Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Videos destaques 2014 I

Postado por Alina Stewart quarta-feira, janeiro 29, 2014 0 comentários

Pouso na tempestade



Para quem pensa que pouso é fácil



Senna Forever!!!

Brasil colabora com o Chile no Combate a incêndios

Postado por Vinna domingo, janeiro 26, 2014 0 comentários

 Você já deve ter acompanhado a atuação da Força Aérea Brasileira no combate aos incêndios florestais ocorridos no Chile, não é mesmo? Sabia que antes do lançamento da água para conter as chamas, muitas ações são realizadas, que vão desde os preparativos da aeronave no Brasil, até o acionamento do sistema de combate ao incêndio? E que, além disso, a fumaça produzida nesses casos acaba prejudicando não só o meio ambiente, mas também o tráfego aéreo? O post dessa semana é sobre tudo isso. Quer saber mais? Vem com a gente!

Pra começar, esta ação, considerada uma cooperação internacional, foi fruto de um pedido da embaixada chilena ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil. A partir daí, o Ministro da Defesa, Celso Amorim, autorizou o envio de aeronaves para ajudar a combater os focos de incêndio no sul do Chile. Neste caso, o Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER) foi contactado e acionou o Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR), que por sua vez entrou em contato com a Quinta Força Aérea (V FAE), responsável pela aviação de transporte. Finalmente, o Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1º GTT) recebeu a missão de apoio àquele País.
Dessa forma, duas aeronaves C-130 Hércules do 1º GTT decolaram na manhã do último domingo (19/01) da Base Aérea do Galeão (BAGL), no Rio de Janeiro, rumo à Concepción, a segunda cidade mais povoada do Chile.
A equipe é composta por pilotos, mecânicos e pessoal de apoio, totalizando 30 militares. Inicialmente, foram realizadas reuniões para conhecimento do terreno com a brigada contra-incêndio chilena e com a Corporacion Nacional Forestal (CONAF). “Estamos operando em uma região muito montanhosa. A presença de nuvens baixas tem dificultado nosso acesso a algumas áreas”, afirma o Capitão Thomas Rodrigues de Oliveira, um dos pilotos que integra a equipe, conforme entrevista concedida à Agência Força Aérea.

Após esta fase, uma das aeronaves, equipada com o sistema de combate a incêndios, conhecido como MAFFS (siga em inglês de Modular Airbone Fire Fighting System), realiza o sobrevoo, a baixa altura, despejando até 10.400 litros de água de uma só vez. “Quando lançamos a água, a temperatura do solo diminui, e então a brigada de incêndio pode atuar no combate ao fogo”, explicou o Major Rogério Vieira Maciel Junior, do 1º Grupo de Transporte de Tropa, do Rio de Janeiro (RJ). Saiba mais.
O MAFFS já foi utilizado outras vezes no Brasil. A FAB atuou no combate nos incêndios no Distrito Federal, em 2012, e na Chapada Diamantina, em 2011. Veja aqui a atuação da FAB no DF. O Equador também recebeu ajuda do Brasil, em 2012.

Sobre o incêndio no Chile
No início de janeiro, o incêndio no sul do Chile já tinha devastado mais de 400 km2 de área florestal, o equivalente a 250 vezes o tamanho do Parque do Ibirapuera, em São Paulo. A região de Bío-bío, na Província de Concepción, foi a mais afetada pelas chamas.  O local mais crítico fica distante apenas 500 km de Santiago, o que levou a capital do país a sofrer com a fumaça gerada pelas queimadas. Pela gravidade da situação, o governo do Chile decretou “alerta sanitário” em regiões atingidas. Ao longo do mês, o incêndio ganhou força com os ventos e as altas temperaturas registradas no sul do país. Além da região de Bío-Bío, o Parque Nacional Torres Del Paine, na Patagônia, teve 13.000 hectares devastados em um incêndio já controlado. De acordo com reportagem do site G1, houve um aumento de 16% nos incêndios no Chile. Pela dificuldade de combater as chamas em Bío-bío, os C-130 Hércules, da Força Aérea Brasileira, foram enviados para aquela região. Veja ao lado a região atingida.
A preocupação com a fumaça em Santiago faz sentido. Além dos danos ao meio ambiente, as queimadas podem afetar o tráfego aéreo na capital do Chile. No informativo NOTAER, o Coronel Aviador Fábio Almeida Esteves afirma que os problemas causados pela fumaça das queimadas podem chegar aos produzidos pelos nevoeiros. Em épocas de pouca chuva e ventos, a densidade da fumaça aumenta dia após dia, o que reduz a visibilidade. Diante deste quadro, os pousos e decolagens nos aeroportos podem ser interrompidos em períodos do dia e as empresas aéreas também podem tomar a decisão de interromper a operação para os destinos com pouca visibilidade. Se a aeronave estiver em rota, terá que voltar ao aeroporto de origem ou “alternar” em um aeródromo mais próximo.

SAAB: Gripen em 2018!

Postado por Vinna sábado, janeiro 25, 2014 0 comentários

A multinacional sueca Saab, especializada em defesa aeroespacial, considera-se pronta para começar "imediatamente" a trabalhar para atender a demanda brasileira.
O presidente e CEO da companhia, Hakan Buskhe, disse ontem que, apesar de a empresa já ter se comprometido a entregar em 2018 o primeiro caça ao governo da Suécia, a Saab tem condição de honrar o mesmo prazo com o Brasil.
"Temos o mesmo compromisso com a Suécia para 2018. Provavelmente, poderemos honrar ambas [as encomendas para os mesmos prazos], mas essa é uma discussão que teremos que fazer com os brasileiros", afirmou Buskhe ontem, após se reunir com a presidente Dilma Rousseff, em Davos (Suíça), por cerca de meia hora.
Os ministros Luiz Alberto Figueiredo (das Relações Exteriores) e Fernando Pimentel (do Desenvolvimento) também participaram do encontro.
A empresa sueca foi a vencedora da concorrência para fornecer 36 aviões Gripen à FAB (Força Aérea Brasileira), em decisão de US$ 4,5 bilhões (R$ 10,5 bilhões).
A Suécia encomendou 60 unidades do modelo e a Suíça, 22 caças.
"Os próximos passos serão reuniões com o cliente, que já estão agendadas", de acordo com o executivo.

Do UOL

O que se usava antes do Radar?

Postado por Vinna segunda-feira, janeiro 20, 2014 0 comentários

A Primeira Guerra foi marcada pelo desenvolvimento e aprimoramento de muitos artefatos militares como os tanques de guerra, propostos inicialmente para romper as trincheiras inimigas. Também foi marcado pela utilização de aeronaves para observação, reconhecimento e, posteriormente, ataques aéreos ao solo e combates aéreos.
Naquela época, um soldado entrincheirado era alvo fácil para as aeronaves inimigas, e poder prever com antecedência uma investida aérea inimiga era fundamental para o sucesso no campo de batalha, ou ao menos poupar a vida dos soldados contra os ataques aéreos.

Inicialmente, a detecção de aeronaves era apenas visual, porém esta prática apresentava diversas falhas, pois era de curto alcance e sua eficácia se restringia ao período diurno. Com o tempo, os aviões passaram a operar a noite, voar a baixa altura com camuflagem semelhante ao terreno, voar com o Sol a favor e entre as nuvens e diversas outras práticas que dificultavam a localização visual pelos inimigos.

Nesse contexto, um outro método de detecção foi empregado: os "radares" acústicos. O radar de detecção de pulsos eletromagnéticos foi proposto inicialmente na Alemanha em 1904, por Christian Hülsmeyer, porém, como tinha pouca precisão e curto alcance, acabou sendo arquivado. Essa metodologia de detecção somente foi retomada em 1934, por Pierre David, e a partir de então aprimorada e aplicada com boa eficácia na Segunda Guerra Mundial.

Durante a Primeira Guerra Mundial e até o início da Segunda Guerra foram desenvolvidas algumas “engenhocas”, que tinham por objetivo aumentar a capacidade auditiva de seus operadores para escutar o ruído produzido pelas aeronaves inimigas.

Alguns aparelhos eram bem simples e consistiam em um cone metálico acoplado aos ouvidos de seu operador. Funcionavam do mesmo modo como o artifício de colocar a mão em volta da orelha para ouvir melhor. Não havia nenhum amplificador, microfone ou qualquer aparelhagem eletrônica, apenas os cones metálicos.

Pessoas com boa acuidade auditiva eram convocadas para ficar ali, tentando ouvir o ronco dos motores dos aviões se aproximando. Muitos cegos eram chamados para esta tarefa, justamente por possuírem ouvidos bem aguçados.

O aprimoramento dessa tecnologia levou ao desenvolvimento de verdadeiros “trambolhos”, porém alguns deles foram bastante eficientes naquilo em que foram propostos.

Durante a década de trinta foram usados cones de concreto para ouvir o barulho de bombardeiros inimigos. O sistema alemão era tão eficiente que podia-se ouvir bombardeiros decolando do outro lado do Canal da Mancha. Os alemães usavam dois conjuntos, um para para medir distância e outro para medir altitude.
Com o desenvolvimento do radar, essa técnica foi quase abandonada, mas depois voltou a ter importância quando se desenvolveram aeronaves invisíveis ao radar, mas agora possuem amplicadores eletrônicos e outros recursos tecnológicos.

Autor: Thiago Martiusi Moura, Unopar - Londrina


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Radar
http://cafemodelismoforum.livreforum.com/aviacao-militarhistoria-f31/radares-acusticos-t3586.htm
pbrasil.wordpress.com/2010/03/27/
http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/ge/fur10anti4.html

O governo brasileiro considerou a promessa do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de não espionar a líderes aliados como "um primeiro passo", afirmou neste domingo (19) o porta-voz da Presidência, Thomas Traumann.
Segundo publicação no blog do Planalto, o governo de Dilma "analisou detidamente" o anúncio de mudanças na atuação da NSA.

"O governo brasileiro irá acompanhar com extrema atenção os desdobramentos práticos do discurso", afirmou Traumann na primeira manifestação oficial do executivo ao discurso de Obama.

Obama afirmou na sexta-feira (17) ter determinado que Agência Nacional de Segurança (NSA) não espione líderes aliados, como os que foram vítimas Dilma e a chanceler alemã, Angela Merkel, revelaram os documentos vazados pelo ex-analista da NSA Edward Snowden.
O presidente americano acrescentou que se quiser saber o que pensam seus aliados sobre um determinado assunto, procurará eles. 

Do UOL



O presidente americano, Barack Obama, garantiu que a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, não precisa "se preocupar" com a confidencialidade das comunicações dos alemães, enquanto ele for presidente dos Estados Unidos - declarou o próprio em entrevista à televisão alemã neste sábado (18).
"Enquanto eu for presidente dos Estados Unidos, a chanceler alemã não terá de se preocupar" com a vigilância, declarou Obama à emissora pública alemã ZDF, na entrevista que deve ser transmitida neste sábado.
Segundo Obama, os dois países têm uma "relação de amizade e de confiança".
"Não tenho necessidade, e não quero, nutrir essa relação por um mecanismo de vigilância, que se colocaria no meio da comunicação e da confiança que nós temos", frisou.
A entrevista foi dada depois do anúncio, na véspera, da reforma nos programas da Agência da Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês), suspeita de ter espionado comunicações de líderes estrangeiros, incluindo o celular de Merkel.
Na sexta-feira (17), o porta-voz de Merkel comemorou "o fato de que a proteção dos dados e dos direitos das pessoas serão mais respeitados no futuro, sobretudo, dos cidadãos não americanos".
Neste sábado, as reações foram mais críticas.
O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Bundestag, Norbert Rittgen, do partido conservador CDU da chanceler, declarou que o anúncio de Obama foi "técnico" e não respondia, "infelizmente, ao verdadeiro problema". Para ele, há uma "divergência transatlântica" sobre o equilíbrio entre liberdade e segurança.
Em entrevista na edição de domingo do jornal "Bild", o ministro alemão da Justiça, o socialdemocrata Heiko Maas, vi nos projetos de Obama "um primeiro passo". Segundo ele, a confiança da Alemanha em seu parceiro americano será restaurada apenas "quando tivermos assinado um acordo que proteja, de maneira juridicamente vinculante, os dados de todos os cidadãos".

Do G1

Diante do ja anunciado cancelamento do plano de aquisição de caças Mirage F1M Espanhois a Força Aérea Argentina parece cada vez mais proxima de adquir caças IAI Kfir Block 60.

A Negociação envolve a aquisição de 18 aeronaves (dois aviões mais do que os 16 Mirage F-1 oferecido pela Espanha) provavelmente do modelo  C10/C12 similar ao adquirido pela Colômbia que vem equipada com o radar Elta Systems EL/M 2032 multifuncional, novo computador de missão, novo sistema de navegação e melhorias no cockpit, integração de designação de alvos pod Rafael Litening e como sistema de reabastecimento. Cediço que a origem americana dos motores continua sendo um dos problemas desta opção pela dificuldade de obtenção de peças de reposição originais. (a Colombia ja perdeu três aeronaves em 4 anos de operação).

A transação envolve a cifra de $500 milhões de dolares, e envolveria a entrega imediata de seis aeronaves com as restantes sendo montadas na FAdeA - Fabrica Argentina de Aviones, com posterior transferência de tecnologia israelense.
A grande questão seria se o FADEA tem a capacidade de reunir essas aeronaves de alta complexidade, como o seu principal produto, o Pampa, um jato de treinamento leve muito mais fáceis de produzir do que um Kfir, sofre vários problemas produção e tiveram que mudar de fornecedor do assentos ejetáveis (a inglesa Martin-Baker) por problemas políticos.

Atualmente, existem apenas três países operadores do Kfir: Sri Lanka, Equador e Colômbia.

By Vinna com Informações do Defensa e Infodefensa




O primeiro lote de caças Ching Kuo atualizados foram entregues a Força Aérea, aumentando as capacidades de defesa aérea de Taiwan.
O programa de atualização de meia-idade, realizado pela Taichung Aerospace Industrial Development Corp., melhorou o radar, aviônicos, armas, controle de voo e sistemas de monitoramento.
O Ching Kuo IDF C/D também será capaz de lançar a bomba Wan Chien, que foi desenvolvida localmente. Semelhante ao AGM-154 utilizada pelos militares dos EUA, o Wan Chien pode atingir alvos a uma distância segura, sem expor a aeronave ao fogo antiaéreo. Uma frota de 56 caças IDF irão receber as atualizações ainda este ano. O IDF é um caça monomotor e tem servido Taiwan nos últimos 20 anos.

Do Focus Taiwan News Chennel - Via CAVOK 



Taiwan exibiu uma frota de jatos de combate após projeto de modernização. Os caças IDF comportam bombas inteligentes e foram exibidos nesta quinta-feira.
Doze caças IDF com avançada capacidade de combate foram exibidos, nesta quinta-feira, em uma cerimônia realizada em uma base militar na cidade de Tainan, sul de Taiwan.
Os jatos são capazes de transportar bombas inteligentes e são parte de um projeto de modernização de defesa da ilha chamado Wan Chien, ou Dez Mil Espadas.
O presidente da ilha, Ma Ying-jeou, afirmou que ‘a bomba é tão boa quanto as do tipo americanas’. Ele chegou a subir na cabine de um dos aviões durante o evento.
O projeto de desenvolvimento de armas inteligentes surgiu após recusa dos Estados Unidos em vender mísseis guiados à ilha.
Segundo o Coronel da Força Aérea, o novo armamento pode ser disparado à longa distância dos alvos, reduzindo os riscos de voar próximo ao continente, por exemplo.
O programa, lançado há dois anos, prevê a atualização de 127 caças de combate.    A primeira fase, já concluída, contemplou a modernização de 71 IDFs.
O projeto deve ser concluído até o início de 2017.

Do DM

Vietnã recebeu oficialmente o primeiro submarino dos seis que tem comprado da Rússia para reforçar a sua defesa naval, em um momento de tensão na região pelas aspirações sovereigntist da China, informou a imprensa local hoje. Os navios são adquiridos Varshavyanka modelo 636, mais conhecido como Kilo , a nomenclatura utilizada pela OTAN, e foi nomeado HQ 182- Hanoi.
Os submarinos Kilo servem para a proteção da marinha e instalações costeiras e de reconhecimento básico e de patrulha, para o que têm armas anti-submarino e contra navios de superfície . O 636 é o mais recente modelo desta classe e tem o motor mais silencioso e o sistema de batalha mais avançado, que fornece informações sobre dois alvos simultaneamente. 
A cerimônia oficial de recepção HQ 182 - Hanoi última quarta-feira foi realizada na base naval Cam Ranh na província sudeste de Khanh Hoa , segundo Vietnam.Net. O próximo navio chegará em março e será nomeado HQ 183 - Ho Chi Minh. A Marinha vietnamita planeja receber todo o lote de 6 navios em 2016. China e Vietnã as ilhas Paracel ou Paracelso , a primeira chamada Xisha e vietnamita Hoang Sa.



Pelo menos dez grupos que atuam no setor de defesa e segurança sinalizaram à Marinha o interesse em participar da licitação do Sisgaaz, o bilionário programa de sistemas de gerenciamento da Amazônia Azul. Entre eles aparecem Embraer Defesa e Segurança, Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Boeing.

Esse projeto, que está avaliado em US$ 10 bilhões, contempla o monitoramento das águas jurisdicionais brasileiras por meio de uma rede extensa de sensores terrestres, marítimos e espaciais, centros de controle e vigilância aérea e ambiental. O alvo dessa rede, segundo o chefe da diretoria de gestão de projetos estratégicos da Marinha (DGPEM), vice-almirante Antônio Carlos Frade Carneiro, é garantir a presença do Estado na proteção da riqueza marítima do país e a segurança das suas operações navais, incluindo o pré-sal (programa de exploração da Petrobras).

A Marinha pretende detalhar o processo da licitação ainda nesta semana, em evento que acontecerá na Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro. O Sisgaaz, segundo informou o almirante, já tem uma previsão orçamentária de R$ 9 milhões este ano para concluir a fase de contratação da empresa que será a responsável pela implantação do programa. Isso deve ocorrer a partir de 2015.

De acordo com Carneiro, durante o evento, as empresas interessadas em participar do Sisgaaz receberão a documentação ou pedido de propostas (da sigla em inglês RFP) do programa. Com isso, poderão responder os questionamentos feitos pela Marinha.

Empresas de menor porte, de acordo com o almirante, que detém tecnologias específicas de interesse do projeto, já estão se compondo com grupos maiores, como forma de integrar o Sisgaaz.

O processo de escolha da empresa vencedora, explica o almirante, será semelhante ao que foi executado na primeira etapa do programa Sisfron (Sistema de Monitoramente de Fronteiras), vencida pelo consórcio Tepro, formado pelas empresas Savis Tecnologia e Sistema e Bradar, ambas controladas pela Embraer Defesa e Segurança.

"De acordo com o que está previsto na Lei 12.598, aprovada em março de 2012, o processo do Sisgaaz irá privilegiar as empresas nacionais, que poderão participar sozinhas ou em consórcio com empresas estrangeiras, mas com foco em transferência de tecnologia de interesse do projeto", ressaltou o almirante.

As brasileiras poderão ainda usufruir das vantagens do status de empresa estratégica de defesa, concedido pelo governo federal a 26 empresas, no final do ano passado. Nessa lista, estão a Embraer, Avibras, Imbel, Engeprom, Nuclep e Odebrecht Defesa e Segurança, empresas que terão direito a redução de tributos para a venda de seus produtos para as forças armadas.

Para receber os benefícios da dessa lei as empresas precisam atender a algumas exigências como controle nacional majoritário, domínio brasileiro da tecnologia e compromisso de manter a linha de produção no país.

A Lei 12598, segundo o vice-almirante Frade, permitiu a criação de um ambiente propício no Brasil para as empresas, principalmente as pequenas, terem capacidade para absorver tecnologias estratégicas, além de mais oportunidades para participar de programas de grande porte como o Sisgaaz.

A concepção do Sisgaaz já foi concluída pela Fundação Ezute, a nova denominação da Fundação Atech. "O trabalho consistiu no delineamento da configuração operacional e sistêmica do Sisgaaz, que será responsável pelo monitoramento de uma área de 4,5 milhões de quilômetros quadrados, sendo 3,5 milhões em Zona Econômica Exclusiva (ZEE) e 911 mil de plataforma continental, por onde passam 95% do comércio exterior brasileiro e onde estão 80% do petróleo do país", explicou o presidente da fundação, Tarcísio Takashi Muta.

O chefe dos projetos estratégicos da Marinha explica que a rede de sensores do Sisgaaz envolve um mix de tecnologias de última geração, composta por radares, veículos aéreos não tripulados (vants), sistemas de comunicação, de guerra eletrônica, meteorologia para a coleta de dados ambientais e meteorológicos, entre outras.

"Trata-se de um programa complexo, composto de vários projetos. O atual Programa Nacional de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) da Marinha, por exemplo, precisará receber as informações do Sisgaaz. O processo de vigilância da costa brasileira estará todo interligado", afirmou Muta.

A previsão é que o Sisgaaz seja concluído em sua totalidade dentro de um prazo de 10 a 12 anos, informou o almirante.

A empresa Odebrecht Defesa e Tecnologia admitiu, em entrevista no fim do ano passado ao Valor, sua intenção de firmar parcerias para participar de grandes projetos da Marinha, como o Sisgaaz, o Sisfron, que é comandado pelo Exército. Segundo o presidente da empresa, André Amaro, esses programas vão exigir a mobilização de competências brasileiras e internacionais.

"É uma excelente oportunidade para fortalecer a cadeia produtiva brasileira e para permitir o acesso a tecnologias estratégicas que ainda não são do domínio nacional", ressaltou. Procurada, a Embraer informou que não faria comentários sobre o Sisgaaz.

***

Plano de reaparelhamento vai durar até 12 anos
   
Os programas de reaparelhamento da Marinha brasileira, a serem implementados nos próximos 10 a 12 anos, deverão demandar investimentos superiores a US$ 30 bilhões. Entre os projetos considerados estratégicos, como o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) e o Programa Nuclear, a Marinha também lista a construção de 20 navios patrulha de 500 toneladas, conhecido pela sigla NPa-500 e que este ano receberá um aporte de R$ 73 milhões.

Os dois primeiros navios, segundo o diretor de Engenharia Naval da Marinha, vice-almirante Francisco Roberto Portella Deiana, foram contratados ao estaleiro Inace (Indústria Naval do Ceará), em setembro de 2006, e entregues para a Marinha em 2012 e 2013. Em 2009, o estaleiro Ilha SA (Eisa) venceu o processo licitatório para a construção de mais cinco navios.

De acordo com o vice-almirante Deiana, dois navios, o Maracanã e o Mangaratiba, serão entregues este ano. Em 2015 está prevista a entrega de mais um e outro em 2016. O programa de aquisição dos navios-patrulha está orçado em cerca de R$ 2 bilhões (US$ 834,7 milhões).

Já a concorrência da Marinha para o fornecimento de 11 navios de superfície, conhecido como Programa de Obtenção de Meios de Superfície (Prosuper), tem potencial para gerar cerca de 13 mil empregos diretos e indiretos no Brasil, afirma o diretor de Engenharia Naval da Marinha.

O processo, segundo informou o vice-almirante, aguarda decisão da Presidência da República quanto à seleção da empresa parceira do Brasil para ser implementado. Avaliado em € 5 bilhões (US$ 6,7 bilhões), o Prosuper está sendo disputado por estaleiros de sete países - ThyssemKrupp /Blohm/Voss, DSME, Navantia, DCNS, Damen, Fincantieri e BAE Systems.

Segundo o vice-almirante Deiana, a empresa China Shipbuilding & Offshore Internacional Co. Ltd também recebeu autorização recente do comandante da Marinha para participar do processo. "Já foram iniciadas as tratativas para que a empresa apresente a sua proposta dentro das próximas semanas", comentou.

O Prosuper contempla a aquisição de cinco fragatas ou navios de escolta de 6 mil toneladas, cinco navios de patrulha oceânica de 1,8 mil toneladas e um navio de apoio logístico com capacidade de carga de 12 mil toneladas. De acordo com o vice-almirante Deiana, o programa inclui também transferência de tecnologia, apoio logístico, requisitos de nacionalização e compensações tecnológicas e industriais, conhecidas como "offset".

"O modelo estratégico atual prevê que os contratos sejam assinados com um estaleiro estrangeiro detentor do projeto dos navios e suportados por acordos entre governos", explica o diretor. Ele ressalta, no entanto, que os navios deverão ser construídos em estaleiros brasileiros, a serem escolhidos pelo estaleiro estrangeiro selecionado no processo de concorrência do Prosuper.

A previsão é que o programa seja implementado ao longo de 12 anos. Cada navio-patrulha oceânico tem um custo estimado de aproximadamente 100 milhões de euros. O navio de apoio logístico custará cerca de 310 milhões e cada navio escolta por volta de 650 milhões de euros.

O vice-almirante destaca que o montante financeiro total envolvido no programa considera ainda as estimativas para transferência de tecnologia e de apoio logístico.

O Ministério da Defesa também autorizou, recentemente, a retomada do projeto das corvetas classe Barroso, com a construção no país de quatro navios. O prazo previsto é de cinco anos para cada navio, informou o vice-almirante Deiana. O custo unitário das corvetas foi estimado em US$ 430 milhões. (VS)

Do Valor Econômico - Via Brasil Soberano e Livre

A companhia sueca Saab anunciou em abril deste ano, em seu site, que a empresa AEL Sistemas S.A., baseada em Porto Alegre, seria parceira no fornecimento de aviônicos (componentes) para o caça Gripen NG se o modelo “fosse escolhido pela Força Aérea Brasileira“.

Na época, sites especializados em defesa e indústria de armamentos do Brasil e de outros países repercutiram o comunicado. Com o processo de escolha do modelo em banho-maria, o assunto foi esquecido.

Na quinta-feira, este blog tratou do tema e lembrou a manifestação da Saab.

Abaixo, a nota publicada no site da Saab em abril:

FX-2: AEL Sistemas S.A. selecionada para fornecer pacote de aviônicos para o Gripen NG

12 de abril de 2013, em Notícias

A AEL Sistemas S.A. foi selecionada para o programa FX-2 em aviônicos para o Gripen NG caso seja escolhido pela Força Aérea Brasileira.

Em 2009, a Saab e a AEL Sistemas S.A. (‘AEL’) assinaram um ME (memorando de entendimento) identificando potenciais áreas de cooperação no âmbito do Programa Brasileiro FX-2, incluindo desenvolvimento, produção e logística de longo prazo para o Gripen NG.

‘A escolha da AEL para o fornecimento de pacotes de aviônicos para o Gripen NG mostra o compromisso da Saab com a Política de Defesa do Brasil. A Saab ofereceu extensiva cooperação com a indústria brasileira criando aberturas de trabalho, transferência de tecnologia e uma oportunidade de participar de um programa de desenvolvimento conjunto para o Brasil na indústria de defesa assim como um pacote de um número de outros negócios’, disse Eddy de la Motte, diretor da Gripen Export.

A partir deste ME e da cooperação, a AEL irá, se o Gripen for selecionado no programa FX-2, fornecer este extenso pacote de aviônicos, incluindo displays, processadores, computadores, software, serviços de integração e suporte logístico. Isso permite uma parceria de longo prazo para o futuro garantindo transferência de tecnologia e total envolvimento no desenvolvimento de tecnologia aeronáutica com o Brasil.

‘Nossa cooperação no Gripen NG irá apoiar o Brasil no aperfeiçoamento de sua capacidade tecnológica de defesa de dependente para independente. Tomando parte no processo de desenvolvimento para o Gripen NG, a AEL Sistemas S.A. será capaz de introduzir seus mais recentes displays, computador e tecnologias de software em um caça da próxima geração. Isso incrementará a contribuição de sucesso da AEL Sistemas para as Forças Armadas Brasileiras’, diz Shlomo Erez, diretor geral da AEL Sistemas S.A.”


Prossegue de maneira muito lenta a entrega, por parte da Fabrica Argentina de Aviones (FAdeA), de exemplares do IA-63 Pampa II (remotorizados) à IV Brigada Aérea (sediada na província de Mendoza) da Fuerza Aérea Argentina.
Até o presente, das 19 unidades em carga, somente seis receberam o motor Honeywell TFE-731-40-2N. Ao longo de 2013, apenas dois desses seis aviões foram entregues, o E-805 e o E-821.
Cockpit del Pampa III
Com a recente mudança implantada em dezembro na alta direção da FAdeA, espera-se uma aceleração do ritmo de trabalho (Juan Carlos Cicalesi e Agustín Puetz).

Há exatos 23 anos, a rede norte-americana CNN transmitia ao vivo imagens de mísseis cruzando o céu de Bagdá, capital do Iraque, no Golfo Pérsico. Aquela era a primeira vez que uma guerra era televisionada. O bombardeio dava início à operação Tempestade no Deserto, encabeçada pelos Estados Unidos, que contava com o apoio de mais de 30 nações e o aval da ONU (Organização das Nações Unidas), contra o Iraque. Era mais um episódio da chamada Guerra do Golfo, iniciada no dia 2 de agosto de 1990, quando tropas iraquianas atravessaram a fronteira com o Kuait e assumiram o controle da Cidade do Kuait, capital do país.



Os ataques feitos pelos aliados dos Estados Unidos ao Iraque, assim como o bombardeio iraquiano a Israel e à Arábia Saudita, foram transmitidos ao vivo pela CNN durante toda a guerra. Responsáveis pela cobertura, os jornalistas Peter Arnett e Bernard Shaw acabaram ficando tão famosos quanto as imagens dos bombardeios que, embora reais, se assemelhavam a um jogo de videogame.
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A ação era uma represália à invasão do Kuait pelo então ditador do Iraque, Saddam Hussein, em 2 de agosto de 1990. Com o ataque, o país vizinho acabou se tornando uma província iraquiana. A invasão foi motivada pela dívida adquirida pelo Iraque durante a guerra contra o Irã, na década de 1980, tendo o Kuait como um dos principais credores. O Iraque acusava ainda o país vizinho de ter roubado US$ 2,4 bilhões em petróleo do seu território e de ter causado perdas de US$ 14 bilhões por exportar óleo além da cota estabelecida pela Opep (Organização dos Países Produtores de Petróleo). Além disso, o Iraque nunca havia aceitado as fronteiras entre os dois países, impostas pelos britânicos. 

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No mesmo dia da invasão, o Conselho de Segurança da ONU ordenou que as tropas de Saddam fossem retiradas do Kuait e, com a negativa, impôs um embargo militar e econômico ao Iraque. O país acabou condicionando a retirada das suas forças à saída das tropas israelenses do território palestino, o que não foi aceito pelos EUA. Em novembro de 1990, foi dado o ultimato ao Iraque para que saísse do Kuait até 15 de janeiro do ano seguinte. O então secretário-geral da ONU, Javier Pérez de Cuéllar, chegou a pedir, sem sucesso, que Saddam aceitasse as determinações do Conselho de Segurança da ONU. O Congresso americano já havia dado carta branca para que o então presidente George Bush fizesse uso de força.

Nas seis semanas seguintes, os aviões dos países do ocidente realizaram mais de 116 mil viagens de ataque e lançaram sobre seus alvos um total de 85 mil toneladas de bombas. Cerca de 10% delas conseguiam acertar com precisão seus alvos, eram as chamadas "bombas inteligentes".
http://1.bp.blogspot.com/-K2dyA3_FGRY/Tb8j67y1HVI/AAAAAAAAAXk/XV5ny1bsamY/s1600/Avi%25C3%25B5es%2Bda%2BUSAF%2Bvoando%2Bsobre%2Bos%2Binc%25C3%25AAndios%2Bde%2Bpo%25C3%25A7os%2Bde%2Bpetr%25C3%25B3leo%2Bno%2BKuwait.jpg
Após os ataques, Saddam ordenou o lançamento de mísseis Scuds, de fabricação soviética, contra a Arábia Saudita e Israel, tendo como alvo instalações norte-americanas nesses países. No dia 22 de janeiro de 1991, o artefato disparado contra as tropas dos Estados Unidos na Arábia Saudita foi interceptado no ar pelo míssil norte-americano Patriot .
 http://s8.postimg.org/qki33g6h1/scud1.jpg
Apesar de um ataque bem sucedido a um prédio na base americana de Dhahran, na Arábia Saudita, que matou 28 militares, as investidas iraquianas não foram suficientes para dar a vitória ao país. Após 100 horas de combate, Saddam Hussein anunciou que retiraria suas tropas do Kuait, apesar de se recusar a aceitar todas as medidas impostas pela ONU. O cessar-fogo foi declarado pelo então presidente dos Estados Unidos, George Bush, em 27 de fevereiro de 1991. O Kuwait foi libertado, mas Saddam permaneceu no poder.

Saddam Hussein enfrentou revolta da população de origem curda e xiita, que foi expulsa do território iraquiano, indo para a Turquia e o Irã, além do embargo imposto pela ONU, que continua em vigor. A revolta foi apoiada pelo governo norte-americano. Mesmo tirando suas tropas do Kuwait, Saddam Hussein mandou incendiar centenas de poços de petróleo no Kuwait, provocando uma catástrofe ecológica sem precedentes. O fogo demorou cerca de oito meses para ser apagado.

Do UOL

Diários, relatórios de soldados, papéis oficiais, detalhes de operações e narrativas de prisioneiros são alguns dos materiais - datados de 1914 a 1918 e recolhidos no Reino Unido - que o Arquivo Nacional Britânico divulga na internet em homenagem ao centenário da 1.ª Guerra Mundial.
 Por enquanto, apenas 5% conteúdo já estão disponíveis para consulta. A proposta do tributo é publicá-lo integralmente até 2019. Para acessar os arquivos originais, é preciso entrar em www.nationalarchives.gov.uk e realizar a busca pelo número de divisão, regimento ou batalhão, expostos no site. Ainda há muitos documentos que não foram digitalizados e em diversos casos é preciso pagar uma taxa de £3.36 (aproximadamente R$ 12,90).
A medida incentiva a propagação dos arquivos por meio da internet e a ampliação do seu acesso. Além disso, o site da organização convida a todos que quiserem e puderem ajudar a identificar nomes, locais e datas dos materiais, a fim de organizar e a catalogar os registros. Os documentos estão divididos em seções como “medalhas”, “coleções populares”, “enfermeiras de guerra”, “prisioneiros” e “divisão real da marinha”.
Em 2013, a França também lançou uma campanha semelhante. A “Grande Coleta” recolhe documentos pessoais da Primeira Guerra Mundial para a criação de uma base europeia de memórias. Um conselho de administração para a Missão do Centenário foi criado no país com o apoio do governo para organizar as homenagens dos 100 anos de guerra.
  

NOTA: SERÁ QUE TEMOS ALGO SIMILAR DA GUERRA DO PARAGUAI E DA 1a e 2a GUERRAS MUDIAIS?

Um caça-bombardeiro Tornado da Força Aérea Alemã (Bundeswehr) caiu na noite desta quinta-feira em Coblence, no oeste da Alemanha, informou a polícia local. Os dois tripulantes conseguiram se ejetar e ficaram levemente feridos, revelou a polícia à AFP.

O aparelho caiu junto a uma estrada, que foi interditada, acrescentou a polícia.
O acidente ocorreu na zona das colinas de Laubach, cerca de 50 km a oeste de Coblence, e a polícia, Cruz Vermelha e os bombeiros se deslocaram até o local.

Segundo o site do jornal local Rhein-Zeitung, o Tornado pertencia ao esquadrão tático 33 e havia decolado da base aérea de Büchel para um exercício noturno.
As causas do acidente estão sendo investigadas.


O Ministério da Defesa de Cingapura enviou uma encomenda aos Estados Unidos para modernizar caças F-16 Fighting Falcon. 
O escritório de Cooperação Militar do Pentágono notificou o Congresso norte-americano sobre o potencial negócio, estimado em $ 2,43 bilhões. O número de aeronaves sujeitas a modernização, não foi especificado.

No âmbito do programa de aperfeiçoamento, os caças de Cingapura receberão capacetes equipados com telas informativas, bem como sistemas de armas guiadas pelo olhar do piloto. Se o Congresso aprovar o contrato com Cingapura, o último também receberá várias bombas de ar para testes.

O conselho de administração da Telebras autorizou a assinatura de um pré-acordo de acionistas para a formação de uma empresa brasileira que deverá construir e operar um cabo submarino para transmissão de dados via internet entre o Brasil e a Europa.

A previsão é que sejam investidos US$ 185 milhões (R$ 435 milhões) no projeto. Pelos termos do pré-acordo, a Telebras terá 35% da empresa que será constituída, chamada de JVCo. Outros 20% ficarão com um sócio brasileiro – possivelmente, um fundo de investimento – e os 45% restantes serão da espanhola IslaLink Submarine Cables.

As obras devem começar ainda em 2014 e, após iniciadas, a expectativa é que sejam concluídas em até 18 meses. A construção do cabo é considerada estratégica pelo governo brasileiro, para aumentar a segurança das comunicações entre Brasil e Europa.

Atualmente, existe um único cabo ligando o Brasil ao continente europeu, que pertence a um consórcio do qual a Telebras faz parte, mas essa infraestrutura é usada quase que exclusivamente para comunicação de voz (telefonia). Por isso, a troca de dados via internet passa hoje pelos Estados Unidos, país que nos últimos meses tem sido alvo de denúncias de espionagem sobre informações eletrônicas.

Presidente interino
Nesta quarta-feira (15), o analista de sistemas Francisco Ziober Filho assumiu interinamente a presidência da Telebras, no lugar de Caio Bonilha, que renunciou na terça-feira (14). Bonilha, que estava no cargo desde junho de 2011, alegou "motivos pessoais" para deixar o posto.

Durante entrevista em Brasília nesta quarta-feira, Ziober disse que sua prioridade à frente da Telebras será concluir as obras voltadas à Copa – a empresa é responsável pela implantação da rede de fibra óptica que vai ser usada na transmissão das imagens dos jogos. Segundo ele, 75% dos trabalhos já estão prontos.

Outra prioridade, de acordo com Ziober, será a instalação de escritórios regionais da Telebras em Belém, Fortaleza, Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília. O objetivo é aproximar a estatal dos clientes regionais e facilitar o suporte à fiscalização das obras.

A Telebras atua dentro do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), do governo federal, oferecendo capacidade de transmissão de dados via internet para pequenos e médios provedores. Com essa estratégia, o governo espera aumentar a oferta de planos de internet a um custo menor, principalmente no interior do país.

Do G1

Um caça Dassault Mirage III da Força Aérea paquistanesa despenhou-se na província de Punjab (nordeste do país).

Segundo a imprensa local, ambos os pilotos faleceram.
Segundo o porta-voz do Ministério da Defesa paquistanês, o aparelho estava cumprindo um voo de instrução.
O local do sinistro foi cercado pela polícia. A causa do acidente está por averiguar.


O pouso forçado de um helicóptero MH-60 Blackhawk matou um militar americano na noite de quarta-feira na Geórgia, sul dos Estados Unidos, informou nesta quinta o Exército.
O acidente ocorreu às 23H24 local de quarta (02H24 Brasília de quinta), quando um helicóptero das forças especiais "Night Stalkers" realizava um "treinamento de rotina" sobre uma área militar em Hunter, revelou o 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais.
"Um membro dos Night Stalkers morreu e outros dois ficaram feridos no acidente. Os feridos foram levados a um hospital da região".
Uma investigação está em andamento para determinar as circunstâncias do acidente, o terceiro de um helicóptero das Forças Armadas americanas em uma semana.
No dia 8 de janeiro, um helicóptero MH-53 Sea Dragon da Marinha caiu no mar na costa da Virgínia, deixando dois mortos, três feridos e um desaparecido.
Um dia antes, um helicóptero HH-60G Pave Hawk - uma variante do Blackhawk - da Força Aérea caiu durante um voo de treinamento no nordeste da Inglaterra, matando os quatro membros da tripulação.

Do EM

Um vídeo filmado por rebeldes mostra um episódio na guerra civil na Síria. Um helicóptero Mi-17 cai sem parte da cauda e com o rotor principal destruído. O incidente aconteceu em Draya um subúrbio de Damasco, a capital, Síria que segue em guerra civil desde 2011.


By Vinna - Com informações do TeleCinco, Cuatro e Las Provincias

NSA implantou programa de espionagem em 100 mil computadores

Postado por Vinna quinta-feira, janeiro 16, 2014 0 comentários


A Agência de Segurança Nacional (NSA, sigla em inglês) dos Estados Unidos implantou programas de vigilância em quase 100 mil computadores de todo o mundo, informou nesta terça-feira o jornal "New York Times", a partir de documentos revelados pelo ex-técnico da agência, Edward Snowden.


A NSA colocou esses programas tanto em computadores conectados a uma rede como em computadores sem conexão, graças a uma centenária tecnologia adaptada aos tempos modernos: a radiofrequência, cujas ferramentas, normalmente um cartão USB, são instaladas fisicamente por uma pessoa no computador monitorado.
Segundo o "New York Times", entre os alvos mais frequentes de vigilância da NSA através desse sistema estão o Exército da China, as Forças Armadas da Rússia, a Polícia do México e os cartéis do tráfico de drogas, instituições de comércio da União Europeia e países aliados na luta contra o terrorismo como Arábia Saudita, Índia e Paquistão.
Essa versão avançada de radiofrequência, que a NSA utiliza pelo menos desde 2008 e que foi batizada de "Quantum", se baseia em um canal secreto de ondas de rádio que podem ser transmitidas através de cartões USB instalados secretamente nos computadores.
Em alguns casos, a informação é recolhida por uma estação do tamanho de uma maleta que as agências de inteligência podem colocar a milhares de quilômetros do alvo.
A NSA, que se negou a fazer comentários sobre o programa Quantum, garantiu em comunicado que seus "esforços são mais uma defesa ativa" contra os ciberataques estrangeiros do que uma ferramenta ofensiva.
"Nós não usamos nossos serviços de inteligência para roubar segredos comerciais de companhias estrangeiras em benefício das empresas dos EUA e sua competitividade internacional", afirmou a porta-voz da NSA Vanee Vines, segundo o "New York Times".
Por enquanto, não existe nenhuma prova de que a NSA tenha instalado programas de vigilância similares em computadores dos EUA.
A espionagem através da introdução de programas de vigilância em computadores foi uma das práticas criticadas pelo o comitê de especialistas encarregados pelo presidente Barack Obama para analisar os sistemas de espionagem, após o escândalo gerado pelas revelações de Snowden.
Obama anunciará nesta sexta-feira quais as medidas sugeridas pelos especialistas vai adotar na reforma dos sistemas de vigilância da NSA, que lhe renderam um dos maiores desafios de sua Presidência. 

O fantasma da falta de gás natural pode voltar a rondar o País a partir de 2015. Um estudo produzido pelo governo sobre o planejamento da malha de gasodutos aponta para o déficit potencial de 2,5 milhões de metros cúbicos por dia no ano que vem, com a demanda superando a oferta até 2022, pelo menos. 
Esse dado consta na primeira versão do Plano Decenal de Expansão da Malha de Transporte Dutoviário, o Pemat 2013 - 2022, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e pelo Ministério de Minas e Energia (MME). O estudo, divulgado esta semana, mostra que o déficit deve gradativamente crescer até 2018, quando alcançará 12 milhões de metros cúbicos por dia. Ao final do período analisado, em 2022, o déficit de gás cai para 6,2 milhões de metros cúbicos por dia.
O estudo mostra que a demanda potencial por gás saltará de 102,2 milhões de metros cúbicos por dia, em 2013, para 180,4 milhões de metros cúbicos por dia, em 2022, crescimento de 76,8%. Já a oferta de gás deve aumentar 68,2% no período, de 102,3 milhões de metros cúbicos por dia para 172,1 milhões de metros cúbicos por dia. Vale destacar que o governo federal incluiu no lado da oferta os recursos não-descobertos em campos detidos pela União e pelas petrolíferas.
http://4.bp.blogspot.com/-m6qP9F7B-ow/Utc3znLNxYI/AAAAAAABKvI/KYQssuqO-JQ/s1600/gas-natural-producido-por-el-sol.jpg
Para que o déficit ocorra, porém, algumas premissas precisam se concretizar. O governo prevê expansão de 20,4% da demanda não termelétrica (indústrias, residências, comércio e veículos) de 2014 a 2015, de 68 milhões de metros cúbicos por dia para 91,6 milhões de metros cúbicos por dia. Isso parece pouco provável em razão do baixo crescimento da economia brasileira. O estudo considera que 100% das termelétricas estarão operando o ano inteiro, algo improvável mesmo diante das incertezas do setor.
Esse cenário mostra os desafios do governo federal no planejamento do mercado de gás natural no País. A mobilização da EPE e do MME em elaborar uma proposta de expansão dos gasodutos revela a meta de ampliar de oferta de gás, ao propor as alternativas para que o insumo chegue ao mercado consumidor.
O Pemat identificou sete projetos que permitiriam o atendimento da demanda por gás no Pará, Minas Gerais e dos estados da região Sul. Os sete gasodutos somam 4,097 mil quilômetros de extensão, têm capacidade de transporte total de 32,5 milhões de m?/d e exigirão investimentos de R$ 13,62 bilhões.
Hoje, a malha de gasodutos do País soma 9,2 mil quilômetros, muito abaixo da dimensão da rede de países como EUA e China.
O projeto mais significativo é a expansão do trecho sul do gasoduto Brasil - Bolívia, um investimento de R$ 4,6 bilhões e extensão de 1,17 mil quilômetros. Esse gasoduto é altamente aguardado pelas concessionárias do Sul, que há anos pedem aumento na oferta de gás para atender a crescente demanda na região.
Nenhum dos sete projetos, contudo, será levado a licitação neste momento, como prevê a Lei do Gás, de 2009, por não serem viáveis economicamente ou porque não há certeza sobre o volume de gás disponível para ser transportado nos dutos. O Pemat ficará em consulta pública até o dia 26 de fevereiro. Os agentes do setor também podem sugerir a inclusão de projetos no estudo, caso do gasoduto Itaboraí (RJ) - Guapimirim (RJ), proposto pela Petrobras e com capacidade de transportar 17 milhões de de metros cúbicos por dia. O MME promete publicar a versão definitiva do estudo até o final do primeiro trimestre deste ano.


O fantasma da falta de gás natural pode voltar a
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