Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

BrahMos 2 a caminho...

Postado por Vinna terça-feira, setembro 30, 2008 0 comentários

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Rússia e Índia desenvolvem míssil supersônico invulnerável

Fonte: Pravda

Rússia e Índia vão desenvolver juntas o míssil supersônico "BrahMos 2”, declarou esta segunda-feira o diretor gerente da empresa mista "BrahMos", Siwathanu Pillei.

“ A comissão intergovernamental para a cooperação técnica e militar acordou hoje criar um grupo de trabalho que procederia ao desenvolvimento do míssil supersônico "BrahMos 2”, informou Pillei durante a reunião realizada com o ministro da Defesa da Rússia , Anatoli Valverdiano.

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A empresa russo-indiana produz atualmente o míssil supersônico contra navios “BrahMos”. A velocidade do míssil elaborado deverá superar cinco vezes ou mais a velocidade do som , e então o “BrahMos2”, será praticamente invulnerável aos mísseis interceptores.

http://www.ruvr.ru/files/Image/Defense_issues/Admiral_Panteleev_russian_ship.jpg
Ucrânia não renovará empréstimo de base à Rússia, diz premiê

Primeira-ministra pró-Moscou tenta buscar apoio para se manter no poder após romper com pró-ocidentais

Agências internacionais - Via Estadão - (Com Renata Miranda, de O Estado de S. Paulo)

KIEV - A primeira-ministra da Ucrânia, Yulia Timochenko, disse nesta quarta-feira, 24, que o país não estenderá o empréstimo da base naval de Sebastopol para a Rússia, onde fica instalada a frota russa no Mar Negro, além de 2017, segundo informações da AFP. A premiê, membro do partido pró-Rússia, tenta manter o apoio no Parlamento depois que a aliança com o presidente pró-Ocidente Viktor Yushchenko anunciou o rompimento do acordo, causando uma tempestade política no país. Os partidos iniciarão negociações para formar uma nova aliança em 30 dias. Se fracassarem, a Ucrânia terá de realizar sua terceira eleição legislativa em três anos.

O debate sobre a presença naval russa em território ucraniano se intensificou depois da recente intervenção militar da Rússia na vizinha Geórgia, para proteger a região separatista da Ossétia do Sul. Agora, há discussões sobre o latente sentimento russófilo na Criméia, uma região onde há grande população de origem russa. Sebastopol, na península da Criméia, abriga a frota russa do mar Negro há 225 anos, embora o pró-ocidental presidente da Ucrânia, Viktor Yushchenko, - que rompeu a aliança com a premiê ucraniana - já tenha se manifestado contra a renovação da concessão, que vence em 2017. A Marinha russa poderia transferir as operações para uma outra base que está em construção, mas esta é menos adequada do que Sebastopol.

"Temos que manter a vigência do acordo até 2017, já que foi firmado pelos dois países e posteriormente fazer da Ucrânia um país livre de qualquer base militar", afirmou Yulia em coletiva de imprensa. Moscou pretende manter a base na Criméia, e diz que apresentará novas "propostas" para tentar convencer Kiev, segundo afirmou o ministro da Defesa russo, Anatoli Serdiukov, na terça-feira.

A presença russa na Ucrânia é bastante forte - mais de 50% dos ucranianos falam russo e um quinto da população do país é de russos. A maioria vive na parte oriental do país, mais rica e urbanizada. A Criméia foi considerada parte da Rússia até 1954, quando, em um "ato de boa vontade", foi cedida a Kiev pelo líder soviético Nikita Kruchev, nascido na Ucrânia. No entanto, após o colapso da União Soviética, os dois países passaram a brigar pela posse do território. O conflito foi resolvido em 1997 por meio de um acordo no qual Moscou se comprometeu a pagar US$ 98 milhões por ano, até 2017, para poder usar a base de Sebastopol.

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Frota russa de Sebastopol se deslocaria para Síria

Fonte: Pravda

O Comandante da Marinha de Guerra da Rússia, Vladimir Vysotski, tem intenções de aumentar a presença militar russa naval baseada agora na cidade ucraniana de Sebastopol, e reflexiona sobre o projeto de deslocar a Frota do Mar Negro (FMN) à bacia do Mediterrâneo depois de 2017, sem esperar a tomada da decisão política correspondente.

Segundo uma publicação da agência russa RBK os expertos militares consideram como sensata a idéia de deslocamento da Frota, mas acreditam de populista a declaração sobre o aumento do número de navios em Sebastopol.

“ A idéia de colocar no Mar Negro até 100 navios de guerra daqui a uns 20 anos, é absurdo, pois, não os temos e, provavelmente, seja dificil os construir ”, disse o presidente da Academia de Problemas Geopolíticos, Leonid Ivashov. “mas daqui a dois décadas a Rússia poderia perder a base principal em Sebastopol, é uma realidade ”, comentou o experto.

Mas almirante insiste que a bacia do Mediterrâneo seja uma das sedes mais prováveis da Frota russa do Mar Negro. “ Rússia pode criar lá uma base naval”, declarou Vysotski e agregou que o país “ tem interesses estratégicos nos oceanos mundiais”.

Os expertos apóiam a idéia de deslocar a base naval da cidade ucraniana Sebastopol ao Mediterrâneo. “Mas, de momento, a presença russa em esta bacia é mínima. Falo do porto Tartus em Síria. Até agora se encontra neste porto só um navio de manutenção técnico”, disse Ivashov.

O deslocamento da FMN é um projeto factível , mas uma parte de navios deve permanecer no Mar Negro para proteger o litoral do país. “ Examinamos todas as possibilidades, acho que os navios ligeiros ficarão em Novorossiysk ( a cidade russa), enquanto os pesados serão deslocados ao porto sírio Tartus , onde será construída uma base naval russa,” opina o Chefe do departamento analítico do Instituto de Análise Político e Militar, Alexandr Jramchijin.

Desde a época soviética se encontra em Tartus o centro de manutenção e de apoio logístico para Armada russa.; Neste momento se localizam lá uma dezena de navios de guerra da FMN e três bases amarradores flutuantes. Os especialistas russos estão ampliando o porto e construem uma base amarradora na vizinha cidade de Latakia. Em futuro próximo o centro de manutenção poderia obter o nível da base naval.

Marinha brasileira seguirá a «via francesa»
Submarinos franceses levam país para lugar de liderança no Atlântico Sul

ÁREA MILITAR


Tanto autoridades militares brasileiras, com a imprensa do Brasil e da França noticiaram nos últimos dias qu o Brasil pretende adquirir um numero de submarinos derivados do modelo Scorpene de fabricação francesa.

O projeto de aumento da força brasileira de submarinos tem vindo a desenrolar-se ao longo dos últimos anos, com a marinha brasileira interessada em agir de forma a queimar etapas que permitam ao país o desenvolvimento do seu próprio submarino movido a energia nuclear.

A aquisição de submarinos do tipo Scorpene à França parece estar directamente relacionada com a entrada de tecnologia francesa no processo de desenvolvimento do Submarino Nuclear Brasileiro, um projecto que começou há praticamente 30 anos mas que tem sido continuamente adiado, quer por falta de condições politicas que por falta de recursos.

Os submarinos convencionais do tipo Scorpene que o Brasil vai contruir, vão permitir à industria brasileira dar um salto que até ao momento não conseguiu dar com a construção/montagem de submarinos alemães do tipo U-209, dos quais o país possui cinco unidades.

A marinha brasileira pretende com os Scorpene, uma maior autonomia na fabricação e manutenção dos submarinos e dos sistemas instalados a bordo quando comparada com a manutenção dos actuais submarinos e dos actuais sistemas embarcados.

Segundo os dados disponíveis, embora os submarinos Scorpene possam incorporar um sistema de propulsão independente do ar (conhecido como sistema MESMA), este sistema não deverá ser instalado, pois segundo as autoridades militares brasileiras, a necessidade de tal sistema é dispensável.

Já anteriormente o Brasil tinha entrado em negociações com a Alemanha para a compra de submarinos do tipo U-214, mas embora os brasileiros tenham afirmado que o U-214 não teriam sistema AIP, fontes na Alemanha asseguram que a possibilidade de ser construído um U-214 sem AIP não faria qualquer sentido, porque o submarino teria que ser redesenhado para remover um sistema que foi desenhado para estar integrado com o navio.

Este problema não se coloca com o submarino francês, pois desde o inicio as características dos sistema AIP MESMA, permitem a instalação futura do sistema, numa operação que inclui o corte do submarino para acrescentar aquele sistema. A marinha brasileira está equipada e tem técnicos à altura de efetuar este tipo de modificação sem qualquer tipo de dependência exterior.

O sistema AIP MESMA é normalmente considerado inferior ao sistema de Células de Combujstível dos novos submarinos alemães como o U-212 dos anos 90 e o mais recente U-214 que ainda está em testes de aprovação.

Os franceses parecem ter reconhecido este problema, pelo que têm neste momento em estudo e desenvolvimento um novo sistema, que embora se baseie no mesmo conceito, deverá ser menos ruidoso (um dos problemas apontados aos sistema MESMA) embora continue a ter que enfrentar o problema da geração de calor.

Submarino nuclear

A opção francesa dos brasileiros, parece estar directamente relacionada com a abertura por parte da França, em apoiar o Brasil na construção do seu próprio submarino nuclear.

Embora a cooperação não esteja directamente relacionada com o reactor nuclear propriamente dito - que já foi desenvolvido pelo Brasil – os franceses vão prestar auxilio de grande importância no desenho, concepção, adaptação e construção de sistemas auxiliares e também vão colaborar aproveitar os conhecimentos da França na construção de submarinos nucleares de pequenas dimensões.

Existe neste momento alguma dúvida relativamente às especificações e dimensões do futuro submarino nuclar brasileiro, que se prendem com a potência disponível do reactor e a velocidade máxima que o submarino pode atingir.

A velocidade máxima e a autonomia de um submarino nuclear são um dos principais factores que determinam e definem a utilidade e valor militar de um submarino nuclear de ataque.

Embora os franceses tenham afirmado que o futuro submarino nuclear terá um deslocamento inferior a 3000 toneladas, outras fontes, tendo como base projecções anteriores, afirmam que o submarino brasileiro ultrapassará o deslocamento de 5000 toneladas em imersão.

Presentemente, o plano de construção de um submarino nuclear para o Brasil é apenas uma questão de afirmação patriótica e não representa uma resposta a qualquer necessidade militar efectiva. embora vários argumentos tenham sido apresentados em favor da sua construção.

Entre esses argumentos encontra-se o de os actuais membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas todos terem este tipo de arma. No entanto, a eventual entrada do Brasil naquele conselho, com o estatuto permanente, implicaria também a entrada de países como o Japão, que possuindo poderosas forças armadas, não têm navios nucleares. Também a reconstituição da 4ª esquadra norte-americana, tem sido apresentada como razão.

No entanto, embora a pretensão brasileira seja acima de tudo de cariz política, outros países também prosseguem os seu programas de desenvolvimento de submarinos nucleares, como é o caso da Índia, país que negociou a aquisição de dois submarinos nucleares do tipo AKULA e que aparentemente se prepara para construir o seu próprio derivado daquele submarino de origem russa.

Não há dados concretos sobre os custos dos submarino nuclear brasileiro, mas embora os custos do projecto tenham sido normalmente apresentados como baixos, recentemente o custo da construção de um único submarino deverá atingir 1200 milhões de Dolares.

Porém, considerando os custos do programa de submarinos nucleares francês, que embora muito maior inevitavelmente influenciará o projecto brasileiro, dificilmente cada unidade ficará por um custo inferior a 2.000 milhões, a preços de 2008.

A força militar brasileira no Atlântico Sul, atingirá com estas incorporações, um poder que não tinha desde o inicio do século,quando foram adquiridos os dois couraçados da classe Minas Gerais.

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Força Aérea Italiana desembarca C-27J no Afeganistão

As novas aeronaves de transporte fabricadas na Itália irão substituir os C-130J da Lockheed em operações na OTAN

Fonte: Airway - Hercules Araújo

Duas aeronaves de transporte tático Alenia Aeronautica C-27J Spartan da 46ª Brigada de transporte Aéreo da Base Aérea de Pisa da Força Aérea Italiana pousaram em 12 de setembro no sudoeste do Afeganistão, onde a contribuição da Itália se juntará a Força de Assistência de Segurança da OTAN na região. Uma aeronave será empregada para provir assistência logística, substituindo os Lockheed Martin C-130J, enquanto o outro estará disponível como reserva.

Os Spartan estão equipados com sistema de auto-proteção antimíssil além de sistema alerta de radar, dispensador chaff e flare e proteção de blindagem no cockpit. Oito aeronaves C-27J já acumularam mais de 3.200 horas de vôo desde que entraram em serviço na Força Aérea Italiana sendo empregados no 98º Esquadrão de Transporte em janeiro de 2007 com o treinamento de 10 tripulações para o tipo. O restante da frota de Spartan será entregue até o início de 2009.

Hoje na História

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30 de Setembro é o 273º dia do ano no calendário gregoriano (274º em anos bissextos). Faltam 92 para acabar o ano.

Eventos históricos

Eventos culturais

Nascimentos

Falecimentos

Feriados e eventos cíclicos


LITURGIA DIÁRIA

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Evangelho (Lucas 9,51-56)

51Estava chegando o tempo de Jesus ser levado para o céu. Então ele tomou a firme decisão de partir para Jerusalém 52e enviou mensageiros à sua frente. Estes puseram-se a caminho e entraram num povoado de samaritanos, a fim de preparar hospedagem para Jesus. 53Mas os samaritanos não o receberam, pois Jesus dava a impressão de que ia a Jerusalém. 54Vendo isso, os discípulos Tiago e João disseram: "Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para destruí-los?" 55Jesus, porém, voltou-se e repreendeu-os. 56E partiram para outro povoado.


São Jerônimo

São Jerônimo

Neste último dia do mês da Bíblia, celebramos a memória do grande "tradutor e exegeta das Sagradas Escrituras", São Jerônimo, presbítero e doutor da Igreja. Ele nasceu na Dalmácia em 340 d.C., e ficou conhecido como escritor, filósofo, teólogo, retórico, gramático, dialético, historiador, exegeta e doutor da Igreja, como ninguém nas Sagradas Escrituras o foi, por isso, "Cristo é o poder de Deus, a sabedoria de Deus. Quem ignorá-la [a sabedoria], portanto, ignora as escrituras e ignora a Cristo". Com posse da herança dos pais, foi realizar sua vocação de amante dos estudos em Roma, e assim conheceu Jesus e recebeu do Papa Libério, o Batismo, que o levou a formar uma pequena comunidade religiosa, inclinado pela radicalidade. Fez uma forte experiência monacal, e logo em seguida dirigiu-se a Constantinopla, atraído pela fama oratória de São Gregório da Sagrada Escritura. Ordenado sacerdote e monge, retirou-se para estudar, a fim de responder com a literatura às necessidades da época. Tendo estudado as línguas originais para melhor compreender as Escrituras, Jerônimo pôde, a pedido do Papa Dâmaso, traduzir com precisão para o latim, língua oficial da Igreja, a Vulgata. Assim, com alegria e prazer se empenhou para enriquecer a Igreja universal. Saiu de Roma, e foi viver na Terra Santa, onde permaneceu como monge penitente e estudioso, continuando as traduções bíblicas, até falecer em 420, aos 30 de setembro com, praticamente, 80 anos de idade. A Igreja declarou-o padroeiro dos estudos bíblicos e fixou "o dia da Bíblia" no mês do seu aniversário de morte, ou ainda, dia da posse da grande promessa bíblica: a Vida Eterna.

Postado por Vinna segunda-feira, setembro 29, 2008 0 comentários

Essa foi a quarta tentativa da SpaceX

Essa foi a quarta tentativa da SpaceX


Empresa privada SpaceX pôs em órbita foguete Falcon 1

Da France Presse Via G1

O foguete Falcon 1, da empresa norte-americana SpaceX, se tornou no domingo o primeiro foguete movido a propulsão líquida inteiramente desenvolvido por uma empresa privada a alcançar a órbita terrestre, segundo um comunicado divulgado nesta segunda-feira.

"A Space Exploration Technologies Corp. (SpaceX) anuncia que o vôo 4 do foguete Falcon 1 foi lançado com sucesso e alcançou a órbita terrestre", indicou o comunicado.

"Ao atingir essa etapa, o Falcon 1 se torna o primeiro foguete a propulsão líquida desenvolvido pelo setor privado a ser colocado em órbita em torno da Terra", acrescentou o comunicado.

O Falcon 1, inteiramente concebido pela SpaceX, decolou às 23h15 GMT de domingo (20h15 de Brasília) da base militar norte-americana de Kwajalein nas Ilhas Marshall (Oceano Pacífico).

O Falcon 1 é um pequeno lançador de 21 metros de altura criado pela SpaceX, sociedade fundada em 2002 por Elon Musk, magnata da internet.

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EUA montam radar em Israel para captar lançamento de mísseis iranianos

Da EFE Via G1

O Exército dos Estados Unidos isntalaram na semana passada em um base militar do deserto israelense do Neguev um sistema de radares de alerta adiantado para detectar um eventual lançamento de mísseis a partir do Irã, informam hoje meios de imprensa locais.

O radar, que ainda não está operacional, dará ao Estado judeu alguns minutos extras com relação ao atual sistema de detecção para responder a um ataque do Irã com mísseis "terra-terra", diz o jornal "Ha'aretz".

O aparelho funcionará com dados captados por satélites americanos e será vinculado ao sistema de foguetes Arrow de defesa antimísseis, o que permitiria tentar frear o ataque.

O funcionamento do radar implicará a primeira presença com caráter permanente de pessoal de Exército americano em Israel, concretamente uma equipe de 120 pessoas.

Trata-se do mesmo sistema desdobrado há 2 anos no Japão, outro grande aliado dos EUA, para prevenir ataques norte-coreanos com mísseis.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/images/1024_cosmos/2103447_velagaleria2.jpg
Marinha brasileira construirá cinco submarinos

G1

Um deles será nuclear. Objetivo é garantir segurança nas águas brasileiras na exploração na camada de pré-sal.

O Brasil vai reforçar a defesa e vai construir mais cinco submarinos. Um deles será nuclear – o primeiro. A Marinha afirma que a nova frota é vital para manter a segurança das águas brasileiras e garantir as riquezas marítimas, como a exploração na camada de pré-sal.

Há muitos interesses brasileiros no mar, como petróleo e gás. Além disso, a maior parte do nosso comércio exterior, que envolve US$ 200 bilhões por ano, é feita por vias marítimas. A defesa desses interesses justifica um maior investimento na frota da Marinha e a construção de um submarino nuclear.

“Ao Brasil interessa desenvolver a indústria de defesa nacional. O Brasil, a cada dia que passa, ocupa posição mais importante no cenário internacional, e ele tem que ter as Forças Armadas. Eu vou falar pela Marinha: tem que ter uma Marinha à altura dos seus interesses político-estratégicos”, afirmou o comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto.

Atualmente, o Brasil tem cinco submarinos convencionais. O primeiro submarino nuclear deverá ficar pronto em 2021. A construção será num estaleiro em Itaguaí, no Rio de Janeiro, com tecnologia nacional. Mas o financiamento é externo e, segundo o ministro da Defesa, Nelson Jobim, faz parte de um acordo que o Brasil vai assinar com a França, em dezembro.

O submarino será movido por energia gerada a partir de um reator nuclear, mas não levará armas nucleares. O armamento será convencional. Ainda assim, o submarino vai fazer parte de um projeto de modernização do conceito de defesa das Forças Armadas do país. O Brasil vai entrar para o grupo restrito de países que constroem submarinos de propulsão nuclear: Estados Unidos, Inglaterra, França, Rússia e China.

“Ele será um submarino que nós chamamos de ‘táticos’. Os submarinos que levam arma nuclear são os submarinos ‘estratégicos’, são submarinos de outro tipo de atuação. O nosso é um submarino ‘tático’, para exatamente garantir a segurança de nossas águas jurisdicionais. Um submarino de proteção e um submarino de dissuasão”, explica o comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto.

O protótipo do reator será montado no Centro Tecnológico da Marinha, em Iperó (SP). O submarino nuclear já custou cerca de US$ 1 bilhão em pesquisas desde que o projeto começou, há 19 anos. Ainda não há previsão de quanto vai custar exatamente para o submarino sair do papel.

Em Video:




http://www.flightglobal.com/assets/getasset.aspx?ItemID=11452

Após caminhada no espaço,

China quer colocar estação espacial em órbita e aterrissar na Lua

O Globo Agências internacionais

PEQUIM - O céu, definitivamente, não tem limites para o ambicioso programa espacial da China. Depois de ver o primeiro taiconauta (astronauta chinês) caminhando no espaço, no sábado, o governo de Pequim pretende agora investir em duas novas frentes: colocar uma estação espacial em órbita e aterrissar na Lua. Tudo isso, até 2020. Segundo o diretor da agência espacial chinesa, Wang Zhaoyao, a conquista do cobiçado satélite da Terra, além de "muito desafiadora", é "um campo tático na alta tecnologia global".

" Nós consideramos necessário para o nosso país fazer algo neste campo "

- Nós consideramos necessário para o nosso país fazer algo neste campo - disse Wang Zhaoyao, em declarações à CCTV.

Antes de ir à Lua, porém, os chineses precisam concluir as duas últimas etapas do atual programa espacial do país, que está em andamento. A primeira, única já concluída, foi enviar astronautas ao espaço. A segunda, que deve ser finalizada até 2010, é montar um laboratório espacial. E a terceira, que deve ser finalizada até 2020, é construir uma estação espacial.

Segundo Zhaoyao, Pequim prevê lançar o seu laboratório em 2011, a fim de instalá-lo de forma permanente no espaço. Só depois disso vai avançar para o projeto da estação espacial. E a Lua seria o passo seguinte.

Astronautas chineses retornam à Terra com sucesso

Uma comitiva de crianças recebeu, nesta segunda-feira, em Pequim, os três astronautas que participaram da missão espacial Shenzhou 7. O retorno da tripulação, pouco antes das 17h40m do horário local (06h40m da manhã, em Brasília) foi "perfeito", segundo o astronauta-comandante, Zhai Zhigang.

Durante as 68 horas em que esteve em órbita, a tripulação da Shenzhou 7 conduziu experimentos, lançou um satélite e realizou a primeira caminhada no espaço de um astronauta chinês ( Assista ao vídeo ).

- Foi uma missão cheia de desafios, mas com um resultado perfeito. Estou muito orgulhoso do meu país - afirmou Zhai à imprensa estatal após aterrissar em um descampado na província da Mongólia Interior, norte da China.

Primeiro chinês a caminhar no espaço/Foto: BBC

No sábado, o comandante Zhai saiu do módulo espacial às 16h41m (05h40m de Brasília) para uma caminhada no espaço que durou cerca de 20 minutos, enquanto os astronautas Liu Boming e Jing Haipeng acompanhavam as manobras de dentro da cápsula espacial. Com o feito, a China se juntou à Rússia e aos EUA no seleto grupo de países que possuem tecnologia exploratória espacial capaz de permitir a sobrevivência em espaço aberto.

Orgulho nacional

A missão espacial foi divulgada pela imprensa chinesa com grande alarde. O canal de TV estatal CCTV fez uma cobertura especial ao vivo dedicada à missão, que despertou forte senso de orgulho nacional entre os chineses. Não por coincidência o retorno dos astronautas ocorre às vésperas das celebrações pelo dia nacional da China, 1º de outubro, data que marca o 59º aniversário da fundação da China moderna com a chegada do Partido Comunista ao poder.

Reforçando a mensagem patriótica, o presidente Hu Jintao e o primeiro ministro Wen Jiabao acompanharam de perto os momentos decisivos da missão espacial. Wen estava presente na sala de comando quando os astronautas retornaram à Terra. Ele disse que a jornada foi "um novo e importante sucesso" para a nação em termos de tecnologia espacial e "uma inspiração para o povo da China".

" O sucesso de vocês representa a quebra de barreiras no nosso programa espacial tripulado "

Hu Jintao, por sua vez, acompanhou o momento da caminhada espacial no sábado e teve uma conversa com os astronautas por telefone via satélite, transmitida ao vivo pela televisão.

- O sucesso de vocês representa a quebra de barreiras no nosso programa espacial tripulado - disse Hu aos astronautas. - A pátria mãe e o povo agradecem vocês.

Carro voador começa a ser vendido em 2009

Terrafugia anuncia venda do Transition a partir do próximo ano

Ricardo Tadeu do G1

Terrafugia
Depois de muitas tentativas frustradas de diversos engenheiros, o primeiro carro voador começará a ser vendido no próximo ano. Trata-se do Transition, da Terrafugia, empresa que está se dedicando muito para que seu invento chegue ao mercado a partir de 2009. O veículo conta com um motor convencional à gasolina.

Para voar, o carrinho incorpora duas asas dobráveis, que se fecham para andar na rua e se abrem para alçar vôos. No entanto, é preciso ter cuidado com quem está ao seu redor devido ao tamanho do equipamento: são 8 metros de extensão de uma ponta a outra. Na dianteira, o modelo ainda traz uma hélice removível.

Nas ruas, o modelo é capaz de acelerar até os 128 km/h, enquanto no ar essa média sobe para 185 km/h. O tanque é maior do que o de carro convencional, mas não teve sua capacidade divulgada pela Terrafugia, que afirma que o modelo é capaz de rodar até 740 km com apenas um tanque. Apesar de parecer bem atrativo, o modelo chega ao mercado europeu com um preço para poucos: cerca de R$ 360 mil.

Terrafguia

Duzentos homens da Inace trabalham na montagem dos dois navios-patrulha, que têm projeto francês e devem ir ao mar a partir de 2009 (Foto: Evilázio Bezerra)
Duzentos homens da Inace trabalham na montagem dos dois navios-patrulha,

que têm projeto francês e devem ir ao mar a partir de 2009 (Foto: Evilázio Bezerra)

Dois navios no estaleiro

Marinha do Brasil e da Namíbia reforçam arsenal bélico
com navios de guerra construídos no Ceará

Cláudio Ribeiro, Demitri Túlio, Luiz Henrique Campos e Thiago Cafardo
O POVO da Redação

O Ceará está construindo navios de guerra para a Marinha brasileira. São dois do tipo patrulha e irão reforçar a esquadra nacional a partir de 2009. O Comando da Marinha deverá destiná-los para a vigilância de novas áreas petrolíferas nacionais.

Os próximos navios de guerra que reforçarão a fragilizada esquadra brasileira estão sendo construídos no Ceará. São dois navios-patrulha do modelo NPa 500T, cada um com um canhão de 40 milímetros na proa e duas metralhadoras de 20 milímetros na retaguarda do convés. Poderão navegar a 21 nós de velocidade (quase 40 km/h), considerados extremamente ágeis para uma embarcação militar de porte médio. Transportarão até 500 toneladas, com 50 tripulantes a bordo.

É o tipo ideal de navio para compor a frota de um país sem conflito bélico, com uma grande costa freqüentada por até 500 navios comerciais/dia, violada por traficantes e criminosos e que ganhou notoriedade mundial pela recém-descoberta de grandes jazidas de petróleo e gás natural. Mas a Amazônia Azul, como é chamada a área das águas jurisdicionais brasileiras, está vulnerável, conforme a própria Marinha. São 4,4 milhões de km², igual à metade do território nacional.

Ontem, O POVO revelou que 11 dos 25 navios militares do Brasil estão parados e que a armada precisaria de pelo menos R$ 2,8 bilhões em 2009 para se manter e operar bélica e administrativamente. Além da maioria dos helicópteros, aviões e submarinos estarem funcionando com "restrições". As informações são do relatório Situação da Marinha - Necessidades Orçamentárias, apresentado em junho deste ano pelo comandante-geral Júlio Soares de Moura Neto a líderes do Congresso Nacional.

A previsão de entrega do primeiro dos dois navios-patrulha é só para outubro do ano que vem. O seguinte deverá chegar à Marinha em março de 2010. Ambos estão na fase de montagem no estaleiro da Indústria Naval do Ceará S/A (Inace). Foram iniciados há um ano. "O mais adiantado já está com 35% dessa montagem, na fase de acabamento", confirma o gerente de produção da empresa, o engenheiro mecânico Aurélio Girão. Vai para testes no mar em julho de 2009. O prazo é considerado excelente.

O projeto é da empresa francesa Constructions Mécaniques de Normadie (CMN), mas a Inace usa o braço e o know-how cearenses. Em 1999, concluiu a encomenda de outros dois navios-patrulha de 200 toneladas, o Guanabara e o Guarujá, para a Marinha do Brasil, que atuam no Pará. O estaleiro cearense também termina um terceiro patrulhador militar, também do modelo NPa 200T, porém exportado para a Marinha da Namíbia. Será entregue em dezembro e já está no mar desde 30 de julho último, ancorado para testes.

Em dois dos galpões do estaleiro cearense, há cerca de 200 funcionários destacados somente para o serviço dos dois navios-patrulha brasileiros. A fase considerada mais difícil, de soldagem de chapas de aço e delineamento do casco, foi concluída. Um dos NPa já recebeu a cabine. A Inace preferiu não informar os valores da licitação, do tipo menor preço. À época da confirmação, chegou a ser divulgado extra-oficialmente que alcançou R$ 80 milhões.

No dia 15 deste mês, o Diário Oficial da União anunciou concorrência pública para construção de mais quatro NPa 500T, que a Marinha deverá receber entre 2011 e 2013. Em nota oficial, o Comando da Marinha confirma que a principal demanda dos novos navios será a proteção das novas áreas onde foram anunciados os campos de petróleo Júpiter e Tupi - com reserva de 8 bilhões de barris. A nova riqueza nacional está na cobiçada área de pré-sal, no fundo do mar, muito abaixo do subsolo (a 6 km de profundidade) e distante até 350 milhas náuticas (equivalente a 648 km) do continente.

LEIA AMANHÃ
Capitania dos Portos e Escola de Aprendizes Marinheiros falam da situação atual da Marinha no Ceará


A FROTA

- Além dos navios-patrulha, a Marinha brasileira possui outros 28 tipos diferentes de navios.

- Entre os principais estão: navios-aeródromos (porta-aviões), navios-escolta (fragatas, corvetas e contratorpedeiros), submarinos, navios de desembarque-doca (para operações anfíbias de transporte de material e pessoal), navios-escola, navio de socorro submarino, navios-tanque, transporte de tropa e fluvial, patrulha-fluvial, assistência hospitalar, varredores (áreas minadas), rebocadores, navios hidroceanográficos, faroleiros e balizadores.

- A idade média da frota naval brasileira é de 30 anos.

- Entre os meios aéreos, há helicópteros de esclarecimento e ataque (para localizar e destruir navios e submarinos, ou para operações de esclarecimento), de patrulha e inspeção e aviões AF-1 (A-4 Skyhawk), para localizar e atacar alvos de guerra.

- A maior parte dos navios da Marinha brasileira foi construída em outros países (Inglaterra, por exemplo). Porém, o Brasil possui conhecimento tecnológico para a construção de seus próprios meios. O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) é a principal organização responsável pela construção de nossos navios e submarinos. A Indústria Naval do Ceará (Inace) já construiu os navios-patrulha Guanabara e Guarujá, entregues em 1999, e conclui mais dois NPa para 2009 e 2010.

- Em 2007, foram utilizados R$ 266 milhões na manutenção dos meios da Marinha do Brasil, equivalente a 16% do total autorizado para funcionamento, investimento e manutenção da Força, o que é insuficiente para a execução dessas atividades.

Fonte: Marinha do Brasil


DADOS DOS NAVIOS

- Comprimento: 54,2 metros

- Boca moldada (maior largura): 8 metros

- Calado máximo (parte submersa do casco): 2,48 metros

- Deslocamento carregado: 500 toneladas

- Porte: médio

- Velocidade máxima: 21 nós (cada nó equivale a 1,852 km/h ou 1 milha náutica/hora)

- Velocidade de cruzeiro: 15 nós

- Raio de ação: 2.500 milhas náuticas

- Tripulação: 43 pessoas mais sete extras

- Armamento: 1 canhão 40 mm e duas metralhadoras 20 mm

- Início da construção: setembro/2007

- Previsão de entrega: o primeiro em outubro/2009 e o segundo em março/2010


Fonte: Inace e Marinha do Brasil

http://www.mhariolincoln.jor.br/media/1/20070611-batalha_riachuelo.jpg

Atribuições da Marinha


O POVO


- A Constituição Federal, no artigo 42, prevê que as Forças Armadas destinam-se à defesa da Pátria e à garantia dos poderes constitucionais. A defesa externa é atividade-fim das Forças Armadas.

- O Poder Naval é o componente militar do Poder Marítimo, capaz de atuar no mar, em terra e nas águas interiores.


São tarefas básicas da Marinha:

- Controlar áreas marítimas: É a garantia na utilização de áreas marítimas limitadas, na intensidade adequada ao apoio e à defesa dos interesses do país.

- Negar o uso do mar ao inimigo: Visa dificultar o estabelecimento do controle de área marítima pelo inimigo. O submarino, principalmente por sua capacidade de ocultação, é a arma por excelência para o cumprimento desta tarefa.

- Projetar poder sobre terra: Dado o desenvolvimento atual de operações multinacionais de paz em áreas conflagradas, é ter poder de desenvolver atividades como bombardeio naval, aeronaval e de operações anfíbias.

- Contribuir para a dissuasão: É demonstrar, por atos de presença e força, o Poder Naval quando necessário. Para que inspire credibilidade quanto ao emprego da força armada naval.


Pela Lei Complementar nº 97/99, alterada pela lei 117/2004, a Marinha do Brasil também tem atribuições subsidiárias às Forças Armadas. São elas:
- Orientar e controlar a Marinha Mercante no que interessa à Defesa Nacional

- Prover a segurança da navegação aquaviária

- Formular e conduzir políticas nacionais que digam respeito ao mar

- Implementar e fiscalizar o cumprimento de leis e regulamentos no mar e águas interiores

- Cooperar com órgãos federais na repressão aos delitos de repercussão nacional ou internacional

Fonte: Relatório Situação da Marinha, necessidades orçamentárias.


http://blogdasolange.com/wp-content/uploads/2008/06/petroleo-thumb.jpg
Governo corta royalties

O POVO

O relatório Situação da Marinha - necessidade orçamentárias mostra que o "sucateamento" da frota naval brasileira está também ligado ao repasse insuficiente de royalties da produção de petróleo e gás natural a que a Marinha tem direito. "Paradoxalmente, existem recursos para atender às necessidades mínimas da Força e a implementação do Programa de Reaparelhamento da Marinha", atesta o estudo.

Segundo demonstrou o comandante-geral da Marinha, almirante-de-esquadra Júlio Soares de Moura Neto, aos líderes de partidos no Congresso Nacional, em 2008 a instituição militar deveria receber R$ 1,7 bilhão de royalties. "A parcela efetivamente alocada na rubrica de Outros Custeios e Capital (OCC)" foi de R$ 994 milhões. "Ressalte-se que os R$ 700 milhões restantes dos royalties vinculados à Marinha foram lançados à conta da Reserva de Contingência da LOA".

Pelas estimativas calculadas pelo comando da Marinha, até o fim deste ano o montante de royalties destinados à força naval brasileira deverá chegar a R$ 4 bilhões. Dinheiro que sobraria, já que a previsão orçamentária para suprir necessidades rotineiras da armada e recuperação de seu poder naval está calculada em R$ 2,8 bilhões.

As Leis do Petróleo, nº 7.990/89 e 9.478/97, determinam o repasse de recursos complementares ao orçamento da Marinha do Brasil para que sejam desenvolvidas atividades de fiscalização e proteção das áreas produtoras de petróleo e gás natural em plataformas continentais da estatal. (DT)

http://www.stickel.com.br/atc/uploads/pirata.jpg
Águas sem defesa

A fronteira marítima brasileira é chamada de Amazônia Azul. Tem uma área equivalente à metade do território brasileiro, rica em biodiversidade e imensas reservas de petróleo e gás natural. O Comando da Marinha admite que hoje não tem as condições ideais para proteger esse patrimônio

O POVO

Mesmo na atual fragilidade bélica, a Marinha do Brasil tem a responsabilidade de vigiar uma nova área oceânica correspondente a mais da metade do território nacional. São quase 4,5 milhões de km² de área de mar acrescida aos 8,5 milhões de km² de faixa de terra brasileira. Essa extensão de água brasileira do Atlântico é chamada de Amazônia Azul e chega a ser maior que nossa Amazônia verde. Tem gigantescas jazidas de petróleo e gás, que vão do subsolo à agora discutida camada de pré-sal, e uma enorme biodiversidade. Os países com grande demanda petrolífera sabem disso e já admitem uma cobiça perigosa.

O capítulo "Amazônia Azul, comércio e petróleo" é um dos principais do relatório Situação da Marinha - Necessidades Orçamentárias, elaborado pelo comando da Marinha sobre a situação de penúria da armada. Conforme a Convenção das Nacões Unidas sobre o Direito do Mar, ocorrida na Jamaica, em 1982, o país à beira-mar detém todos os bens econômicos existentes no seio da massa liquída, sobre o leito do mar e no seu subsolo. É a Zona Econômica Exclusiva (ZEE). Há quase 100 países signatários, incluindo o Brasil. A Amazônia Azul é a extensão das águas jurisdicionais brasileiras para além das tradicionais 200 milhas náuticas, porque considera também um trecho chamado de Plataforma Continental.

Na ZEE, o oceano é subdividido por legislações específicas: Mar Territorial (12 milhas náuticas de largura, onde há soberania nacional plena); a Zona Contígua (também com largura de 12 milhas náuticas, após o limite do Mar Territorial), onde o País não tem soberania plena, mas exerce direitos tributários, aduaneiros, sanitários e de "perseguição"; e a ZEE (com 188 milhas marítimas, a partir do Mar Territorial), onde o País tem direito exclusivo de exploração e explotação dos recursos vivos e não-vivos. A Plataforma Continental pode exceder as 200 milhas, até o limite de 350 milhas marítimas, também com exclusiva exploração e explotação do leito e subsolo do mar. Cada milha náutica equivale a 1.852 metros.

Em tamanho exato, a Amazônia Azul soma 4.489.919 km². Ela é rota de aproximadamente 500 navios/dia, segundo o Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo, vinculado à Marinha. Representam mais de 95% de nosso comércio exterior. Somadas importações e exportações, acumularam US$ 229,2 bilhões em 2006 e US$ 281,3 bilhões em 2007, conforme os números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Dessa navegação comercial, somente 12% dos navios têm bandeira brasileira.

Mesmo com números tão impressionantes da navegação de cabotagem, é o petróleo a principal riqueza vislumbrada. Em áreas de pré-sal (escavações no fundo do mar com mais de 6.000 metros de profundidade), dentro da área da plataforma continental, o governo brasileiro descobriu megacampos de petróleo. O primeiro foi anunciado em novembro de 2007, o campo de Tupi, na Bacia de Santos, com reserva de 8 bilhões de barris de petróleo e gás natural. Sozinho, é a metade da atual reserva brasileira provada. Em janeiro deste ano, saiu o anúncio do campo de Júpiter, que poderá dar auto-suficiência de gás natural ao Brasil. As duas jazidas estão na nova fronteira e poderão levar o Brasil à condição de superpotência petroleira. Atualmente, mal protegidas por nossa força naval capenga. (Cláudio Ribeiro, Demitri Túlio, Luiz Henrique Campos e Thiago Cafardo)


NÚMEROS

500
navios/dia trafegam nas linhas comerciais no Brasil

97%
dos fretes marítimos são pagos a armadores estrangeiros

53
helicópetros da Marinha estão parados

1
avião, apenas, de 23 no total, está funcionando

http://www.regiamarina.net/others/roma/images/badoglio.jpg

Dois meses após Benito Mussolini ter sido deposto, o armistício é assinado entre a Itália e os Aliados. O marechal Pietro Badoglio, da Itália, apresenta a rendição incondicional às tropas aliadas

Em 1943, após o Grande Conselho Fascista votar pela deposição de Benito Mussolini, Badoglio assumiu a chefia do governo provisório como primeiro-ministro da Itália. Tratou rapidamente de negociar a paz com os Aliados, conseguindo-a através do Armistício de 8 de setembro de 1943.

Declínio, República de Salò e derrota

Érica Turci - UOL

Quando a Itália declarou guerra à Inglaterra e à França, em junho de 1940, só tinha munição para dois meses de combate. Mesmo assim, devido às vitórias obtidas pela Alemanha, Mussolini teve total apoio do rei Vítor Emanuel 3º e das Forças Armadas para entrar na Segunda Guerra Mundial ao lado de Hitler, pois todos acreditavam que a vitória do Eixo sobre os Aliados (Inglaterra, EUA e União Soviética) seria rápida.

Em outubro de 1940, a Itália atacou a Grécia. Tal aventura militar foi um enorme fracasso. As tropas gregas, bem preparadas, expulsaram os italianos, chegando até a fronteira da Albânia. Em abril de 1941, a Alemanha teve que enviar tropas para socorrer os italianos.

Nesse meio tempo, os britânicos atacaram em vários pontos: aviões da marinha inglesa bombardearam navios de guerra italianos no porto de Taranto (novembro de 1940); na Líbia, tropas inglesas venceram os italianos em janeiro de 1941 - e em maio do mesmo ano tomaram a Etiópia, devolvendo o trono para o rei Hailé Selassié.

Mesmo nessa situação lastimosa, em junho de 1941 Mussolini enviou 230 mil homens para se juntarem aos alemães na invasão da URSS.

Oposição e declínio

Contudo, diante de tantos fiascos, Mussolini passou a sofrer críticas da população italiana: os cartões de racionamento deixavam os italianos em situação de miséria, e todo o esforço de guerra parecia não surtir efeitos diante da incapacidade do Duce para coordenar suas tropas. O alento que Mussolini não conseguia dar ao povo italiano, a Igreja Católica se esforçava por oferecer: o papa Pio 12 passou a ser mais admirado que o líder fascista.

Em 1942, os alemães começaram a sofrer suas primeiras derrotas. O Eixo perdia forças. Ao mesmo tempo, no norte da Itália, os Aliados bombardeavam várias cidades.

Em maio de 1943, as forças do Eixo se renderam no norte da África: 200 mil italianos foram feitos prisioneiros. No mês seguinte, os Aliados desembarcaram na Sicília.

Diante do quadro político, que já não era mais favorável a Mussolini - incontáveis derrotas das Forças Armadas italianas, falta de apoio popular, presença de inimigos em solo italiano e denúncias de corrupção no Partido Nacional Fascista -, o rei Vítor Emanuel 3º e o Grande Conselho Fascista retiraram seu apoio ao Duce e transferiram o cargo de chefe do governo para o marechal Pietro Badoglio. Mussolini foi preso em 25 de julho de 1943.

A partir daí o fascismo entrou em declínio. Os antigos apoiadores de Mussolini se calaram. A Itália se manteve ao lado de Hitler na guerra, mas buscava, em segredo, negociar a paz. Os Aliados, no entanto, só aceitavam a rendição incondicional.

Nas ruas da Itália, a população começou a destruir os símbolos fascistas e a exigir a liberdade dos prisioneiros condenados pelo Tribunal Especial Fascista.

Armistício e República de Salò

O rei Vítor Emanuel 3º, acuado diante de tantos problemas, assinou o armistício em 5 de setembro de 1943 e fugiu da cidade de Roma, que foi tomada pelos Partigiani, a Resistência Italiana, grupo que lutava contra o Eixo.

A Itália, então, se dividiu em duas: o sul ficou sob domínio dos Aliados (o Exército Brasileiro, representado pela Força Expedicionária Brasileira - FEB, participou da tomada de muitas cidades); e o centro e o norte, sob domínio nazista.

Pára-quedistas alemães conseguiram resgatar Mussolini da prisão e o levaram para a Alemanha. Em novembro de 1943, o Duce, num pronunciamento feito na Rádio de Munique, conclamou a população italiana a se rebelar contra a monarquia e se juntar a ele num novo governo, ao norte da Itália: a República Social Italiana, fundando um novo partido: o Partido Fascista Republicano.

A República de Salò, nome dado a essa nova fase do fascismo na Itália (pois a sede do governo ficava em Salò, balneário onde Mussolini passou a morar), não era nada mais que uma forma de Hitler manter o domínio sobre o norte italiano. Na verdade, Mussolini já não tinha o apoio de seus compatriotas.

Morte de Mussolini e derrota italiana

Em junho de 1944, os Estados Unidos tomaram Roma. Poucos dias depois, os Partigiani iniciaram ataques às tropas nazistas.

Em 27 de abril de 1945, Mussolini e sua amante, Clara Petacci, que tentavam fugir para a Suíça, foram capturados pelos Partigiani. Rapidamente julgados, foram executados e seus corpos expostos na Piazzale Loreto, em Milão.

Em 2 de maio de 1945, os nazistas se renderam na Itália. Findava assim a longa ditadura fascista sobre o povo italiano. Em 1946, a monarquia foi substituída pela República; e, em 1947, a Itália assinou os tratados de paz, comprometendo-se a abrir mão da Etiópia e da Albânia, além de perder suas colônias.

Hoje na História

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  1. Os registros não são claros, podendo ter ocorrido em 28 de setembro

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