Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

O Curiosty é um robusto veículo de uma tonelada e tamanho de um carro responsável pela exploração de terrenos específicos no planeta Marte. Ao pensarmos no volume e peso do robô e a distância do planeta vermelho em relação a Terra, cabe a dúvida: como é possível gerir os movimentos deste rover?

A respeito da distância entre nosso planeta e Marte, há um atraso no recebimento de informações enviadas por nós de treze minutos, tempo suficiente para causar um grande ou definitivo estrago no Curiosity, caso medidas de planejamento passo a passo não sejam levadas em consideração.
Para implementar controle eficiente, operadores da Nasa enviam por meio da rede dedicada desse orgão, chamada Deep Space, instruções (como em um algoritmo) sobre como lidar com dificuldades ao caminhar para um objetivo. Outra forma de unir pontos encontrada pela Nasa foi simplesmente apontar para o rover onde ele deverá ir, restando confiar na engenharia do robô para que haja sucesso.

A respeito da distância entre nosso planeta e Marte, há um atraso no recebimento de informações enviadas por nós de treze minutos, tempo suficiente para causar um grande ou definitivo estrago no Curiosity, caso medidas de planejamento passo a passo não sejam levadas em consideração.
Para implementar controle eficiente, operadores da Nasa enviam por meio da rede dedicada desse orgão, chamada Deep Space, instruções (como em um algoritmo) sobre como lidar com dificuldades ao caminhar para um objetivo. Outra forma de unir pontos encontrada pela Nasa foi simplesmente apontar para o rover onde ele deverá ir, restando confiar na engenharia do robô para que haja sucesso.
Traçando estratégias
CuriosityCuriosity em ação no planeta Marte (Divulgação/Nasa)

Para decidir qual é a melhor maneira de guiar o Curiosity, membros da Nasa fazem uso do sistema RSVP (Rover Sequencing and Visualization Program), que atua como um simulador do terreno de Marte. Após avaliar as condições físicas do espaço, as ordens de manobra são encaminhadas ao robô ou apontadas, fazendo com que o Curiosity chegue ao ponto com a ajuda de seu sistema de câmeras contra altos impactos, responsáveis por identificar e mapear a região.
Chegando ao ponto estipulado pela missão, câmeras "on board" do Curiosity enviam aos laboratórios da Nasa fotos de seus objetivos concluídos e da nova região conquistada. Essas informações fotográficas são arquivadas no banco de dados utilizado para traçar missões do Curiosity, funcionando como repertório de informações para mais um dia de missões em solo marciano.


Irã nega estratégia de bloquear Estreito de Ormuz

Postado por Alina Stewart domingo, dezembro 30, 2012 0 comentários

O Irã deixaria inspetores nucleares da ONU visitarem uma base militar suspeita de ter sido usada para trabalho relacionado com armas atômicas, se as ameaças contra a República Islâmica fossem descartadas, disse um funcionário do governo.
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) acredita que o Irã realizou testes de explosivos com possíveis aplicações nucleares em Parchin, uma base militar no sudeste de Teerã, e pediu repetidamente para inspecioná-la.
Diplomatas ocidentais dizem que o Irã realizou extenso trabalho em Parchin durante o ano passado para limpar qualquer evidência de atividades ilícitas, mas o chefe da AIEA, Yukiya Amano disse no início deste mês que uma visita ainda seria "útil".
"Se as ameaças transregionais (contra o Irã) se dissiparem, então eles vão ver que é possível visitar Parchin", disse o vice-chanceler Hassan Qashqavi, citado pela agência de notícias Iranian Labour News, na quarta-feira. Os comentários foram publicados também nesta quinta-feira pela revista online Iran Diplomacy.
Qashqavi provavelmente se referia à ameaça de Israel de ataques militares contra o Irã e à possibilidade de mais sanções por parte do Ocidente.
Israel afirma que vai recorrer a ações militares se a diplomacia não conseguir impedir que o Irã obtenha armas nucleares. Teerã alega que seu programa nuclear é totalmente pacífico.
No início deste mês, funcionários da AIEA visitaram o Irã para tentar negociar o acesso a Parchin para resolver questões pendentes relacionadas com "possíveis dimensões militares" do programa nuclear iraniano.
O Irã tem dito repetidamente que um acordo mais amplo sobre o inquérito da AIEA deve ser alcançado antes de abrir o local para inspetores.

Fonte: G1




Safir 1/4 ton tactical vehicles equipped with 107 mm twelve barrels rocket launchers

107 mm rocket launchers in action

Truck mounted ZU-23-2 23 mm anti-aircraft twin-barreled autocannon

D-30 (HM 40) 122 mm howitzer

81 mm infantry mortar in action

Marines equipped with G3A4 battle rifles

ZU-23-2 23 mm anti-aircraft twin-barreled autocannon in action

Agusta AS-61 A-4 (Sikorsky SH-3D) Sea King transport helicopter

Marines disembark from BH.7 Mk.5A Wellington class hovercraft

Marines disembark from SR.N6 Winchester class hovercraft

Sikorsky RH-53D Sea Stallion (S-65A)

Photos: Islamic Republic News Agency, Azin Haghighi at Jamejam Obline and Masood Nazari
 
 
O porta-voz da Marinha iraniana, Amir Rastegari refutou, nesse sábado (29), as acusações de bloqueamento do Estreito de Ormuz, durante as manobras navais decorridas nas águas do sul do país.
Entrevistado pela Televisão do Irã, Amir afirmou que a Marinha do país nunca emitiu alerta aos barcos estrangeiros e aos navios de guerra que passaram pelas águas durante o exercício, apesar de a Marinha poder fazer isso de acordo com os regulamentos internacionais.
Segundo alguma mídia de países ocidentais, a Marinha apelou a que os barcos estrangeiros saíssem das zonas de manobra, inclusive do Estreito de Ormuz, desde o início dos exercícios.
A Marinha do Irã começou as manobras navais Velayat 91, com duração de seis dias, desde sexta-feira (28), nas águas do sul e nas águas internacionais. As áreas onde decorreram os exercícios englobam o Golfo de Omã, o Estreito de Ormuz, a parte norte do Oceano Índico do Norte e o golfo Aden.
A Marinha iraniana realizou exercícios militares Velayat 90 desde o final de dezembro do ano passado. Durante esse período, o Irã ameaçou fechar o Estreito de Ormuz, mas jamais bloqueou a região.
 
Fonte: CRI

Os Estados Unidos gastaram quase US$ 600 bilhões nos últimos dez anos para instalar suas forças de combate no Afeganistão. Agora terá de gastar mais US$ 5,7 bilhões nos próximos um ou dois anos para transferir ou trazer de volta a maior parte dos soldados e equipamentos enviados para aquele país, segundo o Escritório de Contabilidade do Governo (GAO na sigla em inglês).
O porte da retirada é alucinante. Mas com o "abismo fiscal" se aproximando rapidamente, vale a pena entender que a dispendiosa operação afegã vai para um cartão de crédito, juntamente com US$ l trilhão ou mais gasto no Afeganistão.
Iraque e Afeganistão são as primeiras guerras travadas pelos Estados Unidos em que a sociedade americana não pagou nenhum centavo em impostos adicionais.
O que estávamos pensando? À medida que apresento a lista das novas despesas, considere quem vai pagar por tudo isso e quando. O Congresso e o presidente Barack Obama estão negociando um aumento de receita e um corte de gastos, mas os bilhões que serão usados na retirada do Afeganistão não podem ser reduzidos e precisam ser pagos. O pagamento será analisado no próximo mês, quando o Congresso debaterá um aumento no limite da dívida.
Por outro lado, o Departamento da Defesa estima que o Exército possui mais de 750 mil itens importantes, o equivalente a mais de US$ 36 bilhões, no Afeganistão, incluindo 50 mil veículos e mais de 90 mil contêineres para transporte de material, segundo relatório do GAO.
No ano fiscal de 2011, o Comando de Transporte dos Estados Unidos transportou 268 mil toneladas de suprimentos - mais de 42 mil contêineres - para o Afeganistão, através de rotas ao norte, envolvendo vias férreas e para caminhões passando por países europeus e da Ásia Central. Essas rotas de abastecimento foram criadas depois que os comboios de caminhões que passavam pelo Paquistão foram interrompidos em 2011 em resposta ao ataque americano que matou Osama bin Laden.
O Departamento de Defesa tem três maneiras para se desfazer do material no Afeganistão: transferir o equipamento para outra agência estadual ou federal ou para um governo estrangeiro, destruir o material no Afeganistão ou retorná-lo para outro local do Pentágono. Os Estados Unidos possuem três sítios no Afeganistão e pretende criar um quarto onde o material será destruído, e dez áreas de armazenamento onde o equipamento será inspecionado e preparado para ser transportado para os Estados Unidos.
A retirada do Iraque mostrou a importância de um planejamento antecipado. Os planos de saída começaram em 2008, três anos antes da partida final das tropas de combate, em dezembro de 2011. No Afeganistão, os Fuzileiros Navais e a Marinha iniciaram seus preparativos em 2009 e o Exército, em 2010.
Os Fuzileiros Navais estabeleceram uma "estratégia de realocação de equipamentos", tendo criado um "manual" contendo o que o GAO descreve como "uma recontagem detalhada e simples de cada um dos 78.168 itens importantes no Afeganistão, juntamente com "instruções para sua disposição previstas inicialmente (retorno, transferência ou destruição) de cada item".
Por exemplo, o manual de julho de 2012 mostrou que os marines tinham tinha 33 vans "blackscatter" no Afeganistão, veículos com capacidade de raio X que são usados em postos de fronteira e postos de controle de entrada para identificação de armas ocultas, contrabando e explosivos. Custam de US$ 700 mil a US$ 800 mil cada uma quando novas.
O plano é retornar todas as 33 vans para os Estados Unidos usando transporte aéreo e marítimo, a um custo que pode chegar a mais de US$ 150 mil por van, segundo o GAO. Contudo, o manual dos marines indica que apenas 28 são necessárias para atender às necessidades nos Estados Unidos. O GAO sugere que as cinco restantes, consideradas desnecessárias, em termos de custo-benefício, deveriam ser deixadas no Afeganistão.
Um problema no Iraque foi fazer a contabilidade dos equipamentos de propriedade do governo fornecidos ao pessoal terceirizado. De acordo com relatório do GAO, de setembro de 2011, "houve ocasiões em que os terceirizados deixaram os campos e instalações no Iraque sem um encerramento adequado, deixando equipamentos abandonados, pessoal não repatriado (especialmente cidadãos de outros países), sem obter os vistos de saída apropriados e não devolveram para o governo o equipamento fornecido".
A relação dos equipamentos no Afeganistão não incluiu o equipamento do governo usado pelos terceirizados, mas o comando afegão informou ao GAO que está criando uma unidade para resolver o problema.
Uma outra questão exclusiva do Afeganistão refere-se às rotas de saída de material, por causa do "ambiente geopolítico complexo na região, segundo o GAO.
Sair do Afeganistão é muito mais difícil e mais dispendioso do que deixar o Iraque. No Iraque os Estados Unidos tinham acesso por rodovias ao Porto de Umm Qasr e uma grande base logística no Kuwait, na fronteira. A partir dali era fácil despachar o material por mar usando portos jordanianos e do Kuwait.
As antes grandes rotas de transporte de equipamentos através do Paquistão que foram reabertas em julho estão em fase de testes para o material que sairá do Afeganistão. Por outro lado, o Departamento de Defesa "enfrenta problemas para converter as rotas ao norte em apoio para a retirada por causa de questões ligadas a autorizações alfandegárias e diplomáticas".
No Afeganistão, país sem saída para o mar, há também equipamentos prioritários, incluindo munições, transportados por mar e depois pelo ar. Seu retorno pode chegar a até US$ 75 mil cada veículo, se transportados por mar ou aéreo, e até US$ 153 mil usando empresas aéreas comerciais, segundo o GAO. Enviar um veículo utilizando estradas poderá chegar a US$ 43 mil.
Com base em planos anteriores o Comando de Transporte projetou que "14,2% de todo equipamento de retorno aos Estados Unidos será transportado por meio de estradas ao norte, 19,9% por estradas paquistanesas e 65,8% usando transporte aéreo e marítimo".
No planejamento anterior, a agência de Logística de Defesa e as forças americanas no Afeganistão estabeleceram metas para os veículos e contêineres. A meta mensal era de 1.200 veículos e mil contêineres.
Tudo isso é complicado? Sim. Vale a pena prestar atenção nos custos monetários e humanos de entrar e sair de aventuras militares para que o país esteja mais bem preparado da próxima vez. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO - Via Estadão

O helicóptero Águia do Grupamento Aeromarítimo do Corpo de Bombeiros que afundou na tarde de sábado (29) foi retirada do mar de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, na altura do posto 3. A retirada foi concluída na madrugada de domingo (30). Os bombeiros investigam as causas do acidente.
Boias foram usadas para o resgate da aeronave. Uma hélice quebrada foi encontrada. Todo material retirado do mar foi levado para o aeroporto de Jacarepaguá, na zona oeste, para ser analisado.


Quatro bombeiros que estavam a bordo tiveram escoriações leves e foram socorridos no local. Em seguida, eles foram levados para hospitais da região. Os militares passavam bem às 17h30.
No momento do acidente, o helicóptero resgatava um banhista que havia se afogado no mar. A vítima também teve escoriações leves e foi socorrida no local.
A praia estava lotada no momento do acidente e muitos banhistas se concentravam à beira-mar para tirar fotos e assistir ao salvamento dos bombeiros. Dois barcos foram usados para o resgate dos militares.

Fonte: R7




http://1.bp.blogspot.com/-U54tyaBc-Vc/TshZwf_fiKI/AAAAAAAAFVI/EiFOgxrnB2o/s1600/Iraqi+air+force+said+Iraq%2527s+purchase18+F-16C+Block+52+fighter+aircraft..JPGNa quarta-feira, dia 26 de dezembro, um caça Lockheed Martin F-16C Fighting Falcon da Guarda Aérea Nacional da California caiu durante uma missão de treinamento, mas o piloto conseguiu ejetar em segurança.
A aeronave F-16C, pertencente à 144ª Ala de Caça baseada em Fresno, caiu na metade da tarde, à cerca de 100 quilômetros a leste de Fresno. O piloto, que possui mais de 10 anos de experiência, foi resgatado e levado para o hospital para exames de rotina.
Segundo informações da Guarda Aérea Nacional, o F-16 estava voando entre 12.000 e 15.000 pés de altitude quando o piloto declarou emergência em voo. Em seguida ele ejetou e a aeronave caiu numa área deserta de Owens Valley, no condado de Inyo.
Toda frota de caças F-16 da Guarda Aérea Nacional da California está temporariamente com as operações de voo suspensas enquanto a investigação do acidente está em andamento.
Os caças F-16C da base de Fresno, fabricados em 1986, serão em breve substituídos por caças F-15.

Fonte: CAVOK

A China comprou da Rússia a linha de produção de bombardeiros Tupolev Tu-22M por US$ 1,5 bilhão, incluindo a transferência de toda a tecnologia para a produção.
A China já importou 6 bombardeiros, já que os Tu-22M são muito melhores do que os próprios bombardeiros H-6 da China, tanto em carga e como em alcance.
O Tupolev Tu-22M Backfire é bombardeiro estratégico supersônico de longo alcance capaz de realizar ataques marítimos de surpresa.

http://4.bp.blogspot.com/-xZHWAuYSZ10/UNiIb9Tg7OI/AAAAAAAAJsU/UaiAHhVrwOs/s1600/Tupolev+Tu-22M+-+Shark.jpg
Os bombardeiros Tu-22M Backfire foram produzidos pela Tupolev até 1997.

De acordo com o especialista militar chinês Ma Dingsheng, as asas de geometria variável do Tu-22M permitem que ele possa conduzir furtivos ataques marítimos de surpresa. Ele pode primeiro ajustar suas asas numa posição que lhe permite voar em altitudes super baixas sem ser detectado por radares inimigos. Quando ele chega perto de seu alvo, ela muda sua posição da asa, que lhe permite subir rapidamente para conduzir um ataque repentino.
No entanto, Ma disse que para a produção dos bombardeiros, a China ainda precisa de algumas partes que não consegue produzir, especialmente os motores. Mas existe rumores que existe um contrato de fornecimento das peças para a produção de pelo menos 36 desses bombardeiros.
A China tem que desenvolver a sua própria capacidade de produzir as peças, especialmente os motores. Caso contrário, se a Rússia se recusar a fornecer mais peças, a China não será mais capaz de produzir e terá dificuldades para manutenção dos bombardeiros.

Fonte: China Times – Via: Cavok

Irã inicia manobras navais no Estreito de Ormuz

Postado por Alina Stewart sábado, dezembro 29, 2012 0 comentários

A televisão estatal do Irã informou que a Marinha do país iniciou manobras na região do Estreito de Ormuz, local por onde transita um quinto de todo o petróleo produzido no mundo.
Segundo as informações, a manobras tiveram início na madrugada desta sexta-feira e envolvem navios de guerra, submarinos, jatos e veículos anfíbios, também chamados de hovercrafts. 
Six Agusta AS-61 A-4 (Sikorsky SH-3D) Sea King transport helicopters
Fokker F-27-400M Troopship transport aircraft
Sikorsky RH-53D Sea Stallion (S-65A) with two Agusta AB-212ASW helicopters
Agusta AS-61 A-4 (Sikorsky SH-3D) Sea King transport helicopters
Lineup of IRIN aviation participating in Velayat-91
Motorized Marines boarding a Sikorsky RH-53D Sea Stallion (1)
Motorized Marines boarding a Sikorsky RH-53D Sea Stallion (2)
Iran Navy naval aviators
Marines boarding Agusta AB-212ASW medium helicopter
Elite naval commando frogmen of the Iran Navy
Combat ATV borne Iran Marines disembark from RH-53D heavy-lift cargo helicopter
Motorized Iran Marines (1)
Motorized Iran Marines (2)
Iran Marine petty officer 1st class
Note ACU style BDUs and MP5 type (MPT-9) SMG
Sepher 3/4 ton transport trucks 
Safir 1/4 ton tactical vehicles with an array of different armament
Vehicle transport borne Iran Marines
Photos: JameJam Online and Islamic Republic News Agency


As manobras acontecem no momento em que o Ocidente aumenta a pressão, em razão do programa nuclear iraniano. O Ocidente suspeita que o objetivo do programa é produzir armas nucleares, o que Teerã nega.
O Irã tem ameaçado fechar o estreito em represália às sanções ocidentais, mas não tem falado sobre o assunto nos últimos meses. 

Kilo class (Yunes class) Project 877EKM diesel-electric submarines
IRINS Yunes (903), IRINS Tareq (901) and IRINS Nooh (902)
Yunes class diesel-electric submarine, frontal section
Yunes class diesel-electric submarine, side section
IRIN Commander Sayyari aboard Yunes class submarine
Ghadir class midget sumarines
Ghadir class midget submarine variants
BH.7 Mk.5A Wellington class and SR.N6 Winchester class hovercraft
BH.7 Mk.5A Wellington class hovercraft
IRINS Admiral Naghdi (82) Bayandor class (ex-PF 104) large patrol corvette
with two IRIN frigates (file photo)
Alvand (Saam) class (Vosper Mk5 type) frigate (file photo)
IRINS Alborz (72), IRINS Sabalan (73) and IRINS Alvand (71)
4.5 inch Mark 8 naval gun armament of Alvand class frigate
Photos: AJA, IRINN and Islamic Republic News Agency


A emissora disse que o governo advertiu os demais navios que permaneçam longe do local até 3 de janeiro. As manobras são realizadas numa área de cerca de 1 milhão de quilômetros quadrados, que engloba o Estreito de Ormuz, a parte norte do Oceano Índico e o Mar de Omã. 

Fonte: O Povo

Um helicóptero do Corpo de Bombeiros do estado do Rio caiu no mar, na Praia de Copacabana, quando tentava realizar o resgate de um banhista. O acidente ocorreu por volta das 16h10, em frente ao Posto 3, nas proximidades do Hotel Copacabana Palace.O banhista que estava se afogando foi salvo por um praticante de bodyboard.
Os quatro ocupantes da aeronave foram resgatados e levados, inicialmente, para o Hospital Municipal Miguel Couto, e depois transportados ao Hospital do Corpo de Bombeiros. O subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Ronaldo de Alcântara, confirmou que os tripulantes sofreram apenas ferimentos leves e passam bem.
O subcomandante-geral descartou que tenha havido imperícia do piloto no acidente. Segundo ele, houve um sinal de alarme no painel da aeronave, indicando perda de rotação. Com isso, o piloto realizou procedimento de aterrissagem forçada.
As causas do acidente serão apuradas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). O helicóptero, que está submerso, será resgatado com a ajuda de flutuadores e posteriormente rebocado para a sede do Grupamento Marítimo dos Bombeiros, na Praia de Botafogo. O modelo do helicóptero é um Esquilo biturbo.
O estado do Rio, que tinha três helicópteros da corporação, passa a contar com apenas dois para atender a toda a orla da zona sul e demais operações de salvamento. Só hoje, foram realizados 150 salvamentos nas praias da zona sul.

 

NASA: design de nova nave espacial é aprovado em revisão técnica

Postado por Alina Stewart sexta-feira, dezembro 28, 2012 0 comentários

De acordo com a NASA, a nave Space Launch System — ou SLS —, que fará parte de um novo programa de exploração espacial, acaba de passar por uma importante etapa. Segundo a agência, o design do núcleo do foguete foi aprovado durante uma importante revisão técnica, o que significa que a construção pode ser concluída a tempo para um lançamento em 2017.

Conforme explicou a NASA, durante a revisão foram avaliadas questões relacionadas aos custos e aos prazos da missão, assim como se o núcleo do foguete se integrará com sucesso às demais partes da nave, como os motores e os propulsores, por exemplo. A SLS está sendo desenvolvida juntamente com a cápsula Orion, que no futuro deverá levar astronautas a Marte.

Os engenheiros afirmam que estão adiantados com relação ao cronograma, e esperam que o design final seja aprovado na próxima revisão, que deve ocorrer em 2014. A previsão é de que o SLS se torne o maior foguete já construído pelo homem, com 100 metros de comprimento e capacidade para transportar cerca de 80 toneladas de materiais para camadas da baixa órbita terrestre.

Fonte: NASA - Tecmundo

 O governo brasileiro assinou um contrato de compra de quatro Lanchas Patrulheiras de Rio (LPR) da Colômbia, as quais custarão US$ 8 milhões, informou o Ministério de Defesa colombiano nesta quinta-feira. As lanchas, que são desenvolvidas pela Corporação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento da Indústria Naval, Marítima e Fluvial (Cotecmar) da Colômbia, serão entregues na cidade de Manaus em abril de 2014 e serão usadas em operações fluviais na região amazônica.

Segundo o Ministério de Defesa da Colômbia, duas lanchas serão destinadas à Marinha e as outras duas ao Exército. "A assinatura deste contrato é o resultado da reunião bilateral sustentada no último dia 2 de maio entre os ministros da Defesa da Colômbia e do Brasil, Juan Carlos Pinzón e Celso Amorim, respectivamente", afirmou o Ministério de Defesa colombiano em comunicado. 
Essa operação, de acordo com as autoridades colombianas, também se destaca pelo fato desta ser a primeira vez que a Cotecmar realiza uma venda de embarcações às Forças Militares de outro país.

Esta transação comercial é um reconhecimento ao desenvolvimento e às capacidades da indústria de defesa do país e representa um avanço em direção à consolidação de uma base industrial de defesa na América do Sul, concluíram as autoridades do país andino.

Fonte: R7

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