Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

http://www.defenseindustrydaily.com/images/AIR_J-10_lg.jpg
Fonte: Quintus

Em 2007, os três países do mundo com maiores níveis de despesa em Defesa, foram, por ordem, os Estados Unidos (547 biliões de USDs), Reino Unido (59,7 biliões) e a China (58,3 biliões). Estes números constam do relatório anual do “Stockholm International Peace Research Institute” e reflectem um aumento de 6% desde 2006. Os EUA continuam a ser - de longe - o maior consumidor nesta área, com uns impressionantes 45% do total absoluto. Logo atrás da China, posicionam-se a França e o Japão, com níveis de entre 4 a 5% do total da despesa mundial.

Uma boa parte deste impressionante nível de despesa militar dos EUA resulta da manutenção de intensas operações de guerra em apenas dois cenários, o Afeganistão e o Iraque, sendo que ambos, juntos, representam quase metade desta percentagem, o que dá uma boa medida do peso e do esforço a que a “Guerra ao Terrorismo” tem criado no orçamento norte-americano… Atualmente, os níveis de despesa militar dos EUA são mais elevados do que eram no auge da Segunda Grande Guerra, embora devido ao forte crescimento do PIB e da economia dos EUA desde a década de 40, em termos relativos o esforço financeiro da Defesa dos EUA era já mais elevado do que no pico da Segunda Grande Guerra. É claro, que em termos absolutos, e como a economia norte-americana cresceu várias vezes acima do valor de 1941-45, o peso absoluto é consideravelmente menor, mas em período de economia em declínio, esta desproporção irá cada vez ser mais acentuada até ser demasiado flagrante que os EUA já não conseguem suportar financeiramente a carga de serem a única superpotencia mundial.

Outro fenómeno que se destaca neste relatório é a duplicação das despesas militares da China… O relatório anterior do SIPRI coocava o nível de despesa chinesa em apenas 20 biliões de dólares e um tal salto, implica uma aceleração do investimento em vários ramos e em diversos tipos de equipamentos modernos. Aparentemente, a China pretende completar com músculo, o domínio comercial e industrial que já exerce sobre a maioria do planeta. Apesar deste esforço intenso, as forças armadas chinesas são ainda relativamente obsoleta, especialmente para os padrões ocidentais e russos. As suas forças terrestres são muito numerosas,mas ainda estão equipadas principalmente com equipamento com mais de 20 anos, e os novos MBTs fabricados na China continuam muito abaixo em qualidade e capacidades de qualquer MBT ocidental ou russo. A força área continua a alinhar maioritariamente com versões locais de caças soviéticos da década de 50 e 60 e a Marinha - ainda que renovada com a chegada de navios russos - continua a ser insuficiente para as ambições de projeção de poder para o Índico e Pacífico anunciadas pelo Alto Comando.

Contudo, a tendência está clara… Os EUA serão cada vez menos uma potencia capaz de projetar o seu poder a qualquer ponto do globo e tenderão a ser cada vez mais uma mera potencia regional, como pontos de apoio ainda consideráveis nalguns cenários do mundo, mas longe já do seu apogeu da década de 80… E a China irá aparecer cada vez mais como uma potencia militar global, tendo ainda que vencer a batalha da modernização tecnológica e ultrapassar todas as barreiras de conhecimento que lhe faltam ainda através de parcerias com empresas ocidentais e russas ávidas de exportar tecnologia a todo o custo, sem terem em conta que daqui a 20 anos, os seus “parceiros” chineses já não irão precisar deles e começarão a fabricar e exportar… os aviões fabricados sob licença, como se queixou recentemente a Sukhoi a propósito de caças Su-SK, fabricados na China sob licença e que a China quer exportar para o Paquistão a uma fracção do preço dos caças russos.

Fontes:

http://www.spacewar.com/reports/China_Spending_Billions_To_Build_Up_Military_Capacity_Part_One_999.html
http://yearbook2008.sipri.org/05



Sistema da EADS pode ter utilizações militares e espiar países vizinhos

Fonte: Área Militar

A imprensa chilena noticiou no passado fim de semana que o país chegou finalmente a acordo com o conglomerado europeu EADS para a compra por cerca de 45 milhões de Euros de um satélite de observação terrestre.

O equipamento adquirido pelo Chile, é um satélite de órbita polar, ou seja, ele viajará a uma altitude de 630km desde o pólo norte até ao pólo sul, aproveitando a configuração do país, para varrer de norte a sul o território chileno.

Embora seja um equipamento pensado para funções civis, o novo satélite chileno, foi adquirido por opção e intervenção da Força Aérea Chilena (FaCh) pode também ter aplicações militares, pois ele fará várias passagens por dia em volta do planeta, tirando continuamente fotografias não só do território chileno, como também do território de países vizinhos, especialmente a Argentina e o Peru, prosseguindo depois para a Bolívia, Brasil e Venezuela.

A questão da aptidão ou não do satélite da EADS para funções de defesa, leia-se para funcionar como satélite espião, foi discutida pelos parlamentares chilenos que colocaram em causa a qualidade das imagens que o satélite poderia colectar durante as suas passagens ao logo do país de norte a sul.

A aquisição de um satélite espião por parte do Chile é um projecto antigo que já está em estudo há bastantes anos pelos militares chilenos.

A afirmação de que o satélite terá 5% de aplicação militar é porém no mínimo estranha. Primeiro porque o satélite será comprado com o dinheiro do Ministério da Defesa. E depois, os satélites tiram fotografias, pelo que ele pode ter utilização 100% militar, a partir do momento em que as imagens que obtém são entregues aos militares e influem (ou não) na tomada de decisões militares.

Parlamentares chilenos da comissão parlamentar de defesa puseram em causa a utilidade do sistema afirmando que o satélite poderá não ter resolução suficiente para que as imagens que tira tenham efectiva utilidade para os militares. Um deputado afirmou mesmo em entrevista à imprensa que se um satélite tão caro não tem resolução suficiente, «para que se comprou ?».
Rota aproximada do satélite chileno, que será lançado dentro de dois anos

A título de resposta, alguns responsáveis ligados ao projecto afirmaram entretanto que o preço pago é mais caro que o preço inicialmente previsto, porque inclui o lançamento e também todo o sistema de recepção de imagens. Os responsáveis adiantaram ainda que não compete aos deputados determinar se o satélite é ou não suficiente para as necessidades, porque são os militares que optaram pelo modelo e os militares estão satisfeitos.

O satélite chileno será lançado em 2010 da base de Kourou na Guiana Francesa

Fonte: Quintus

A NASA vai incluir na carga útil do foguetão privado “Falcon 1″ da SpaceX um “demonstrador tecnológico” de uma vela solar. O foguetão, a lançar ainda em 2008 (ver AQUI), entre 29 de Julho e 6 de Agosto. Este foguetão vai colocar em órbita um mini-satélite que vai estender uma vela solar designada por “NanoSail-D” para testar a validade de um conceito que visa alcançar dois propósitos: afastar satélites desactivados da órbita terrestre e servir como propulsor auxiliar ou principal para sondas inter-planetárias.


(A NanoSail-D in http://www.nasa.gov)

A NanoSail-D foi construída por elementos de plástico e alumínio pesando um total de 4,5 Kg e quando no Espaço vai estender quatro velas de três metros cada uma a partir de quatro mastros extensíveis a partir de uma célula central. A vela solar foi concebida para operar a partir de um módulo designado por “Poly Picosatellite Orbital Deployer” desenvolvido pelo Instituto Politécnico da Universidade da Califórnia.

Se o conceito provar a sua viabilidade, unidades de maiores dimensões poderão ser instaladas em sondas espaciais a caminho de planetas e satélites do Sistema Solar, empurrando-as através das particulas do vento solar que o Sol emite constantemente. De início, a sonda terá velocidades muito baixas, dada a relativamente fraca energia dessas partículas, mas uma vez que a aceleração é constante, ao fim de alguns meses alcançar-se-ão velocidades muito significativas, e sempre sem o consumo de qualquer combustível. Por esta razão é que esta forma de propulsão é particularmente interessante para viagens de longas distância, tipicamente além do sistema Terra-Lua. Alternativamente, um sistema idêntico pode ser instalado em cada satélite e a vela aberta quando este esgotar o seu combustível, caindo na Terra. Com a vela, o satélite desativado pode ser afastado de órbita, ou para órbitas mais altas e menos povoadas de satélites (reduzindo assim o risco de colisão com outros satélites) ou mesmo ser enviado para o Espaço, abandonando a órbita terrestre e qualquer possibilidade de impacto. Num futuro não muito longínquo, podemos até sonhar com naves à vela cruzando o Espaço a caminho dos planetas exteriores, tal como os nossos navegadores levavam as suas naus até às paragens do Extremo Oriente, e recorrendo novamente ao vento… desta feito, ao vento solar.

Em Video:


Fontes:
http://www.nasa.gov/mission_pages/smallsats/nanosaild.html
http://www.spacex.com/launch_manifest.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vento_solar

http://www.skyrocket.de/space/img_sat/cosmos-1__1.jpg

Espaçonave impulsionada pela luz solar

Agostinho Rosa - Site Inovação Tecnológica

À medida em que os preparativos para o vôo da primeira espaçonave movida à luz solar, a Cosmos 1, aproximam-se das etapas finais, aumenta o interesse sobre o vôo solar. Mas aumenta também o ceticismo. A nave de 40 quilos, construída pela organização Planetary Society, deverá ser lançada a bordo de um foguete russo em Setembro. Agora foi a vez do físico Thomas Gold, da Universidade de Cornell (Estados Unidos) chamar a atenção da imprensa, dizendo que o vôo solar não irá funcionar.

Não deixa de ser uma atitude corajosa. Afinal, a NASA e a ESA (Agência Espacial Européia) possuem projetos de construção de espaçonaves chamadas de "veleiros solares", em fases adiantadas de desenvolvimento. Além disso, a maioria dos cientistas afirma que elas irão funcionar.

A Cosmos-1 será lançada a bordo de um antigo míssil soviético, construído na época da Guerra Fria. O míssil é um SS-N-18, construído para ser lançado de submarinos. No fim da guerra fria, o acordo de desarmamento feito entre a então União Soviética e os Estados Unidos previa a destruição desses mísseis, a menos que eles recebessem alguma missão civil. Foi aproveitando essa oportunidade que nasceu o projeto da Planetary Society. O custo do lançamento, feito a partir do reaproveitamento de um míssil em desuso, será apenas uma fração do que o seria se se utilizasse um lançador comercial. Além disso, levando uma carga de apenas 40 quilos, os engenheiros esperam que o foguete possa facilmente atingir uma órbita entre 800 e 1.000 quilômetros de altitude.

Velas Solares

Os veleiros solares necessitam estar em órbitas altas, entre 600 e 800 quilômetros de altitude, dependendo da densidade da atmosfera. A densidade da atmosfera, por sua vez, é função dos ventos solares. O vento solar segue ciclos previsíveis de 11 anos de duração. Em 2.003, estamos no auge de um desses ciclos, o que significa que a Cosmos-1 deverá atingir uma órbita de pelo menos 800 quilômetros de altitude para que seu vôo possa ter sucesso.

Essa relação tem levado vários veículos de comunicação a divulgar informações incorretas sobre o princípio de funcionamento dos veleiros solares. O vôo a vela solar não acontece por impulso dos ventos solares. Ele deverá ocorrer, se a teoria se mostrar verdadeira, aproveitando a reflexão da luz solar. Quando os fótons atingem as enormes "velas" da nave, ela é impulsionada pela energia fornecida pelo choque dos fótons da luz solar contra o finíssimo material de suas velas, uma espécie de espelho refletor.

Os fótons não possuem massa, mas possuem momento. Os cientistas, pelo menos os que acreditam no vôo solar, prevêem que o fóton perderá energia ao se chocar contra a superfície espelhada da vela da espaçonave. Esta energia é que será suficiente para movimentar a nave no ambiente de vácuo, sem atrito, do espaço.

A teoria está de acordo com a lei de conservação de energia. Mas o professor Thomas Gold afirma que os engenheiros estão se esquecendo da termodinâmica, a disciplina da física que estuda as transformações e as interconexões entre dois tipos de energia quando um trabalho é realizado. Em entrevista à revista New Scientist, Gold afirma que o problema é que as velas da espaçonave são projetadas para serem espelhos perfeitos. E quando fótons são refletidos por uma espelho assim, eles não sofrem qualquer queda de temperatura. Segundo a regra de Carnot, continua o professor, se não há alteração na temperatura quando os fótons são refletidos, é impossível extrair-se qualquer energia que possa ser utilizada para movimentar a espaçonave.

Os alertas do professor Gold não são, obviamente, compartilhados por toda a comunidade científica. Se o fosse, os projetos de veleiros solares certamente não teriam saído da prancheta. O tempo dirá quem tem razão. E não é tanto tempo assim, já que a Cosmos-1 deverá entrar em órbita em setembro. Mas, com certeza, a polêmica atrairá para a Cosmos-1 também os olhos dos físicos teóricos, interessados em mais uma prova de uma teoria estabelecida, ou em indicações de que, quando se trata de luz, as coisas não funcionam exatamente como quando se está tratando de matéria.

A Rússia já lançou experimentos baseados no princípio do vôo solar a vela, ainda no tempo da estação espacial Mir. Mas os protótipos nunca atingiram a altitude necessária para que o vôo solar funcionasse, o que fez com que os próprios engenheiros russos descartassem suas experiências como provas de que o vôo a vela solar não funciona.

Mesmo as apostas sobre a Cosmos-1 são arriscadas, embora toda a comunidade científica mundial esteja de olho em seus resultados. O projeto já teve vários acidentes e adiamentos. Ao contrário dos projetos das agências nacionais ou internacionais, como a NASA e a ESA, o projeto Cosmos-1 está sendo bancado por uma entidade privada, com um orçamento extremamente apertado. Talvez isto possa ser utilizado a seu favor, caso o projeto não funcione. Os cientistas deveriam então aguardar um outro teste, feito com naves construídas sem estas limitações de orçamento e com o estado da arte em cada uma de suas peças, como as que serão feitas pelas agências espaciais governamentais. Por outro lado, a Cosmos-1 poderá ficar definitivamente na história, caso funcione mesmo com todas as suas limitações. Neste caso, ela merecerá os aplausos mesmo dos céticos.



Empresa dos Urais propõe o seu super-tanque para substituir T-72

Fonte: área Militar

Embora não tendo a mesma projecção do programa para a aquisição de aeronaves para a força aérea da Índia, o veículo de combate do futuro que está em estudo pelas autoridades militares indianas tem todas as características necessárias para se transformar num ponto de interesse e de concorrência internacional.

As escolhas e opções actuais têm vindo a ser condicionadas por dois poderosos grupos de interesses defendendo um deles a aquisição de viaturas blindadas de origem russa da família T-72 (T-90S) e a outra defendendo o carro de combate pesado «Arjun» um veículo cujo desenvolvimento demorou tanto tempo que segundo os seus opositores citados por fontes, se tornou obsoleto.

Tentando ultrapassar o problema, a Índia está agora a iniciar uma fase de estudo preliminar, no final da qual se deverão tomar decisões que influenciarão as futuras aquisições de carros de combate.
Várias empresas foram convidadas para esta primeira fase de contactos em que se pretende estudar as possibilidades que existem, as tecnologias e os conceitos mais modernos sobre os veículos de combate do futuro.

A importância do mercado indiano, a segunda mais importante de entre as chamadas «economias emergentes», onde as aquisições de veículos militares normalmente se cifram em milhares atrairá inevitavelmente os principais fabricantes mundiais de veículos de combate blindados.

Sem que seja surpresa, entre os primeiros a acusar a recepção do convite, está a empresa russa «Uralvagonzavod», literalmente «fábrica de vagões dos Urais», um complexo industrial construído no período da antiga União Soviética nos montes Urais e onde foi desenvolvido o tanque T-72.
A empresa, que já é a fabricante do T-90S (que está ao serviço no exército russo e foi encomendado pelo exército indiano), está a promover a sua próxima geração de veículo blindado, que é conhecido como Projecto-775, e também é referido não oficialmente como T-95, uma designação «NATO».

O projecto 775 já terá sido apresentado às autoridades militares russas, que não o consideraram oportuno. A opção russa para principal veículo de combte das suas principais unidades, é o T-90S e por isso o projecto 775 continua apenas em desenvolvimento lento. A análise das fotos que existem de um protótipo do T-95, parecem corresponder a um tanque T-90S com modificações ao nível da torre, onde foram estudados alguns conceitos - para a possibilidade de um desenvolvimento futuro – e com protecção lateral adicional, aparentemente idêntica à estudada para o tanque ucraniano Yatagan.

Aparentemente, e pelas diferentes configurações que têm sido mostradas pela imprensa especializada, o T-95 não é um conceito que esteja já definido.
A empresa de Nizhni-Tagil na Rússia começou a desenvolver o T-95 sem qualquer encomenda ou pedido e o modelo pareceu ser a resposta à iniciativa de outro agrupamento industrial, conhecido como Transmash e que se situa em Omsk, na Ásia central que também está a estudar um novo veículo, derivado do T-80, o T-80UM2, «Black Eagle».

O plano indiano para um projecto de novo veículo blindado, incorporando novas tecnologias e novos conceitos, aparece agora como uma possibilidade para co-financiar o desenvolvimento e eventual construção do T-95.

Várias características e tecnologias - umas mais fantasiosas que outras - têm sido apontadas como fazendo parte do projecto do novo veículo blindado.
Se é verdade que os «tanques» da família T-72 e T-80, não provaram em combate, tendo quase sempre sido derrotados quando colocados perante tanques ocidentais, não deixa de ser verdade que a escola russa de tanques, tem mais tradições que a dos países ocidentais, onde apenas a Alemanha tem uma tradição de desenvolvimento de carros de combate pesados que se lhe pode comparar.

Os desenhos conhecidos do «projecto 775» apontam para uma suspensão derivada do T-72, o que não é exactamente de estranhar, pois o que diferenciou a fábrica de Nazhni-Tagil mesmo no período da URSS, foi o seu desenho do sistema de suspensão para o T-72, mais eficiente e mais barata que a do tanque T-80[1]. O sistema motriz deverá ser melhorado e a potência do carro de combate deverá pelo menos igualar a do Abrams americano ou do Leopard-2 alemão, com um motor «multifuel» de 1500cv. Como o T-95 deverá manter um peso na casa das 50 toneladas, ele deverá por isso conseguir uma velocidade máxima na casa dos 80km/h ou eventualmente mais que isso.
A velocidade elevada sustentada, é importante quando o tanque tem uma blindagem inferior e embora não haja dados conhecidos, a blindagem do T-95 não deverá ser o seu forte, embora se espere que conte com ligas de vários metais e componentes cerâmicos além de uma cobertura reactiva.

Outra das características apontadas nos projecto se desenhos conhecidos, é a da torre de perfil muito baixo, completamente automática. O T-95 terá três tripulantes, ou apenas dois, consoante o nível de automatização. Entre as opções em estudo está a de um veículo com uma torre não tripulada equipada com um canhão de alma lisa de 152mm, capaz de atingir alvos a distâncias de 4km a 7km.
Especial ênfase será dado à protecção, que é universalmente aceite como o calcanhar de Aquiles de grande parte dos projectos russos. Com uma torre mais baixa e não tripulada, a protecção lateral pode ser melhorada, aumentando assim a possibilidade de sobrevivência da tripulação.

O desenvolvimento do T-95, não deixará também de passar pelos novos sistemas de intercomunicação e interligação de dados de combate.

O crescente poder da Índia leva a que o país - continuando sempre a olhar com a desconfiança tradicional para o seu vizinho Paquistão – pense na sua posição estratégica no sul da Ásia, onde inevitavelmente a China aparece como o seu potencial rival do futuro. As relações de parte do «establishment» indiano com os fabricantes russos, que já vem de longa data desde que a Rússia adquiriu os primeiros tanques T-54 ainda nos anos 50 do século XX, não deixará de ser um argumento na luta que se está a aproximar pela definição do que será o próximo carro de combate da Índia.

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Chávez vence a gigante americana Exxon Mobil

Fonte: Carta Capital

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, obteve, o que se pode chamar de vitória em campo inimigo. Uma comissão internacional de arbitragem constituída na Inglaterra deu ganho de causa à PDVSA em uma disputa bilionária contra a gigante americana Exxon Mobil. Com a decisão, 12 bilhões de dólares em recursos da estatal venezuelana foram descongelados. O dinheiro estava bloqueado desde janeiro, quando a maior empresa de petróleo do mundo obteve uma liminar na ação que questionava a legalidade da nacionalização de projetos de exploração.

Chávez ameaçou, no mês passado, interromper as exportações de petróleo para os Estados Unidos e elevar os impostos pagos pelas empresas estrangeiras do setor, mas derrotou a Exxon com base em uma premissa legal: a PDVSA não mantém qualquer tipo de ativo na Inglaterra, onde a ação foi proposta. O argumento foi aceito pelo juiz Paul Walker, que disse não ver nenhum motivo para a disputa ser decidida naquele país.

As regras de comercialização do petróleo na Venezuela não foram alteradas, mas a briga é apontada como um dos fatores que contribuíram para o preço da commodity ter ultrapassado a casa de 110 dólares o barril. E a Exxon promete mais combustível para a turbulência no mercado, ao dar a entender que não considera a batalha liquidada. “A Corte não questionou os méritos do nosso pedido”, afirmou um porta-voz da Exxon, famosa por se envolver em intermináveis contendas judiciais. Uma ação similar, segundo a empresa, corre paralelamente na Holanda e nas Antilhas Holandesas.

A Venezuela fornece cerca de 1,25 milhão de barris de petróleo diários aos EUA, atrás apenas do Canadá e da Arábia Saudita. A PDVSA, por sua vez, representa a principal fonte de receita internacional do governo Chávez. O ministro do Petróleo venezuelano e presidente da PDVSA, Rafael Ramírez, afirmou que o país pretende mover uma ação judicial contra a Exxon.

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EFE - Via G1

Os Estados Unidos estiveram "envolvidos" no golpe de Estado de 2002 contra o presidente venezuelano, Hugo Chávez, embora ainda não se saiba o papel exato que o país teve na ação, denunciou hoje a ONG americana National Security Archive.

"Não tenho dúvida de que os Estados Unidos estão envolvidos no atentado contra Chávez", disse à Agência Efe em Santiago do Chile Peter Kornbluh, diretor dessa organização dedicada a revelar documentos secretos.

O golpe de Estado de 11 de abril de 2002 afastou do poder por cerca de 48 horas o chefe de Estado venezuelano, que, em diversas ocasiões, acusou os Estados Unidos de estarem por trás da manobra.

Kornbluh, que hoje participou de um seminário na capital chilena, disse que a organização obteve "documentos que demonstram que EUA, o serviço de inteligência e o Governo americano conheciam com dias de adiantamento os planos dos golpistas".

No entanto, ressaltou que a entidade a qual dirige não tem "documentos (sobre) um plano ou uma participação americana" no golpe e, por isso, pediram relatórios sobre essa possível ingerência.

"Acho que, algum dia, obteremos esses documentos, mas sem estas provas não podemos dizer qual foi o papel exato dos EUA antes do golpe", indicou Kornbluh.

Não se sabe "a que nível foi, mas pelo menos (EUA) tinham contato com os golpistas", acrescentou.

O diretor da organização, que revelou documentos que demonstram a implicação dos EUA na implantação de ditaduras na América Latina nos anos 70, afirmou que o país perdeu a influência na região.

Em sua opinião, a América Latina conta com Governos mais estáveis e economias mais desenvolvidas que forjam vínculos com outros países como China, especialmente pela liderança da Venezuela, que distribui ajuda a Bolívia, Equador e Nicarágua, entre outros. EFE

Foto: AFP
Homens testam o desempenho do carro elétrico pelas ruas da capital chilena (Foto: AFP)
Movido a bateria, ele leva cerca de seis horas para ser completamente carregado.
Compacto foi projetado para uso em condições urbanas e manobra em espaços reduzidos.
Do G1, com informações da France Press

O carro 100% elétrico da montadora indiana Reva foi lançado nesta terça-feira (29) em Santiago, no Chile, onde passará a ser comercializado.

Em meio à onda dos veículos ecologicamente corretos e na busca de soluções para a crise do petróleo, o carro de duas portas pode acomodar - acreditem - até dois adultos no banco da frente e duas crianças no de trás.

Movido a bateria, ele leva cerca de seis horas para ser completamente carregado e tem autonomia para percorrer até 80 quilômetros dependendo do uso. Com capacidade de manobra impressionante, o hatch foi projetado para ser usado em condições urbanas. No Reino Unido e na Europa, ele é classificado como um quadriciclo.

Foto: AFP
Com autonomia para percorrer 80 quilômetros, veículo acomoda dois adultos e duas crianças (Foto: AFP)
Foto: AFP
Hatch foi feito para ser usado em condições urbanas (Foto: AFP)

http://www.diarioenfoques.net/Tam_Mercosur_2007.gif
Outros 133 funcionários serão incorporados no Brasil.
TAM Airlines é, desde março, a nova denominação da TAM Mercosur.
Da Agência Estado via G1

A TAM vai demitir 120 funcionários e incorporar outros 133 no Brasil da sua subsidiária com sede em Assunção, no Paraguai, a TAM Airlines. A companhia aérea informou ainda que realizará alterações na malha aérea da subsidiária, nas rotas que têm a capital paraguaia como origem ou destino.

"A busca de sinergias está em consonância com a estratégia de expansão da nossa presença no mercado internacional e visa promover a otimização de processos", afirmou, em nota, o presidente da empresa, David Barioni Neto, também responsável pela direção-executiva da TAM Airlines e presidente do Conselho de Administração da empresa paraguaia.

A TAM Airlines é, desde março, a nova denominação da TAM Mercosur. A companhia oferece vôos a partir de Assunção para destinos na Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Uruguai e dentro do Paraguai.

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Empresa afirma que as duas marcas continuarão a existir separdamente.
Proposta de mudança foi submetida à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Do Valor OnLine via G1

A Gol Linhas Aéreas comunicou na noite desta quarta-feira (30) que pretende fazer uma reestruturação societária por meio da qual suas subsidiárias Gol Transportes Aéreos (GTA) e VRG Linhas Aéreas (VRG) serão reunidas em uma só empresa. Segundo a companhia área, a proposta para esta mudança foi submetida à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A assessoria de imprensa da Gol confirmou essas informações ao G1.

A empresa reforçou que as marcas Gol e Varig utilizadas atualmente serão mantidas. Segundo a companhia, a reorganização visa otimizar a estrutura operacional do grupo e proporcionar maior eficiência na prestação de serviços. A Gol diz que será possível integrar as operações da GTA e da VRG, explorar sinergias e ampliar e melhorar a oferta de serviços aos clientes.

A controladora disse ainda que com a reorganização ela assume todas as obrigações em nome da GTA e da VRG.

Foto: Roberto Franca/JC Imagem/AE

Roberto Franca/JC Imagem/AE
Avião de pequeno porte faz pouso forçado na BR-102 em Pernambuco (Foto: Roberto Franca/JC Imagem/AE)
Aeronave saiu de São Paulo com destino ao Recife e teria sofrido uma pane elétrica.
Técnicos da Anac vão inspecionar o avião, que seria usado para pulverizar plantação.
Do G1, em São Paulo, com informações da Globo Nordeste

Um avião de pequeno porte fez um pouso forçado na BR-102 em Pernambuco, na tarde desta quarta-feira (30). A aeronave, que partiu de São Paulo com destino ao Recife, sofreu uma pane elétrica.

O piloto conseguiu pousar na estrada no município de Agrestina, distante 155 quilômetros do Recife. Ele não ficou ferido.

O avião foi levado para um posto de gasolina na rodovia. Técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) chegam ao local para inspecionar a aeronave na manhã de quinta-feira (31).

Segundo o piloto, o avião seria usado para pulverizar a plantação de cana-de-açúcar de uma usina da Região Metropolitana do Recife.

Patrick Swayze negocia participação em continuação de "Dirty Dancing"

O ator procura superar trabalhando um câncer no pâncreas

diagnosticado no início do ano

Quem Online via G1

People

Lutando contra um câncer no pâncreas que foi diagnosticado no início deste ano, o ator Patrick Swayze dá mostras de que não pretende se deixar levar pelo pessimismo, informou o jornal britânico “Daily Express” na terça-feira (29).

De acordo com a publicação, Swayze está negociando estrelar uma seqüência de “Dirty Dancing – Ritmo Quente”, filme de 1987 que se tornou um marco na carreira do ator.

“Ele está muito bem e tem recebido diversas propostas de trabalho.Todo mundo deseja que Patrick protagonize a seqüência de'Dirty Dancing, basta ele decidir”, afirmou uma pessoa próxima ao ator.

Enquanto as negociações não são encerradas, o ator está trabalhando na série “The Beast”, em que interpreta um agente do FBI.

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31 de Julho é o 212º dia do ano no calendário gregoriano (213º em anos bissextos). Faltam 153 para acabar o ano.

Eventos históricos

Nascimentos

Falecimentos

Feriados e eventos cíclicos


LITURGIA DIÁRIA

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Evangelho (Mateus 13,47-53)

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 47"O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. 48Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam. 49Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, 50e lançarão os maus na fornalha de fogo. E aí, haverá choro e ranger de dentes. 51Compreendestes tudo isso?" Eles responderam: "Sim". 52Então Jesus acrescentou: "Assim, pois, todo mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas". 53Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali.

Santo Inácio de Loyola

 Santo Inácio de Loyola
Neste dia celebramos a memória de um Santo que marcou profundamente a história da Igreja, por isso está escrito na Laudes: "Nosso canto celebre a Inácio, de um exército de heróis comandante, general que os soldados anima com palavras e atos, constante".
Inácio nasceu em Loyola na Espanha, no ano 1491, e pertenceu a uma nobre família religiosa, ao ponto de receber com 14 anos a tonsura, mas preferiu a carreira militar e assim como jovem valente entregou-se às ambições e às aventuras das armas e dos amores. Aconteceu que durante a defesa do castelo de Pamplona, Inácio quebrou uma perna, precisando assim ficar paralisado por um tempo; desse mal Deus tirou o bem da sua conversão, já que depois de ler a Vida de Jesus e alguns livros da vida dos Santos concluiu: "São Francisco fez isso, pois eu tenho de fazer o mesmo. São domingos isso, pois eu tenho também de o fazer".
Realmente ele fez, como os santos o fizeram, e levou muitos a fazerem "tudo para a maior glória de Deus", pois pendurou sua espada no Santuário de Montserrat, entregou-se à vida eremítica, na qual viveu seu "famosos" Exercícios Espirituais, e logo depois de estudar filosofia e teologia lançou os fundamentos da Companhia de Jesus. A intituição de Inácio iniciada em 1534 era algo novo e original, além de providencial para os tempos da Contra-Reforma. Ele mesmo esclarece: "O fim desta Companhia não é somente ocupar-se com a graça divina, da salvação e perfeição das almas próprias, mas, com a mesma graça, esforçar-se intensamente por ajudar a salvação e perfeição das do próximo".
Com Deus Santo Inácio de Loyola, que "tinha um alma maior que o mundo conseguiu", como disse Gregório XV, conseguiu testemunhar sua paixão convertida, pois sua ambição única tornou-se a aventura do salvar almas e o seu amor a Jesus. Foi para o Céu com 65 anos e lá intercede para que nós façamos o mesmo agora "com todo o coração, com toda a alma, com toda a vontade", repetia.

Virgin apresenta aeronave que lançará vôos ao espaço

Postado por Vinna terça-feira, julho 29, 2008 0 comentários

WhiteKnightTwo transportará espaçonave que levará turistas a viagens suborbitais.
Da BBC - Via G1

A empresa britânica Virgin Galactic inaugurou nesta segunda-feira a WhiteKnightTwo (WK2), a aeronave que levará ao espaço, no ano que vem, sua primeira espaçonave comercial, a SpaceshipTwo.

Batizada de Eve, em homenagem à mãe do dono da empresa, Richard Branson, a WhiteKnightTwo foi desenvolvida durante quatro anos no Deserto de Mojave, no Estado americano da Califórnia.

De acordo com a Virgin Galactic, a aeronave terá como função transportar a espaçonave a uma altura de 15 km, de onde a lançará para o espaço.

Em questão de segundos, os turistas espaciais vão voar a uma velocidade três vezes superior à do som até que a nave atinja uma distância de 110 km da Terra.

Foto: Divulgação
WhiteKnightTwo tem a aparência de dois aviões "grudados" pelas asas (Foto: Divulgação)

Ausência de gravidade

Durante cerca de cinco minutos, os turistas vão poder estão deixar seus assentos para viver a experiência da ausência de gravidade e observar o espaço através de grandes janelas circulares situadas nas paredes e no teto da fuselagem.

A nave iniciará em seguida o retorno à Terra. Serão vôos suborbitais, que atingem o espaço, mas não chegam a realizar uma volta completa em torno do planeta. O primeiro vôo deve transportar oito pessoas -- dois tripulantes e seis turistas espaciais, que pagaram US$ 200 mil para garantir um lugar a bordo. Entre eles está o brasileiro Bernardo Hartogs, de 53 anos.A Virgin Galactic promete aos turistas espaciais uma experiência "intensa, maravilhosa e verdadeiramente inesquecível".A SpaceshipTwo ainda está sendo fabricada. A Virgin espera operar os primeiros testes com a WhiteKnightTwo na segunda metade deste ano.

Foto: Divulgação
Aeronave faz parte de ambicioso projeto da empresa do bilionário Richard Branson (Foto: Divulgação)

Foto: Divulgação
Companhia promete fazer os primeiros vôos já no próximo ano (Foto: Divulgação)

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Ilustração mostra o WhiteKnightTwo soltando a nave espacial SpaceShipTwo (Foto: Divulgação)

Ronald A. Gray em foto de abril de 1988

AP -Ronald A. Gray em foto de abril de 1988


Medida é o primeira do tipo em mais de 50 anos;

condenado estuprou e matou na década de 1980

Associated Press - Via Estadão

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, aprovou o pedido do Exército americano para a execução de um soldado condenado por estupro e assassinato. Segundo a BBC, esta é a primeira vez em mais de 50 anos que um presidente americano autoriza uma sentença de morte para um integrante das Forças Armadas. Roland Grey foi condenado em 1988 por crimes cometidos quando servia na base do Exército no Estado americano da Carolina do Norte.

"Embora a aprovação de uma sentença de morte para um membro das nossas Forças Armadas seja uma decisão séria e difícil para um comandante-em-chefe, o presidente acredita que os fatos do caso não deixam dúvida de que a sentença é justa", disse em nota Dana Perino, porta-voz da Casa Branca.

Nos tribunais militares, "o soldado Gray foi condenado por cometer crimes brutais, incluindo dois homicídios, uma tentativa de homicídio e três estupros. As vítimas incluíam um civil e dois membros do Exército. As orações do presidente são para todas as vítimas destes crimes hediondos, suas famílias e todos os outras pessoas afetadas".

Em tribunais civis da Carolina do Norte, Gray se declarou culpado de dois assassinatos e cinco estupros e foi condenado a três e cinco cadeias perpétuas, respectivamente. Posteriormente, em uma corte marcial realizada em abril de 1988, foi declarado culpado de dois assassinatos, uma tentativa de assassinato e três estupros. O júri decidiu condená-lo à morte por unanimidade.

Diferentemente das cortes civis, um membro das Forças Armadas dos EUA não pode ser executado até que o presidente aprove a sentença de morte. Gray está no corredor da morte no Forte de Leavenworth, no Kansas, desde abril de 1988. Apenas 10 membros do Exército foram executados após a aprovação presidencial desde 1951, quando foi promulgado um novo Código da Justiça Militar.

O presidente Eisenhower foi o último líder americano a aprovar uma execução militar. Em 1957, ele aprovou a sentença de morte de John Bennett, um soldado do exército condenado no estupro e na tentativa de homicídio de uma garota austríaca de 11 anos. Ele foi enforcado em 1961.

Companhia argentina registra atraso em cinco vôos na tarde de segunda

Vôo com embarque previsto para as 18h35 foi remarcado para sair do Rio às 19h55.
Guichês de check-in da empresa ficaram vazios durante a tarde.
Daniella Clark Do G1, no Rio

Foto: Daniella Clark/G1
Daniella Clark/G1
Os ghichês de check-in da companhia aérea argentina ficaram vazios durante a tarde (Foto: Daniella Clark/G1)

Mais um vôo da Aerolíneas Argentinas foi adiado na tarde desta segunda-feira (28) no Aeroporto Internacional Tom Jobim. O de número 1257, com embarque previsto para as 18h35, foi remarcado para sair do Rio às 19h55, rumo a Buenos Aires. Já o vôo 1256, que vem da capital portenha, teve a chegada no Rio adiada das 17h55 para as 19h35. Ao todo, cinco vôos da companhia foram remarcados na tarde desta segunda no Rio.

No início da tarde, o vôo 1255 teve três mudanças de horário e acabou deixando o solo brasileiro rumo a Argentina por volta das 16h. Já o vôo 1254 chegou ao Rio às 15h40, com atraso de três horas.

O vôo previsto para chegar ao Rio às 21h50 já tinha sido remarcado no início da tarde para desembarcar às 00h45 de terça (29) no aeroporto carioca, vindo de Buenos Aires. No check in da empresa, os guichês ficaram vazios durante toda a tarde. O vôo 1259 está previsto para sair às 8h desta terça no Rio e há ainda outro vôo com embarque marcado para 13h10.

Desde sexta tentando embarcar

O atraso do vôo 1254, da Aerolíneas Argentinas, era de três horas. Mas muitos dos passageiros que desembarcaram no Brasil, por volta das 15h40 desta segunda-feira (27), esperaravam desde sexta-feira (25) para deixar Buenos Aires. Caso da publicitária Leila Almeida, que esperava fazer apenas uma conexão na cidade argentina e acabou tendo que pagar um hotel três estrelas para não dormir no chão do aeroporto. O vôo 1256 que estava previsto para chegar 17h55 foi adiado para as 19h35.


“Foi uma loucura. Tive muitos custos e não fui ressarcida. A cidade estava lotada e, até para conseguir vaga no hotel, tive que dormir no sofá. O pior é a falta de respeito dos funcionários da companhia, deixavam a gente falando sozinho. Eles se colocavam como vítimas. E nós, somo o quê?”, conta Leila, após dar um abraço na filha Lívia, de 22 anos, que não via havia um mês, desde sua viagem para Madri.

Para esperar a mãe no aeroporto, Lívia ficou acompanhando a situação dos vôos pela internet.

“Fiquei olhando pelo site e vi que o vôo estava atrasado. Cada hora davam um horário diferente. Quando apareceu que chegaria à tarde arrisquei e vim para cá, mas não tinha certeza”, contou a estudante.

Caos continua na capital argentina

Mesma maratona enfrentou o casal de empresários Ana Paula e Magno Aragão, que desde sábado tentavam embarcar para o Brasil com os três filhos. Quem desembarcava por aqui trazia notícias nada animadoras de Buenos Aires: segundo os passageiros, o caos na capital argentina continua, com crianças dormindo no chão, saguões lotados e desinformação.

“Está um caos, os vôos atrasam e levam a um efeito dominó nos horários. Eu deveria ter embarcado no domingo. E a companhia simplesmente não dava nenhuma explicação”, contou a estudante Joyce Cristina, de 26 anos.

O casal de advogados Pietro Lemos e Marina Pons disse só ter conseguido voltar para o Brasil porque se uniu a outros brasileiros.

“Se fosse pelos argentinos, nós ainda estaríamos lá. Só estamos aqui porque os brasileiros se uniram para conseguir um jeito de sair de lá, nos mobilizamos”, explicou Marina.

“É uma bagunça total”, completou Pietro.

Foto: Daniella Clark / G1

Daniella Clark / G1
Mãe e filha enfrentaram mais de 24 horas para entrar num avião rumo ao Brasil. (Foto: Daniella Clark / G1)
Argentina sofre para passar férias no Rio

O sofrimento é o mesmo para argentinos que tentavam embarcar para férias no Rio. Alejandra Lopez e a filha Mora Iriarte, de 6 anos, enfrentaram mais de 24 horas de espera para entrar num avião rumo ao Brasil. O vôo deveria ter saído às 9h da manhã de domingo (27).

“Enfrentei três atrasos de vôo, minha filha não parava de chorar. É uma vergonha. Aerolíneas, nunca mais”, disse a argentina, que passará uma semana em Búzios.

O próximo desembarque da empresa no Rio estava previsto para as 17h55, mas foi adiado para as 19h35. Há ainda um embarque rumo a Buenos Aires previsto para as 18h35.

Em um dos vôos, estava um grupo de bodyboarders que faz escala em Buenos Aires para ir à cidade de Arica, no Chile, onde vão participar de um circuito mundial de bodyboard. O atleta Rino de Souza, 26 anos, chegou às 9h no Aeroporto Internacional Tom Jobim e teria que embarcar numa conexão em Buenos Aires.

"Espero que a gente chegue a tempo, mas não temos mais o que fazer. Agora, é só rezar", diz ele, que, como os demais passageiros, recebeu tíquete de alimentação.
Foto: Daniella Clark / G1
Daniella Clark / G1
Grupo de bodyboarders teme perder campeonato devido a atrasos (Foto: Daniella Clark / G1)

Grupo chegou de manhã no aeroporto Tobias Widera, de 25 anos, e Wanderson Araújo, de 22, também estão no grupo de bodyboarders. Segundo eles, o campeonato que vão disputar começa dia 1º de agosto, mas eles têm apenas até o dia 30 para se inscrever.

"Eles não nos explicaram por que estava atrasado. Estamos desde 9h aqui no aeroporto", disse Wanderson.

O grupo teria que embarcar às 18h35 em Buenos Aires, rumo a Santiago, mas os atletas já calculavam que não chegariam a tempo. "Estamos correndo o risco de perder a conexão e o campeonato", disse Rino de Souza.

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Autoridade alertou companhias aéreas sobre tanques

AE-AP - Agencia Estado

SIDNEY - A Administração de Aviação dos EUA alertou as companhias aéreas para que inspecionassem os cilindros de oxigênio das aeronaves meses antes da dramática emergência, semana passada, durante um vôo da australiana Qantas em que aparentemente explodiu um tanque de ar.

O incidente ocorreu com o avião a 8,8 mil metros de altitude sobre o Mar da China, na sexta-feira, com 350 passageiros a bordo. A provável explosão abriu um buraco enorme na fuselagem da aeronave. A empresa se pronunciou hoje, alegando que o problema foi causado por uma falha mecânica que não havia como ser prevenida. As investigações deverão apontar a causa exata do problema.

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Embraer acelera formação de engenheiros

Fonte: Valor online

Dos quase de 4 mil engenheiros que trabalham na Embraer, cerca de 800 passaram pelo chamado programa de especialização em engenharia (PEE), um curso criado pela própria empresa para formar a sua mão-de-obra. Engenheiro aeronáutico é um trabalhador escasso hoje no mercado. E a alta qualificação que o desenvolvimento de aviões requer o transforma em um profissional ainda mais cobiçado. O programa da Embraer já está na 14ª turma. Quando esses alunos terminarem o curso já serão mil formados pela empresa.

Privatizada em dezembro de 1994, a Embraer cresceu rápido. A evolução no ritmo das entregas de aeronaves fabricadas pela empresa saiu de quatro unidades em 1996 para 169 em 2007 e a expectativa é chegar a 200 este ano. No entanto, a formação de engenheiros aeronáuticos não acompanhou o mesmo ritmo.

O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), uma referência na área, forma em torno de 130 engenheiros por ano. A escola de engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo conta com um curso e engenharia aeronáutica há apenas cinco anos e forma só 35 profissionais por ano. Além dessas, existem somente alguns cursos de engenharia mecânica com ênfase em aeronáutica em escolas como a Universidade Federal de Minas Gerais.

É muito pouco. Dados do ITA indicam que somente para a Embraer seriam necessários 400 novos engenheiros por ano. Sem contar a mão-de-obra para os fornecedores da própria Embraer e os engenheiros com conhecimento no setor requisitados pelas companhias aéreas para tarefas como manutenção e planejamento de rotas.

Para tornar o quadro de escassez dessa mão-de-obra ainda mais crítico, o mercado financeiro acaba atraindo boa parte dos formandos. Esse movimento aconteceu com mais ênfase até meados da década de 90, quando quase não havia ofertas no mercado de trabalho para o engenheiro aeronáutico. Mas continua a acontecer ainda hoje, segundo relatam professores e alunos. Na busca dos melhores talentos em ciências exatas, os bancos de investimentos oferecem, muitas vezes, salários mais atraentes.

Criado em 2001, o programa da Embraer ganhou fama em todas as universidades do país, tanto ou mais do que muitos vestibulares. Para disputar as 100 a 150 vagas abertas anualmente concorrem, em média, aproximadamente 4 mil candidatos. O processo de seleção vai de agosto a fevereiro.

Antes de mais nada, o candidato precisa ter inglês fluente e ser formado em engenharia há no máximo dois anos ou três anos, no caso de já ter pós-graduação. A partir daí começa a maratona da seleção, que começa com uma etapa via internet até chegar às entrevistas finais. A Embraer seleciona os engenheiros ligados ao ramo de ciência exatas, não necessariamente com formação em aeronáutica.

"O exame técnico tem a ver com o raciocínio lógico; não se trata de uma prova de conhecimentos fundamentais de engenharia", explica o gerente dos programas de capacitação em engenharia da Embraer, Sidney Lage, um engenheiro que define a profissão como uma missão que mistura paixão e dedicação.

Uma vez escolhido, o engenheiro que vira novamente aluno vai passar 2,6 mil horas - em 18 meses - fazendo o curso da Embraer, que conta com a parceria do ITA. A Embraer concede uma bolsa e ajuda de custo para alimentação e transporte, além de um notebook. O número de desistências não passa de 5%, segundo a empresa. E, quase todos ganham uma vaga na Embraer. "A seleção é tão forte que não existe problema de aproveitamento", destaca Lage.

Recentemente a Embraer inaugurou o que chama de núcleo de desenvolvimento de pessoas, uma espécie de mini campus com dois prédios de três andares e um auditório, localizado no subdistrito de Eugênio de Melo, próximo à maior fábrica da empresa, em São José dos Campos (SP). "O conhecimento é fundamental no nosso negócio", afirma a diretora de recursos humanos, Eunice Rios. Segundo ela, nos últimos cinco anos a Embraer investiu R$ 300 milhões em programas de desenvolvimento e treinamento. A empresa tem 23,85 mil empregados.

O crescimento do mercado de trabalho tem levado as empresas a pressionar para que as grandes escolas ampliem o número de vagas. Mas a direção do ITA se mostra preocupada em manter o padrão que sustenta a sua grife. "Muito do sucesso da escola se deve ao seu modelo", afirma o pró-reitor de graduação, Alberto Adade Filho. O professor diz que não há como ampliar o número de vagas sem um investimento de peso.

Uma das preocupações do instituto é preservar a qualidade da instrução experimental nos laboratórios. Outra questão que preocupa é o alojamento, já que morar no próprio campus faz parte da cultura dos chamados "iteanos".

O rótulo de formador da elite intelectual na área de ciências exatas confere ao ITA um status único. Mas, ao mesmo tempo faz com que boa parte dos seus alunos se sinta tentada a trocar um trabalho na indústria aeronáutica pelo mercado financeiro.

No terceiro ano do curso, o pernambucano Gabriel Meira diz que já se sente tentado a buscar emprego em bancos. Os salários que o setor oferece, diz, estão acima das médias de R$ 5 mil a R$ 8 mil pagos pela indústria.

A migração para os bancos não é exclusiva dessa escola. O diretor para os cursos de pós-graduação da SAE (Sociedade de Engenharia da Mobilidade), José Luiz Albertin, diz que entre 60% e 65% dos formandos de escolas de engenharia como a Poli, da Universidade de São Paulo, preferem seguir carreira no mercado financeiro.

Não é só isso, alerta Albertin, que provoca a escassez desses profissionais no mercado. Ele lembra que os engenheiros passaram as décadas de 80 e 90 sem achar empregos. A moral da profissão não conseguiu se reerguer a tempo de acompanhar o crescimento econômico do país. Além disso, destaca, o curso é longo e caro e a especialização nessa profissão leva tempo. "Em geral, quando o engenheiro termina a escola ele pode ter um bom nível, mas só vai conseguir acelerar na especialização quando entrar na indústria", destaca.

http://www.webluxo.com.br/menu/aviacao/phenom_100.jpg

Competição divulga novos talentos

De São Paulo

Para chamar a atenção da indústria, os melhores talentos da engenharia aeronáutica não medem esforços. Ser premiado no concurso de desenho de aviões garante uma boa visibilidade.

Formado em engenharia mecânica com especialização em aeronáutica pela Universidade Federal de Belo Horizonte em 2001, o mineiro André Van de Schepop é hoje um engenheiro de desenvolvimento da Embraer e um dos organizadores do Aerodesign, uma competição que ele próprio participou nos tempos de faculdade.

Patrocinado pela SAE, uma associação de engenheiros da mobilidade, o Aerodesign terá a sua 10ª edição, em outubro, com um recorde de participação estrangeira. A competição, que será realizada no Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), em São José dos Campos (SP), contará com estudantes brasileiros, venezuelanos e mexicanos.

"O maior objetivo do Aerodesign é o aprendizado", afirma Schepop, que tomou gosto por aviões aos 12 anos de idade e desde o início dos estudos tinha um emprego na Embraer como meta. Para ele, a rigidez do regulamento e a complexidade dos projetos exigidos faz com que esse tipo de competição revele os melhores talentos para a indústria aeronáutica.

O regulamento da prova sai em janeiro, a cada ano. As inscrições são feitas em abril e seis meses depois uma legião de estudantes se espalha em hotéis e casas de amigos na cidade de São José dos Campos para os quatro dias de competição. Este ano serão 800 estudantes desafiados a projetar e construir aviões rádiocontrolados. Serão 77 equipes (67 brasileiras, oito da Venezuela e duas do México). (MO)

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