete transmitir um documentário com uma entrevista completa, feita com o soldado americano que matou o terrorista Osama Bin Laden. O militar nunca teve sua identidade oficialmente revelada, mas o site Daily Mail afirma que seu nome é Rob O'Neill, um veterano que prestou 16 anos de serviço aos SEALs, que são a principal força de operações especiais da Marinha dos Estados Unidos.

o final deste mês, a
Segundo a publicação, O'Neill tem 38 anos e é um dos membros mais ilustres da força armada americana. Ele teria sido o responsável pelos três tiros que atingiram Bin Laden no dia de sua morte, em 02 de maio de 2011, no Paquistão.
O pai do soldado, Tom O'Neill, revelou, em entrevista exclusiva para o Daily Mail, que não teme possíveis ataques terroristas após a revelação da identidade do filho. "As pessoas me perguntam se estamos preocupados com ataques do Estado Islâmico, depois que Rob falar ao público. Eu digo que vou pintar um grande alvo na porta de casa para que eles saibam onde estamos e venham nos pegar", diz Tom.
De acordo com o pai do soldado, Rob decidiu revelar sua identidade porque desistiu dos SEALs após 16 anos de serviço, ao invés de 20 anos, período de costume dos soldados. A entrevista não revela o motivo da desistência.
Rob O'Neill foi enviado a mais de dez longas viagens, em quatro zonas de querra diferentes, incluindo Iraque e Afeganistão. Nessas viagens, participou de mais de 400 missões de combate diferentes.
Do Terra

China testa sistema de raio laser para abater drones

By on 6.11.14
A China testou com sucesso um sistema de defesa para abater com raio laser aviões não tripulados de pequeno porte, os drones, que voam a baixas altitudes.
O sistema é capaz de derrubar vários drones em um raio de dois quilômetros apenas cinco segundos após a localização do alvo, indicou a agência estatal de notícias "Xinhua", citando um comunicado da Academia Nacional de Engenharia, que participa do projeto, divulgado neste domingo (2).
“Geralmente, interceptar esse tipo de drone é trabalho de atiradores de elite e de helicópteros, mas a taxa de sucesso dele não é tão alta e os erros de precisão podem resultar em danos desnecessários”, afirmou Yi Jinsong, diretor do Jiuyuan Hi-Tech Equipment, um grupo que trabalha no projeto.
O novo sistema foi projetado para destruir aparelhos que voam a uma altitude máxima de 500 metros e a uma velocidade inferior a 50 metros por segundo.
Segundo Jinsong, um drone pequeno é relativamente barato e fácil de usar, o que o faz uma boa escolha para terroristas. Além disso, há preocupação de que aeronaves desse tipo sem autorização estejam sendo usados para mapear atividades relacionadas a área militar e civil.
O mecanismo será instalado ou transportado em veículos, e a expectativa é que seja empregado para aumentar a segurança em eventos importantes realizados em áreas urbanas, para evitar qualquer risco caso grupos terroristas usem drones de pequeno porte. Jinsong diz que testes mostraram que a máquina foi capaz de abater 30 drones sucessivamente.
A academia acrescentou que está desenvolvendo lasers com mais potência e maior alcance, mas não detalhou se o objetivo é dirigi-los contra aeronaves maiores

Do G1

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