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sexta-feira, dezembro 08, 2017

Marinha: Capitalização da Emgepron com royalties do pré-sal poderá financiar construção de navios.

By on 8.12.17

Royalties do pré-sal poderão financiar construção de navios para a Marinha.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, informou hoje (17) que enviará um projeto de lei ao Congresso nos próximos dias, sugerindo uso de royalties do pré-sal para capitalizar projetos da Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron). De acordo com o ministro, a proposta não implicará em retirada de recursos dos royalties destinados à educação.
Se a medida for aprovada, os recursos vão financiar quatro corvetas (navios de guerra) para a Marinha garantir a segurança costeira do país. O valor a ser destinado ainda não foi definido. Segundo Jungmann, a Emgepron não foi afetada por contingenciamento devido ao teto de gastos públicos, uma vez que a empresa não depende financeiramente do Tesouro.
Rio de Janeiro
Perguntado sobre a comunicação entre o governo do Rio de Janeiro e a esfera federal nas ações em conjunto entre Forças Armadas e polícias no combate ao tráfico de drogas em comunidades, especialmente na Rocinha, o ministro falou que o diálogo vai bem.
“Está muito bem hoje. Nós tivemos algumas dificuldades e conflitos. Afinal, você tem dez organizações policiais e militares participando de operações que envolvem, às vezes, 10 a 11 mil homens. Fizemos ajustes de atitudes e hoje isso se encontra superado”, declarou.
Jungmann avalia que, de modo geral, a violência diminuiu na comunidade. “Na Rocinha, quando nós chegamos, tínhamos uma guerra promovida por um bandido a 5 mil quilômetros de distância, o que levou àquela situação agravada. Hoje, não existe mais isso. Existe tiroteio na Rocinha, infelizmente faz parte da história daquela comunidade”
Jungmann reforçou que as ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) continuam até o final de 2018 no Rio de Janeiro. A Força de Ação Rápida, que chega em uma a duas horas até a Rocinha quando necessário, também continuará atuando, além das ações surpresa. “Não temos a pretensão de ficarmos patrulhando, como as pessoas pedem. Quando você fica patrulhando muito tempo, o crime tira férias. Ele se retrai e quando a gente sai, eles voltam, muitas vezes pior”, disse o ministro.

Do EBC

 

Corvetas Oliver Perry estocadas nos EUA esperando comprador (imagem ilustrativa).

Brasil não tem navios suficientes para defender o país, diz governo.

O Titular na pasta do Planejamento, o economista Dyogo Oliveira afirmou, nesta quarta-feira, que o Orçamento de 2018 foi atualizado recentemente. No novo documento, o governo prevê a capitalização da Emgepron, empresa ligada à Marinha brasileira. O objetivo será a construção de embarcações para defesa da costa do país.
Ao apresentar as justificativas para o uso de recursos públicos do orçamento de 2018 para capitalização de empresas estatais, o titular do Planejamento, Orçamento e Gestão, Dyogo Oliveira, disse que é fundamental  capitalizar a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), estatal ligada à Marinha, porque o Brasil não dispõe de navios para defender sua costa. A proposta orçamentária para 2018 destina R$ 1,5 bilhão à Emgepron.



Oito corvetas

— Tem a questão da Emgepron, que é ligada à Marinha, que também tem uma previsão que basicamente é para a reconstrução de nossa frota de corvetas; porque o Brasil hoje não tem navio para defender o país. Estamos completamente sem nenhum navio novo para proteger a nossa costa — disse.
Ainda segundo Oliveira, há apenas 12 embarcações, “das quais quatro estão no final da vida útil; e aí ficaríamos com oito corvetas para defender toda a costa brasileira”.
— Então, há essa previsão de capitalização da Emgepron para que ela retome a construção dessas embarcações para defender a costa brasileira — disse o ministro, em audiência pública na Comissão Mista do Orçamento (CMO), na Câmara dos Deputados.

Limite de despesas

Oliveira citou também a necessidade de fazer uma reserva orçamentária para a Infraero, de forma a capitalizá-la para acompanhar os investimentos previstos para os aeroportos concedidos que a têm como acionista. “Como a Infraero ficou dentro do modelo de concessão de aeroportos, com 49% das ações, ela tem de acompanhar as empresas privadas para a capitalização para o investimento desses aeroportos”, justificou Dyogo Oliveira.
A expectativa é de que Lei Orçamentária de 2018 seja aprovada pelos parlamentares antes do recesso de fim de ano. No entanto, em função das alterações feitas pelo governo federal nesta semana, é possível que o trâmite do texto sofra algum atraso. A lei antecipa a receita que deve ser arrecadada e determina o limite das despesas para o ano que vem.

Privatização

O economista Dyogo Oliveira disse ainda, nesta manhã, que apoia a privatização da Eletrobras. Segundo afirmou, a decisão não consiste numa “operação de salvamento” pelo governo; mas sim numa forma de transformar a empresa numa companhia brasileira “com capacidade para ser grande investidor internacional”.
Oliveira falou na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional, Oliveira reiterou que a União não vai vender suas ações na Eletrobras.
— A Eletrobras pode ser uma grande do mundo, pode ser uma Vale. A Vale depois que foi privatizada é uma das maiores do mundo — afirmou.
Ao participar de audiência pública na CMO, Oliveira também apontou que o fundo eleitoral para o ano que vem deverá ser composto por recursos de emendas de bancadas e que caberá à Comissão fazer essa alocação. Na peça enviada pelo Executivo, R$ 4,4 bilhões foram destinados no total para as emendas de bancada.

terça-feira, dezembro 05, 2017

Voyager 1 usa os propulsores reserva com perfeição depois de 37 anos

By on 5.12.17
A sonda espacial Voyager 1 chegou audaciosamente onde nenhum homem jamais esteve e na semana que passou ela realizou algo muito especial: mesmo a 21 bilhões de quilômetros de distância da Terra — o equivalente a 141 vezes e diferença entre nosso planeta e o Sol — os cientistas e engenheiros que fazem parte do projeto conseguiram controlar os quatro propulsores de trajetória da nave, pela primeira vez em 37 anos.

“A equipe da Voyager fica cada vez mais entusiasmada com os teste de propulsão e com este marco. O clima foi de alívio, alegria e incredulidade, depois de testemunhar esses propulsores que estavam “de lado” responderem como se não houvesse passado tempo nenhum”, comemora Todd Barber, engenheiro de propulsão no Jet Propulsion Laboratory da NASA, na Califórnia.

Mesmo com nossa “espiã cósmica” já na região interestelar, a comunicação continua funcionando bem. Os comandos foram enviados pela equipe terrestre na terça-feira passada e demorou 19 horas e 35 minutos para que eles alcançassem a Voyager. Outras 19 horas e 35 minutos foram necessárias para saber se ela respondeu, acionando quatro propulsores perfeitamente.

Notícia também significa sobrevida para a Voyager 1

A Voyager 1 usa os propulsores primários para fazer os ajustes de trajetória e manter a comunicação com a Terra. O desgaste causado por tarefas como essa deve aposentá-los em breve, até porque eles vêm exigindo cada vez mais energia para realizar qualquer ação.
Saber que os propulsores reserva estão funcionando — e respondendo com precisão, mesmo depois de nunca terem sido usados novamente depois do encontro com Saturno nos anos 80 — é motivo de comemoração na NASA. Com isso, a sonda ganha uma sobrevida de três ou quatros anos após o esgotamento de combustível. Agora, o mesmo teste será realizado também com sua nave gêmea, a Voyager 2.

segunda-feira, dezembro 04, 2017

Ministerio da Defesa autoriza compra do HMS Ocean

By on 4.12.17
Após confirmar a aposentadoria do porta-aviões São Paulo, a Marinha do Brasil iniciou um processo de busca de um novo meio para manter sua capacidade aérea no mar. A solução veio de conversas com os britânicos, que começaram no início do ano. Eles ofereceram para o Brasil o HMS Ocean (L12), um porta-helicópteros de assalto anfíbio.

O Ministério da Defesa autorizou a Marinha a negociar os termos de compra do navio britânico entrou em serviço em 1998. O HMS Ocean é um navio de 21.500 toneladas, com capacidade para transportar até 800 militares e 18 helicópteros de grande porte.

Atualmente, o HMS Ocean está em missão no Mediterrâneo, como líder da flotilha 2 da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). A previsão é que o descomissionamento ocorra em março de 2018, vinte anos após ser declarado operacional.

Uma das virtudes do navio é sua capacidade de receber os convertiplano V-22 Osprey e aviões com capacidade de decolagem e pouso verticais, como o AV-8B Harrier e o F-35 Lightning. O custo estimado para a compra é de R$ 312 milhões.

Da Aero Magazine

Arsenal de Marinha recebe casco do NPa “Maracanã”

By on 4.12.17
O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) recebeu, em 27 de novembro, o casco 137 do futuro Navio Patrulha (NPa) “Maracanã”, proveniente do Estaleiro Ilha S.A (EISA). A operação de translado do meio, que durou cinco dias, teve início com o Load Out do casco. Em seguida, ele foi transportado transporte por via marítima até o AMRJ.
 
A retomada da construção do meio naval está prevista para 2018. O NPa “Maracanã” possui 54,2 metros de comprimento e deslocamento de 500 toneladas, sendo pertencente à Classe Macaé, que já possui duas unidades em operação na Marinha do Brasil: o “Macaé” (P70) e o “Macau” (P71).
 

LOST: Continuam as buscas por submarino argentino

By on 4.12.17
A busca pelo submarino argentino San Juan, desaparecido há 18 dias, continuou ontem, em um ponto do Oceano Atlântico a 950 metros de profundidade, segundo informam fontes oficiais. Em seu boletim diário sobre a operação de busca, o porta-voz da marinha argentina, Enrique Balbi, disse que o equipamento submersível russo de operação remota tentará descer até esse ponto. Dois navios diferentes, utilizando sonares, detectaram nesse ponto um sinal de um possível objeto metálico.
O robô russo desceu no sábado para outro ponto onde foi encontrado um sinal, a 477 metros de profundidade. Mas as autoridades descartaram que se tratasse do submarino, pois os destroços encontrados, por suas caraterísticas, seriam de um barco-pesqueiro. O robô submersível desceu para outro ponto, a 700 metros de profundidade, mas nada foi detectado.
Balbi disse que existe um terceiro ponto, a 800 metros de profundidade, e acrescentou que seis navios usados na operação permanecem na região. Na última quinta-feira, a marinha argentina encerrou a fase de buscas para um possível resgate da tripulação e passou para uma etapa de rastreamento para encontrar o submarino, pois já se passaram duas semanas de seu desaparecimento e não há mais condições de haver sobreviventes.
O último contato do submarino com a base em Mar del Plata ocorreu na manhã de 15 de novembro, quando navegava pelo Atlântico Sul, a 450 quilômetros da costa.
No total, 28 navios, nove aeronaves e 4 mil homens participaram das buscas, que contaram com o apoio de 18 países, segundo o comunicado da Marinha.

De O Dia

Motores Ucranianos? O mistério da tecnologia de mísseis da Coreia do Norte.

By on 4.12.17
A Ucrânia desmente estudo que aponta país como possível origem dos motores de mísseis intercontinentais da Coreia do Norte e vê digitais da Rússia na denúncia. Objetivo: desviar atenção de "possível fornecimento próprio". 
Quem falar com Vitaly Sushevsky sobre as acusações contra seu antigo empregador será logo interrompido. "É uma mentira", responde o antigo vice-chefe de produção de motores da empresa Pivdenmash (anteriormente Yuzhmash), que na era soviética fabricou foguetes na cidade ucraniana de Dnipro.
Nesta última segunda-feira (14/08), o jornal The New York Times noticiou que o inesperado avanço do programa de mísseis da Coreia do Norte poderia ter ligação com a Pivdenmash. Segundo o diário, a empresa estaria financeiramente abalada. Por esse motivo, criminosos e ex-funcionários poderiam ter contrabandeado antigos motores de foguetes soviéticos ou componentes deles para a Coreia do Norte.
O New York Times se baseou num estudo do especialista em foguetes Michael Elleman, do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), de Londres, como também em avaliações de serviços de inteligência americanos. O diário não ofereceu provas, somente indícios. 

Salto tecnológico
Elleman analisou fotos de novos foguetes de médio alcance e mísseis balísticos norte-coreanos dos tipos Hwasong 12 e 14, que teriam potencial para atingir os EUA. Sua conclusão: o seu rápido desenvolvimento nos últimos dois anos teria sido possível somente por meio de fornecimentos do exterior. O especialista em foguetes Robert Schmucker, da Universidade Técnica de Munique, também compartilha dessa opinião, mas evita fazer acusações.
Segundo os especialistas, o motor de câmara única utilizado nos novos mísseis Hwasong lembra o modelo soviético RD 250, que, porém, tinha duas câmaras e foi desenvolvido na década de 1960 pela empresa Energomash, perto de Moscou. É difícil de comprovar se o RD-250 também foi produzido pela Pivdenmash. Suschevsky afirmou ter recebido tais motores da Rússia, onde "foram produzidos em pequenas quantidades".
A imprensa ucraniana confirma o que Elleman sugeriu: que na Ucrânia também teria havido produção. Em seu estudo para o IISS, o especialista escreveu que, tanto na Rússia quanto na Ucrânia, teriam sobrado centenas de motores do tipo RD 250, "se não mais". Assim, Moscou também poderia ser um possível fornecedor para Pyongyang.
"Nós nunca produzimos motores como aqueles mostrados no New York Times", afirmou Sushevsky, que trabalhou quase meio século na Pvidenmash. O engenheiro aposentado confirmou que, após o fim da cooperação com Moscou, provocada pela anexação da Crimeia, a fábrica de foguetes em Dnipro estaria "praticamente morta". Ainda assim, um contrabando da tecnologia para a Coreia do Norte seria algo impensável.
Tanto o governo em Kiev quanto a Pvidenmash desmentiram a reportagem do New York Times. Elleman disse que o governo ucraniano pode não ter sabido sobre o possível contrabando.
Casos do passado
Esta é a primeira vez que o ex-produtor de mísseis intercontinentais soviéticos do tipo SS 18 é suspeito de violar as sanções da ONU e outros acordos internacionais. No entanto, há anos que Pyongyang demonstra interesse pelo know-how ucraniano: em 2012, dois norte-coreanos foram condenados na Ucrânia por espionagem na Pivdenmash.
Em 2002 houve relatos de imprensa de que a Ucrânia pretendia fornecer instalações modernas de radar ao Iraque. Kiev desmentiu, e tais instalações nunca foram encontradas no Iraque. Mas também houve casos comprovados de contrabandos de armas. Em 2005, o então procurador-geral admitiu que um grupo de ucranianos e russos teria vendido, em 2001, 18 mísseis de cruzeiro do tipo AS 15 (X 55) para China e Irã.
Oleg Uruski, ex-chefe da Agência Espacial da Ucrânia, disse acreditar ser improvável que o atual caso possa transcorrer da mesma forma. Segundo ele, o Estado teria um sistema de controle multinível. Mas Uruski não descartou uma ação criminosa. "Um crime é possível em todas as esferas."
Ucrânia aponta para Moscou
Em Kiev, observadores acreditam que o artigo do New York Times faria possivelmente parte de uma campanha direcionada da Rússia. Nesta terça-feira, o Centro de Estudos Militares escreveu numa análise que a publicação americana portaria "sinais de ataque de informação contra a Ucrânia", cujo objetivo seria, entre outros, desviar a atenção de possíveis "fornecimentos próprios de tecnologia de mísseis para a Coreia do Norte" e desacreditar a Ucrânia - principalmente aos olhos dos EUA.
"A Rússia tem uma fronteira comum com a Coreia do Norte, assim pode-se fornecer de tudo, também motores inteiros", afirmou o vice-diretor do centro de estudos, Mykhailo Samus, acrescentando que a Ucrânia teria dificuldades logísticas para fazer o mesmo.
Schmucker disse que se trata mais do que apenas motores. "E os mísseis? Somente deter informações não bastam. São necessárias unidades de produção, equipamentos técnicos e, sobretudo, uma boa garantia de qualidade", explicou o especialista alemão. "Assim teria que ter vindo muito mais da Ucrânia do que somente alguns motores." 



Do Terra

sábado, dezembro 02, 2017

Embraer vai testar cargueiro KC-390 nos EUA nas próximas semanas

By on 2.12.17
A Embraer vai iniciar uma série de testes de seu novo jato de transporte militar KC-390 nas instalações da empresa nos Estados Unidos durante as próximas semanas, em mais um passo para a obtenção da certificação do cargueiro, informou a companhia brasileira nesta terça-feira.
"Durante as próximas duas a três semanas, a aeronave realizará testes nos sistemas de aviônicos, de medição de ruído externo e operações com vento cruzado", disse a Embraer, em nota.
A aeronave, que é a maior já construída no Brasil e tem entrega prevista para 2018, passou por um incidente que afetou partes de sua carenagem externa durante testes de voo no interior de São Paulo em outubro. Na ocasião, a Embraer informou que, apesar do problema, "todos os sistemas da aeronave se comportaram conforme o esperado durante todo o voo."
No novo anúncio, a companhia manteve previsão de que a aeronave seja certificada dentro do cronograma esperado.
“Estamos muito satisfeitos com a maturidade que este produto já alcançou e totalmente confiantes de que sua certificação será alcançada conforme previsto”, disse o presidente da Embraer Defense & Security, Jackson Schneider, em nota.
De EPOCA



sexta-feira, dezembro 01, 2017

Coreia do Norte desenvolveu mísseis com motores da Ucrânia

By on 1.12.17
A Coreia do Norte desenvolveu com rapidez mísseis que podem chegar aos Estados Unidos, provavelmente graças aos motores de design soviético produzidos em uma fábrica da Ucrânia e obtidos no mercado negro. De acordo com Michael Elleman, do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), os mísseis usados nos recentes testes realizados por Pyongyang tinham como base os motores RD-250 fabricados na cidade ucraniana de Dnipro.

O relatório assinala que esses motores podem ter sido vendidos por empregados corruptos e levados de contrabando para a Coreia do Norte por meio de redes criminosas, em algum momento entre o colapso da União Soviética e a atual crise militar ucraniana.
 
O governo ucraniano e a empresa reagiram com irritação a essa versão divulgada pelo jornal The New York Times, insistindo em que a fábrica Yuzmash não produz foguetes de uso militar desde a independência da Ucrânia da antiga União Soviética e que não tem vínculos com o programa de mísseis nucleares da Coreia do Norte.

O documento do IISS não contradiz essas explicações, sugerindo que os motores dos mísseis estavam armazenados no que agora é a Rússia, ou na Ucrânia, desde o fim da União Soviética.

"Um pequeno grupo de empregados descontentes, ou guardas mal pagos, pode ter roubado dezenas de artefatos para alguns dos muitos traficantes de armas, contrabandistas que operavam na antiga União Soviética", afirma o relatório, que enfatiza não sugerir que o governo ucraniano, ou os executivos da Yuzmash, estivessem envolvidos.

O secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrâni, Oleksandr Turchynov, aproveitou o informe para atacar Moscou. "Acreditamos que esta campanha contra a Ucrânia tenha sido provocada pelos serviços especiais russos para ocultar sua participação nos programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte", alfinetou.
 
 

quinta-feira, novembro 30, 2017

LOST: Submarino sofreu explosão por hidrogênio

By on 30.11.17
A explosão que ocorreu no submarino militar argentino desaparecido no Atlântico Sul há quase duas semanas foi causada por um acúmulo de hidrogênio após um curto-circuito em suas baterias da proa, disse nesta terça-feira um porta-voz da Marinha da Argentina. 

O ARA San Juan e seus 44 tripulantes enviaram seu último sinal na quarta-feira, 15 de novembro, a 430 quilômetros da costa patagônica, apenas horas antes que fosse detectada na região uma suposta explosão submarina que foi identificada na semana passada. Muitos familiares deram como morta a tripulação. 

https://2.bp.blogspot.com/-wgMkzOzxCuQ/WhweO4MssjI/AAAAAAAAPvQ/nAcVTAYkyFwpTe-yEiCvbBdCA2gCI6vMwCLcBGAs/s1600/ara-san-juan1.png "Interpretamos que essa explosão foi por conta de uma concentração de hidrogênio", disse Enrique Balbi, porta-voz da Marinha da Argentina, que explicou que as baterias elétricas do submarino geram constantemente este elemento químico, que deve ser expelido da embarcação por ser potencialmente explosivo. 

Na segunda-feira, o porta-voz disse que em seus últimos contatos o ARA San Juan - que é intensamente procurado por uma ampla operação internacional - havia sofrido uma infiltração de água através de seu "snorkel", que alcançou as baterias, o que gerou um princípio de incêndio, que foi controlado.  

As buscas pela embarcação se concentram em uma área circular de cerca de 4.070 quilômetros quadrados no Atlântico Sul, seguindo a pista da explosão detectada, em um grande esforço no qual participam dezenas de navios e aviões de diversos países, entre eles Estados Unidos, Reino Unido e Brasil.

"É a zona de maior probabilidade de ocorrência onde pode estar o submarino se estiver caído no fundo", disse Balbi, que acrescentou que más condições climáticas nesta região do oceano estavam dificultando o avanço da operação. Especialistas consideram que o submarino pode ter descido a 3 mil metros de profundidade caso tenha alcançado a zona de declive continental. 

Apesar dos indícios de que o ARA San Juan - um submarino TR-1700 produzido na Alemanha na década de 1980 - teve um final trágico, alguns familiares dos tripulantes seguem se agarrando à esperança. 

"Estamos todos juntos e unidos para nos dar esperança e que estejamos fortes", disse Marta Vallejos, irmã do segundo sargento Celso Vallejos, que estava a bordo da embarcação desaparecida, na base naval do balneário Mar del Plata, onde o submarino deveria ter chegado há mais de uma semana. 
Do Terra

6 Super Tucanos para as Filipinas

By on 30.11.17
A Embraer recebeu da Força Aérea das Filipinas um pedido firme de seis jatos A-29 Super Tucano, informou a fabricante brasileira em comunicado na manhã desta quinta-feira.

Segundo a companhia, a encomenda dos jatos A-29 Super Tucano fazem parte do atual plano de modernização da Força Aérea das Filipinas e começarão a ser entregues em 2019. 

"Estamos honrados em ser selecionados pela Força Aérea das Filipinas, nosso segundo operador na região da Ásia-Pacífico, e com a confiança expressa por nosso cliente", afirmou em nota Jackson Schneider, presidente da divisão de Defesa e Segurança da Embraer. 

Da Reuters (Por Gabriela Mello) - Via Extra

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