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quarta-feira, outubro 11, 2017

CR929 - 'Resposta' russo-chinesa a Boeing e Airbus

By on 11.10.17
A empresa russa UAC e a chinesa COMAC batizaram oficialmente seu avião de passageiros de design conjunto, destinado a rivalizar com a Boeing e a Airbus no mercado mundial.

A aeronave estreante se chama de CR929.
A cerimónia foi realizada na sede da COMAC em Xangai, na presença dos diretores de ambas as empresas aeroespaciais e dos vice-ministros de Indústria russo e chinês, foi comunicado na página da Corporação Unida de Construção Aeronáutica russa (UAC, na sigla em inglês).

O nome CR929 combina os nomes dos dois países. As letras C e R correspondem a China e Rússia, e também são as primeiras letras da empresa conjunta CRAIC, responsável formalmente pelo projeto. 
O número repetido 9 na cultura da China é um símbolo de eternidade, este permite à parte chinesa integrar o avião em sua família de aviões de fuselagem estreita C919, recentemente lançada pelo país asiático.
Por sua vez, a numeração de cada membro da família continua o conjunto de aviões comerciais russos, de MC-21-200/300/400 até CR929-500/600/700, explicou o presidente de UAC, Yuri Slusar.
O presidente do Conselho de Diretores da COMAC, He Dongfeng, qualificou os próximos 20 anos na indústria aeronáutica de "estrategicamente importantes" e prometeu "fazer tudo o possível para que o CR929 se torne um exemplo de sucesso da cooperação entre a Rússia e a China".
 O projeto desse avião foi lançado pela Rússia e China em 2014.
A parte russa é responsável pela elaboração das asas do avião, sistemas mecânicos, colocação de motores e projeção do trem de aterrissagem. Os engenheiros chineses foram encarregados de elaborar várias seções da fuselagem, estabilizadores e o cone do nariz. 
Estima-se que, para além de fornecedores russos e chineses, no programa de desenvolvimento do CR929 sejam envolvidos produtores de componentes e sistemas internacionais. Assim, a UAC e a COMAK já acordaram que na primeira fase de construção do CR929 serão utilizados motores de fabricação estrangeira (entre os pretendentes estão as empresas Rolls-Royсе e General Electric).
Quanto à segunda fase, está sendo estudada a possibilidade de instalação do motor russo PD-35.
De acordo com as estimativas conjuntas da UAC e COMAK, nos anos de 2023-2045 no mercado internacional de aviação civil serão utilizados cerca de 7.200 aviões do tipo CR929, cuja maior parte será adquirida por países do Círculo do Pacífico.



segunda-feira, outubro 09, 2017

Macron propõe criação de força militar europeia até 2020

By on 9.10.17

O presidente francês, Emmanuel Macron, propôs nesta terça-feira a criação de uma força militar europeia até 2020, em um discurso no qual defendeu uma "profunda transformação" da União Europeia.

A Europa é "muito fraca, muito lenta, muito ineficaz", criticou Macron em seu discurso na Universidade Paris-Sorbonne. "Mas somente a Europa pode nos dar a capacidade de agir no mundo diante dos grandes desafios contemporâneos".

O presidente francês defendeu, entre outras medidas, a criação de uma força militar europeia até 2020, com um orçamento de Defesa e "uma doutrina comum" para agir, e advogou por instaurar uma agência comunitária de abrigo para lidar com a atual crise migratória.

No âmbito econômico, voltou a propor que a zona do euro tenha um ministro das Finanças, um orçamento e um Parlamento, e pediu uma nova taxa europeia contra os gigantes tecnológicos como Facebook e Apple, acusados de pagar poucos impostos por suas atividades na Europa.

Apresentou, inclusive, a possibilidade de modificar a Política Agrícola Comum (PAC), enorme programa de subsídios para o setor, que a França e seu poderoso lobby agrícola sempre defenderam.

- Alemanha -
Macron espera que a chanceler alemã, Angela Merkel, apoie a sua agenda reformista, mas seus planos poderiam ser prejudicados pelos resultados das eleições de domingo na Alemanha.
A dirigente conservadora deverá formar um governo de coalizão que provavelmente incluirá o partido liberal FDP cujo líder, Christian Lindner, se mostrou nos últimos meses muito crítico às propostas europeias de Macron e qualificou de "linha vermelha" a criação de um orçamento da zona do euro.
Junto com o Brexit e as eleições alemãs, as propostas de Macron provavelmente ocuparão um lugar de destaque na agenda da cúpula que os 28 países celebrarão na quinta-feira na Estônia.
A cooperação com a Alemanha é essencial, embora Macron também deva convencer o resto de seus sócios europeus.
Responsáveis franceses consideram que este é um bom momento para intervir no debate alemão, antes de formar uma coalizão e que esta estabeleça o seu roteiro para os próximos quatro anos.
"É uma oportunidade que não podemos deixar passar", assegurou um responsável da Presidência francesa nesta segunda-feira.
- Exasperação alemã? -
De Berlim, as partes mais delicadas das propostas de Macron são observadas com muita atenção, entre elas o seu desejo de criar um orçamento comum para a zona do euro, que teria a Alemanha como um de seus maiores contribuintes.
O presidente francês propôs a criação de um imposto para financiar este orçamento.
Após a eleição de Macron em maio, Merkel pareceu disposta a debater a criação de um pequeno orçamento comum, mas o FDP se opõe firmemente que a Alemanha gaste mais dinheiro para ajudar países da zona do euro com dificuldades como a Grécia.
As declarações anteriores do presidente francês a favor da instauração de "eurobônus" também são um tema sensível na Alemanha.
"O debate lançado pelo presidente francês é acompanhado com certa exasperação no gabinete da chanceler", escreveu o jornal conservador Frankfurter Allgemeine Zeitung neste fim de semana.
"Fala de soluções antes que esta questão tenha sido debatida corretamente", acrescentou o periódico, que acusou Macron de "começar a casa pelo telhado".

Do Yahoo

Kaspersky fornecerá soluções de segurança para o Exército no Brasil

By on 9.10.17
A empresa russa de segurança Kaspersky Lab confirmou nesta terça-feira, 19/9, que fornecerá soluções de segurança cibernética para as Forças Armadas Brasileiras, que incluem Exército, Força Aérea e Marinha.

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, os softwares da Kaspersky serão utilizados na proteção contra vírus e em outros setores de segurança digital, como detecção de intrusos e de atividades maliciosas. 

Os contratos entre a Kaspersky e as Forças Armadas possuem duração de três anos. De acordo com a Folha, o acordo soma 8,4 milhões de reais, sendo que a maior parte (4,5 milhões de reais) é pelos serviços prestados ao Exército, seguido pela Força Aérea (2,3 milhões de reais) e Marinha (1,6 milhão de reais). As soluções da empresa devem ser instaladas em um total de 120 mil máquinas.

Em nota enviada para o IDG Now, a Kaspersky confirma a vitória na licitação pública, mas não informa detalhes sobre valores e duração do contrato nem sobre quais soluções específicas serão fornecidas para as Forças Armadas. Confira a íntegra da nota abaixo.

“Depois de uma complexa competição pública, que envolveu um rigoroso processo de avaliação para comparar a ampla gama de produtos de segurança, o Exército Brasileiro selecionou a Kaspersky Lab como seu provedor de segurança cibernética. Ganhar essa licitação posicionou estrategicamente a Kaspersky Lab para oferecer as mesmas soluções a todas as Forças Armadas Brasileiras (Exército, Força Aérea e Marinha).”

sexta-feira, outubro 06, 2017

O revolucionário motor Aerospike da ARCA foi concluído e está pronto para testes

By on 6.10.17
A ARCA Space Corporation anunciou que o seu motor aeroespacial linear está pronto para iniciar os testes de solo à medida que a empresa se move para instalar o motor no seu foguete Demonstrator3. Projetado para alimentar o primeiro lançador de satélites operacional único para o órbit (SSTO), o motor demorou apenas 60 dias para concluir desde o começo do  fabrico.

Ao longo dos últimos 60 anos, os lançamentos espaciais se tornaram bastante rotineiros. A primeira fase acende-se, o foguete ergue-se lentamente e majestosamente da plataforma de lançamento antes de aumentar a velocidade e desaparecer no azul. Minutos depois, a primeira etapa é desligada e separa-se das etapas superiores, que se acendem e queimam por sua vez até que a carga útil seja entregue em órbita.

Esta abordagem foi adotada não só porque fornece combustível suficiente para levantar a carga enquanto conserva o peso, mas também porque os motores do primeiro estágio, que funcionam melhor ao nível do mar, são muito ineficientes em altitudes mais elevadas ou no espaço, de modo que diferentes motores precisam ser empregado para cada estágio de voo.
 
O motor aeroespacial é diferente porque basicamente funciona cortando o sino de um motor de foguete, que direciona a exaustão de um foguete numa direção, ao meio, depois colocando as duas metades para trás para formar uma espinha afilada. Isso significa que o próprio ar atua como a metade que falta do sino do foguete, contendo os gases quentes quando eles saem da câmara de combustão.

À medida que o foguete voa mais alto, o ar mais fino segura os gases com menos força e se espalham mais, como se o sino do foguete crescesse gradualmente. Isso permite que o motor aerospike se ajude automaticamente em voo, transformando-se de um motor de nível do mar em uma alta altitude, com índices de expansão praticamente ilimitados.

De acordo com a ACRA, o novo motor de teste usa um monopropelente de peróxido de hidrogênio a 70 por cento misturado com RP-1 - uma forma altamente refinada de querosene - e tem um impulso no nível do mar de 4,2 toneladas. Apesar de usar um propulsor de baixa energia, a eficiência aumentada do aerospike e um tanque de propelente composto leve fará o foguete suborbital Demonstrator 3 capaz de atingir o espaço.

O motor deve ser submetido a uma série de testes de solo para certificá-lo como pronto para o voo antes de ser integrado ao foguete Demonstrator 3. Isto será seguido por um teste sub orbital lançado da Spaceport America no Novo México a uma altitude de 120 km (75 mi), que será o primeiro voo espacial de um motor aeroespacial linear.



O objectivo final dos testes será desenvolver um motor de trabalho prático para o foguete Haas 2CA SSTO da ACRA previsto para fazer seu primeiro voo da Wallops Flight Facility da NASA no próximo ano. O Haas 2CA destina-se ao mercado de pequenos satélites com um custo projectado de 1 milhão de dólares por lançamento.

O vídeo abaixo apresenta o motor Aerospike linear ACRA.
 
 
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quinta-feira, outubro 05, 2017

EUA avaliam contraproposta brasileira para uso da base de Alcântara

By on 5.10.17
O Departamento de Estado americano está avaliando uma contraproposta brasileira para o uso da base de lançamento de foguetes de Alcântara, no Maranhão.
O novo texto, alterado pelo Ministério da Defesa neste ano, foi entregue ao governo americano há cerca de dois meses. A primeira proposta, feita pelos EUA, havia sido redigida há 15 anos.

"Este acordo não passou em nosso Congresso porque, talvez, era um procedimento mais intrusivo do que o justificável para a proteção da propriedade intelectual, da informação e dos equipamentos, que são sensíveis e podem se prestar tanto para fins pacíficos como para fins militares", disse o embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Sergio Amaral, a jornalistas nesta quarta (27).

Sem entrar em detalhes sobre o texto, o embaixador disse que a contraproposta brasileira, que flexibiliza algumas exigências americanas, é "muito razoável". No primeiro texto, a proposta americana era para usar a base com direito a sigilo total de seu equipamento.

"Ninguém questiona a proteção da informação, da tecnologia e dos equipamentos, mas questiona o grau de interferência no processo de lançamento do foguete [com satélites]", disse o embaixador.

A regras acordadas entre os dois países não servirão apenas para o lançamento de foguetes americanos, mas de todo equipamento estrangeiro que tenha algum componente americano.

"Se houver um pouco de flexibilidade dos dois lados, é possível a gente completar isso [o acordo] e isso é bastante importante."

O embaixador dos EUA no Brasil, Michael McKinley, que está em Washington para um evento do Conselho Empresarial Brasil-EUA, confirmou que a contraproposta brasileira está sendo avaliada por especialistas e técnicos de fora do Departamento de Estado, mas disse não ter data para uma resposta.

"Agora é um momento novo e um momento de avaliação das propostas feitas. Temos que esperar a avaliação [dos técnicos]", disse. "Há uma troca de documentos sobre como atualizar o acordo que daria as garantias técnicas para abrir o caminho para a exploração comercial e uma maior cooperação no âmbito espacial."

Ele, contudo, já adiantou que as preocupações dos EUA com segurança da informação e dos equipamentos "continuam as mesmas".

A contraproposta brasileira vem depois de as negociações com a Ucrânia fracassarem. Em 2015, o governo federal cancelou o acordo bilateral para o lançamento de foguetes com satélites ucranianos, depois que os dois governos gastaram aproximadamente R$ 1 bilhão na empreitada fracassada.

Na última semana, o chanceler brasileiro, Aloysio Nunes, conversou com o homólogo ucraniano, Pavlo Klimkin, em Nova York, sobre a necessidade de liquidar a empresa binacional ACS (Alcântara Cyclone Space), já que a empresa inativa segue com despesas mensais.

Do Yahoo

quarta-feira, outubro 04, 2017

Nigéria encomenda US$593 mi em aviões Super Tucano e armas, diz Pentágono

By on 4.10.17
O governo da Nigéria está comprando 12 aviões de militares Super Tucano A-29, produzidos pela brasileira Embraer, além de armamentos, num contrato de 593 milhões de dólares, informou o Pentágono ao Congresso dos Estados Unidos nesta segunda-feira.

A venda do material bélico, que inclui milhares de bombas e foguetes e foi originalmente apoiada pelo governo de Barack Obama, foi anunciada pela Agência de Cooperação para Defesa e Segurança dos EUA, vinculada ao Pentágono. 

O Super Tucano A-29 é um turboélice com capacidades de reconhecimento e vigilância e também pode ser usado em missões de ataque. A Embraer produz o modelo em uma fábrica na Flórida, em parceria com a Sierra Nevada Corp of Sparks. 

O avião custa mais de 10 milhões de dólares cada, mas o preço pode ser muito mais alto dependendo da configuração. 

Os EUA adiaram uma decisão sobre o contrato após incidentes que incluíram o bombardeiro de um campo de refugiados pela força aérea da Nigéria, em janeiro, que matou entre 90 e 170 civis. 

O presidente norte-americano Donald Trump tem afirmado que pretende dar continuidade a exportações de produtos militares que foram adiadas por preocupações com direitos humanos do governo de Obama. 

A Nigéria quer usar os equipamentos na luta contra os militantes do grupo Boko Haram. Procurada, a Embraer não pode comentar o assunto de imediato. A Embraer tem outros clientes de produtos militares na África, mas não informa para quais países vende. 

A ação da Embraer fechou estável, cotada a 17,05 reais.
De Reuters - Por Mike Stone

terça-feira, outubro 03, 2017

Iemen abate MQ-9 Reaper

By on 3.10.17
Os militantes iemenitas houthis filmaram a derrubada de um drone de reconhecimento norte-americano MQ-9 Reaper.

O vídeo foi publicado pelo canal de TV Al-Masirah. A gravação mostra o drone sendo derrubado por um míssil terra-ar. No fim do vídeo, pode-se ver uma multidão observando os destroços do veículo em fogo. 

Anteriormente, foi informado que um MQ-9 Reaper tinha sido abatido ao norte da capital iemenita, Sanaa. Segundo os militantes, o veículo estaria realizando um voo de reconhecimento.



Os EUA utilizam este tipo de drones no Iêmen maioritariamente contra os terroristas da Al-Qaeda (organização terrorista proibida na Rússia). Desde 2015, estes veículos são também usados pelas forças da coalizão liderada pela Arábia Saudita contra os militantes houthis.

O Iêmen tem sido abalado desde 2014 por um conflito armado entre os militantes houthis do movimento xiita Ansar Allah e uma parte do exército fiel ao ex-presidente Ali Abdullah Saleh, de um lado, e forças governamentais e a milícia fiel ao presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi, de outro. O governo recebe ajuda por via aérea e terrestre da coalizão liderada pela Arábia Saudita. 

Do Sputnik

segunda-feira, outubro 02, 2017

Crime contra a Pátria: Vencedores do Nobel criticam Brasil por corte de 44% no Orçamento de pesquisa

By on 2.10.17
Um grupo de 23 ganhadores do Prêmio Nobel enviou nesta sexta-feira (29) uma carta ao presidente Michel Temer como um aviso de que “os cortes orçamentários em Ciência e Tecnologia comprometem o futuro do Brasil e precisam ser revistos antes que seja tarde”.

O documento faz referência ao corte de 44% no Orçamento deste ano do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), assim como à possibilidade de um novo corte em 2018 – 15%, caso o Projeto de Lei Orçamentária Anual enviado pelo governo ao Congresso seja aprovado.

“Isso danificará o Brasil por muitos anos, com o desmantelamento de grupos de pesquisa internacionalmente reconhecidos e uma fuga de cérebros que afetará os melhores jovens cientistas”, escrevem os pesquisadores.

A autoria da carta, à qual o Estado de Sã Paulo teve acesso, é assinada pelo físico francês Claude Cohen-Tannoudji e outros 22 vencedores do Nobel em categorias de Física, Química e Matemática.

Segundo Luiz Davidovich, presidente da Academia Brasileira de Ciências, o documento dos cientistas “é uma iniciativa que mostra a importância e a gravidade dos cortes orçamentários”.

O orçamento deste ano do MCTIC é o menor da história, com cerca de R$ 3,2 bilhões disponíveis (depois do contingenciamento de 44% no início do ano) para o financiamento de pesquisas e pagamentos de bolsas em todo o País. Esse valor corresponde a um terço do que o ministério tinha quatro anos atrás, e a perspectiva inicial da federação para 2018 é reduzir para R$ 2,7 bilhões.

Portugal aprova 8,7 milhões para modernizar caças F-16

By on 2.10.17
O Ministério da Defesa vai gastar um total de 8,7 milhões de euros até 2020 para modernizar os 30 caças F-16 portugueses. O despacho assinado pelo ministro da Defesa, José Azeredo Lopes, a 28 de Agosto e foi publicado esta segunda-feira, 25 de Setembro, em Diário da República.

O ministro autorizou assim a Força Aérea Portuguesa a iniciar o processo com vista à aquisição de 30 sistemas Multifunction Information Distribution System - Joint Tactical Radio System (MIDS-JTRS).

O Governo diz que estes sistemas são "cruciais para a interoperabilidade das aeronaves em todos os teatros de operações actuais". Os MIDS-JTRS são sistemas que permitem aos F-16 comunicar com outros aviões e também com terra.
Os F-16 nacionais entraram ao serviço em 1994. Portugal comprou inicialmente 20 F-16 novos e em 1997 comprou mais 25 F-16 usados. A vida útil dos F-16 portugueses termina em 2030. Vários países europeus - Bélgica, Holanda, Noruega e Dinamarca - já decidiram avançar para a compra de caças de quinta geração.

Portugal deverá tomar uma decisão até 2020 sobre o futuro dos caças nacionais, mas num relatório de 2016 divulgado pelo Diário de Notícias em Abril o Governo ponderava avançar para a modernização dos F-16 para estender a sua vida útil em mais 10 anos até 2040.

Através da configuração Viper, o Governo teria de gastar 500 milhões de euros para modernizar os caças, um valor que contrasta com os cinco mil milhões de euros que o país teria que gastar para comprar caças de quinta geração.

Entretanto, Portugal vendeu 12 F-16 à Romênia por 160 milhões de euros. Os primeiros seis caças foram entregues à Força Aérea Romena em 2016.
 

sábado, setembro 30, 2017

OMC vai investigar subsídio do Canadá em novo golpe à Bombardier

By on 30.9.17
A Organização Mundial do Comércio aprovou o pedido do Brasil de investigar o suposto uso do Canadá de mais de US$ 3 bilhões em subsídios governamentais para produzir aeronaves da Bombardier. 
O Brasil iniciou as consultas à OMC em fevereiro, dizendo que o Canadá atuou contra as regras comerciais porque suas políticas reforçaram injustamente a indústria aeroespacial nacional em detrimento da Embraer. O Canadá ofereceu bilhões de dólares em empréstimos, injeção de capital, subsídios e créditos tributários para a Bombardier, disse o Brasil.
A investigação da OMC adiciona pressão sobre a Bombardier poucos dias depois que o Departamento de Comércio dos EUA determinou tarifas nas importações de cerca de 220% a jatos da série C da empresa, após uma investigação que começou depois de uma queixa da Boeing.
Na OMC, o Brasil disse que os vários subsídios a aeronaves pelo Canadá violaram as regras da OMC, uma vez que dependem do desempenho das exportações e exigem o uso de produtos domésticos em vez de produtos importados.
A OMC nomeará três membros do painel de resolução de litígios para determinar se os vários programas de financiamento do Canadá para a Bombardier violaram as regras do comércio internacional. Embora essas investigações geralmente levem menos de um ano, uma decisão neste caso pode ser estendida até 2019 devido a atrasos e falta de pessoal na OMC. 

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