Os indianos vão terminar voltando atrás e comprando o Gripen!

Mais um avião francês e um americano se juntarão às buscas

O Globo

Um avião de vigilância Awacs (Airborne Warning Control System) francês parte nesta terça-feira para se juntar às buscas, informa a rádio Europe 1. Ele ia decolar as 17h (12h horário de Brasília) da França rumo a Dacar e de lá partir para os trabalhos de busca ao avião Airbus A330 da Air France, que desapareceu no Oceano Atlântico. Será reabastecido no ar por um Boeing C-135 FR para ganhar tempo. Ele se junta a outros dois aviões franceses, o Deux Atlantique 2 e um Falcon 50 da Marinha.

Falcon 50 da Marinha francesa chega a base militar em Natal (RN), para ajudar nas buscas pelo Airbus da Air France desaparecido no oceano Atlântico enquanto seguia do Rio de Janeiro para Paris, na noite de domingo (31) com 228 pessoas a bordo - 59 delas brasileiras. (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

Além disso, mais duas embarcações da Marinha francesa se dirigem para a zona: o TCD Foudre, que estava na costa de Portugal, e a fragata de vigilância Ventôse, que está vindo das Antilhas. Elas chegarão à zona no fim de semana.

A Marinha de Guerra dos EUA também participa e vai enviar um avião de patrulha marítima, o P-3 Orion, para as buscas.

Deux Atlantique 2

AF447: os destroços são uma pista muito séria (Estado-Maior francês)

Da France Presse - Via G1

Os destroços descobertos nesta terça-feira pela Força Aérea Brasileira (FAB) e que podem ser os do Airbus 330 da Air France desaparecido constituem "uma pista muito séria", segundo o Estado-Maior francês ouvido pela AFP.

"O que eles encontraram parece ser uma pista muito séria", declarou o capitão de fragata Christophe Prazuck.

O dispositivo de busca francês, constituído de dois Atlantique 2 e um Falcon 50, deve ser reforçado na quarta-feira por um avião radar Awacs cujo envio foi anunciado pelo primeiro-ministro francês, François Fillon, na Assembleia Nacional.

A Força Aérea Brasileira anunciou a descoberta de "pequenos destroços", a 650 km ao nordeste da Ilha de Fernando de Noronha, mas não confirmou que se trata do Airbus A330 desaparecido com 228 pessoas a bordo.

Dois navios militares franceses, o Ventôse e a Foudre, devem chegar à zona de buscas, respectivamente na sexta-feira e no sábado.

Além disso, a França vai enviar um navio de busca e de exploração submarino, equipado de dois robôs, que vai partir imediatamente para a zona onde teria desaparecido o Airbus da Air France, indicou terça-feira o gabinete do ministro dos Transportes, Jean-Louis Borloo. Estes robôs podem operar até 6.000 metros de profundidade.

Airbus A330-200, matrícula F-GZCE - Foto Internet Flick

'Não há confirmação de vestígios' no mar do Senegal, diz ministro francês

BBC - Via G1

O ministro francês da Defesa, Hervé Morin, declarou na manhã desta terça-feira que não há "nenhuma confirmação" da presença de destroços do avião da Air France na região da costa do Senegal.

Os aviões franceses que realizam buscas na suposta área de desaparecimento do Airbus não encontraram os "pontos laranjas", indicados por um piloto de avião da TAM que sobrevoou o Atlântico.

"A presença de destroços na costa do Senegal é apenas uma hipótese que não está confirmada", disse Morin.

Na manhã desta terça-feira, dois aviões militares franceses retomaram as buscas para tentar localizar o Airbus 330.

"Os aparelhos não confirmam até o momento a presença de pontos luminosos na superfície da água", afirma o ministro dos Transportes, Jean-Louis Borloo.

"O ponto cardinal mencionado não é incoerente, mas no momento continuamos procurando", disse Borloo.

O ministro acrescentou ainda que as autoridades francesas "não acreditam que um simples relâmpago, algo relativamente clássico em aviação, pode ter causado a queda da aeronave".

"Deve ter havido realmente uma sucessão de acontecimentos extraordinários para poder explicar esta situação", disse Borloo à emissora de rádio RTL.

"A corrida contra o relógio começou" para encontrar as duas caixas pretas do avião, que emitem sinais por até 30 dias, acrescentou. Borloo afirmou que elas provavelmente estão em águas profundas.

Segundo o ministro francês, a probabilidade de encontrar sobreviventes a esta altura "é muito, muito pequena, quase inexistente".

Avião radar

Esta tarde, a França envia um avião radar Awacs, com 18 horas de autonomia de voo, para reforçar as operações de busca na suposta zona da catástrofe aérea.

Segundo o porta-voz das Forças Armadas da França, a área de busca é muito vasta e representa "cinco vezes a superfície da França".

"Pode parecer restrito quando se olha em um mapa, mas a área é enorme. Será mais fácil no início procurar visualmente indícios na superfície da água do que ter indicações por radar", afirma Prazuck.

O porta-voz das Forças Armadas disse que seria "surpreendente" não encontrar destroços do avião, mas também afirmou que isso "não é impossível".

O ministro Borloo indicou nesta terça que será organizado o transporte até o local do acidente, quando ele for revelado, para os familiares e pessoas ligadas às vítimas.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, receberá as famílias das vítimas na próxima segunda-feira no Palácio do Eliseu.



Aeronave pertencente à Marinha francesa chega a base militar em Natal (RN), para ajudar nas buscas pelo Airbus da Air France desaparecido no oceano Atlântico enquanto seguia do Rio de Janeiro para Paris, na noite de domingo (31) com 228 pessoas a bordo - 59 delas brasileiras. (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

FAB envia mais aviões para Noronha e aumenta efetivo para buscas Mais de 100 militares estão divididos em três frentes de atuação. Partes metálicas, poltronas e boias foram vistos no Oceano Atlântico.
Glauco Araújo Do G1, em São Paulo

Aeronaves R99 (esquerda) e P95 são usadas pela Força Aérea nas buscas pelo Airbus (Foto: Carla Lyra/G1)

A Aeronáutica enviou, nesta terça-feira (2) mais aviões e aumentou o efetivo de militares no trabalho das buscas pelo Air Bus da Air France desaparecido no caminho entre Rio de Janeiro e Paris, na noite de domingo (31), com 228 pessoas a bordo, sendo 59 brasileiros. Até esta segunda-feira (1º), 100 militares se dividiam em frentes de ações em Natal, Recife e Fernando de Noronha.

Cobertura completa: voo 447

As aeronaves que se encontram nas buscas do voo AF 447 localizaram vestígios e pequenos destroços de uma aeronave no oceano, mas ainda não confirma quem sejam do Airbus desaparecido. Uma aeronave pertencente à Marinha francesa chegou a base militar em Natal (RN).

Central de rádio do Destacamento de Controle de Espaço Aéreo acompanha buscas realizadas em Fernando de Noronha (Foto: Carla Lyra/G1)

Nesta terça-feira, uma aeronave militar decolou de Fernando de Noronha para realização de varreduras com utilização do radar de abertura sintética. O avião identificou materiais metálicos e não metálicos flutuando no oceano, a aproximadamente 650 quilômetros a Nordeste de Fernando de Noronha.

Outras aeronaves da FAB avistaram materiais em dois pontos distantes cerca de 60 quilômetros. Dentre eles, uma poltrona de avião, pequenos pedaços brancos, uma boia laranja, um tambor, além de vestígios de óleo e querosene.


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Fragata Defensora

Marinha diz que direcionou 5 navios para buscas pelo Airbus
Primeira embarcação chega ao local na manhã de quarta-feira. Segundo almirante, navios estão equipados para resgatar destroços.

Do G1, com informações da Globo News A Marinha direcionou, no início da tarde desta terça-feira (2), cinco navios com equipamentos para resgate de sobreviventes para o local onde pilotos da aeronáutica avistaram objetos que podem ser do Airbus 330-200, desaparecido na noite do domingo (31), próximo a Fernando de Noronha (PE), no caminho entre Rio de Janeiro e Paris.

Segundo o almirante Sávio Nogueira, diretor de Comunicação Social da Marinha, três navios saíram de Natal, Maceió e Salvador, na segunda-feira (1º), rumo ao local. Outros dois navios partiram do Rio de Janeiro na manhã.

Nogueira disse que o primeiro navio deve chegar, na manhã da quarta-feira (3), à área onde foram avistados os objetos. Na quinta-feira (4), outros dois navios se juntarão ao primeiro. Os navios, segundo o almirante, estão preparados para o resgate de sobreviventes.

“O resgate é simples. A questão mais difícil, neste caso, é a localização. A marinha dispõe de balsas e mergulhadores em seus navios. Um dos navios, pelo menos, tem um helicóptero à bordo, aumentando a abrangência das buscas em torno do navio. O helicóptero pode ajudar a recolher alguns destroços da água”, disse Nogueira.

A Marinha, de acordo com o almirante, coordena também a ação de três navios mercantes que estão no local próximo aos destroços. Estes navios não avistaram os destroços, mas usam afirmações da aeronáutica para localizá-los.

O almirante afirmou que aeronaves têm feito voos periódicos de manutenção, para acompanhar um possível deslocamento dos destroços pelas correntes marítimas. “Quem está trabalhando nesse local começa a conhecer a corrente e o regime de ventos. Isto proporciona o estabelecimento de um rumo estimado dos destroços na água. O que se quer agora é fazer com que os meios de superfície, ou seja, os navios, cheguem o mais rápido possível para fazer o recolhimento”, disse Nogueira.

Airbus A330-200, matrícula F-GZCE - Foto Internet Flick
FAB diz que achou destroços de avião; Marinha envia 5 navios
Foram vistos poltrona do avião, pequenos pedaços brancos, boia laranja e mancha de óleo na rota do Voo 447

Fonte: Estadão

A Aeronáutica confirmou nesta terça-feira, 2, que encontrou destroços de um avião a 650 quilômetros a nordeste de Fernando de Noronha na rota do Voo 447. Os vestígios podem ser do Airbus da Air France. Cinco navios da marinha foram enviados para a área. "Foram avistados materiais em pontos distantes a cerca de 60 quilômetros um do outro: uma poltrona do avião, pequenos pedaços brancos, uma boia laranja e vestígios de óleo e querosene", afirmou o coronel da Aeronáutica Jorge Amaral, da Força Aérea Brasileira (FAB).

Amaral informou que às 22h35 da última segunda a FAB fez varreduras com uso de radar em área sobre o Oceano Atlântico, a 1.200 quilômetros de Natal, onde teriam sido vistos pontos luminosos, segundo a tripulação de um avião da TAM. Retornos de radar, a partir dessas buscas, teriam detectado materiais metálicos e não metálicos flutuando na região, que seriam destroços de um avião.

Veja o local dos avistamentos:

Às 5h25, foram vistos os materiais: poltrona de avião, boia e manchas de óleo e querosene no mar. "Não podemos confirmar juridicamente, falando que é a aeronave da air France. Porque é necessário que se tire da água uma peça com número de série e identificação para que seja da aeronave da Air France", afirmou Amaral. Ele acrescentou que o Comando da Aeronáutica mantém 10 aeronaves nas ações de busca. Quatro aviões FAB iniciaram o segundo dia de buscas nesta manhã. Além dos aviões da FAB, uma aeronave francesa e outra norte-americana também foram colocadas à disposição.

Um morador do arquipélago de Fernando de Noronha havia afirmado logo cedo ter ouvido, por meio de sua central de rádio amador, informações de que alguns vestígios - manchas de óleo e objetos não identificados - foram encontrados no mar, a 870 quilômetros de Fernando de Noronha, próximo das ilhas São Paulo e São Pedro. Segundo a TV Globo, a conversa era entre oficiais que comandam as buscas aos destroços do Air Bus A-330 200.

A FAB também concentra as buscas em área no Atlântico onde a tripulação de um avião da TAM informou ter visto "pontos laranja" na segunda à noite. Segundo a FAB, a nave da TAM estava a cerca de 10 minutos do espaço aéreo do Brasil e, portanto, sobrevoava o espaço aéreo do Senegal, quando relatou que avistava possíveis chamas sobre o oceano.


Fernando de Noronha
O aeroporto do arquipélago de Fernando de Noronha passou a funcionar a partir de segunda em estado de prontidão. Normalmente, seu funcionamento é das 8 às 20 horas. Mas, diante do desaparecimento, um funcionário permanecerá de plantão e outros 14 poderão ser acionados a qualquer momento, caso haja necessidade.

O gerente de operações do aeroporto, Carlos Gouveia, explicou que, por enquanto, o terminal será utilizado para o abastecimento de aeronaves. Ele poderá se tornar a base dos aviões da FAB apenas se for confirmado que os destroços do Airbus estejam localizados até um raio de 500 quilômetros.

No horário estimado para a posição TASIL (23h20), a aeronave da AIRFRANCE não efetuou o contato rádio previsto com o CINDACTA III, o que foi informado ao Controle DAKAR. A Companhia AIRFRANCE informou ao CINDACTA III, às 08h30 (horário de Brasília), que a aproximadamente 100 quilômetros da posição TASIL, o vôo AFR 447 enviou uma mensagem para a companhia informando problemas técnicos na aeronave (perda de pressurização e falha no sistema elétrico).

Ajuda internacional
A aeronave também é procurada por quatro navios mercantes que circulam por aquela área do Oceano Atlântico. A pedido da Marinha brasileira, os navios mercantes Lexa Maersk, Jo Cedar, Ual Texas e Stolt Inspiration foram contatados via satélite e começaram sua busca.

Um avião da Força Aérea Francesa, o Atlântico 2 trabalha a partir de uma base francesa de Dacar, no Senegal, e faz o sentido contrário da rota do Voo 447, da Air France. Esse avião foi o primeiro do lado europeu a fazer esse percurso após o desaparecimento da aeronave.


Os espanhóis também estão ajudando nas buscas e mandaram um avião da Guarda Civil e um Focker que pertence ao Serviço Aéreo de Resgate da Aeronáutica, com base no arquipélago das Ilhas Canárias. O avião de reconhecimento da Guarda Civil partiu da capital senegalesa, onde participa de um programa de prevenção à imigração ilegal na Europa, informou um porta-voz do Ministério de Interior espanhol. Já o Foker, viaja a Cabo Verde para se juntar à busca pela aeronave da Air France.


O vice-chefe do centro de comunicação social da Aeronáutica, coronel Jorge Amaral, informou que a Força Aérea Americana se colocou à disposição para ajudar nas operações de busca.


Voo 447
O Voo 447 levava 126 homens, 82 mulheres, 7 crianças e um bebê, além dos 12 tripulantes - 3 tripulantes técnicos e 9 comissários. Segundo a companhia, a aeronave entrou em funcionamento em 2005 e recebeu manutenção pela última vez em 16 de abril deste ano. O acidente é o mais grave da história da empresa, caso não sejam encontrados sobreviventes. O avião deveria ter chegado a Paris às 11h (6h, horário Brasília), mas perdeu o contato.

Segundo a relação divulgada pela Air France, dos passageiros do Airbus desaparecido, são 61 franceses e 58 brasileiros. Porém, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que a Polícia Federal apurou que 52 brasileiros estavam no voo - mais tarde alteraram o número para 57 -, e muitos desses passageiros têm dupla nacionalidade - brasileiros com naturalidade francesa e vice-versa -, o que dificulta o trabalho de checagem na lista de passageiros, que está sendo feito com ajuda da Polícia Federal.


Além disso, viajavam 26 alemães, nove italianos, seis suíços, cinco libaneses, quatro húngaros, três eslovacos, três noruegueses, três irlandeses, dois americanos, dois espanhóis, dois marroquinos e dois poloneses. Havia também um cidadão de cada um dos seguintes países: África do Sul, Argentina, Áustria, Bélgica, Canadá, Croácia, Dinamarca, Islândia, Estônia, Gâmbia, Holanda, Filipinas, Romênia, Rússia, Suécia e Turquia. Ainda não há previsão para a divulgação da lista com o nome dos passageiros.


Causas
A investigação das causas do acidente foi entregue ao Escritório de Investigações e Análises para a Segurança da Aviação Civil (BEA), da França. Os motivos para o desaparecimento do Airbus A330 da Air France seguem desconhecidos.

A Air France fez um relato das horas seguintes a sua decolagem do aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro, às 19h (Brasília). Segundo a companhia, o avião atravessou uma zona de tempestades e turbulências fortes que poderiam ter afetado seus circuitos elétricos. Durante o voo, a 1.228 quilômetros de Natal, a aeronave informou perda de pressurização. O diretor de comunicação da companhia, François Brousse, declarou que também é possível que o avião tenha sido atingido por um raio.


Outra possível causa é a condição climática da região onde o avião teria desaparecido. Trata-se da chamada zona de convergência intertropical, onde há a formação de muitas áreas de instabilidade, com raios e tempestades. De acordo com a meteorologista da Climatempo, Fabiana Weykamp, esta hipótese não pode ser descartada, mas ela destaca que esta zona de convergência intertropical é muito conhecida de pilotos e companhias aéreas. Portanto, esta instabilidade da região seria levada em conta no plano de voo da aeronave da Air France.


A falta de explicações para o acidente obrigou o diretor-presidente da Air France, Pierre-Henri Gourgeon, e o ministro da Ecologia e dos Transportes da França, Jean-Louis Borloo, a admitirem, ainda na noite de ontem, que a hipótese de ato terrorista não está sendo ignorada. "Nada pode ser descartado", afirmou Borloo. Embora o Brasil não seja alvo de ações terroristas, a França é, constantemente, objeto de ameaças provenientes de grupos islâmicos extremistas.


Mesma opinião foi manifestada pelo ministro da Defesa francês, Herve Morin. "Não podemos descartar um ato terrorista já que o terrorismo é a maior ameaça às democracias ocidentais, mas nesse momento não temos qualquer elemento indicando que tal ato tenha causado esse acidente", afirmou à rádio Europe 1, segundo a Reuters.

Foto mostra o avião Airbus A330-200, matrícula F-GZCP, que desapareceu nesta segunda-feira (1) sobre o Oceano Atlântico, estacionado no aeroporto George Bush, em Houston, no estado americano do Texas. (Foto: AP)

Veja os contatos feitos pela aeronave:

- 19h30 (horário de Brasília) - a aeronave decolou do Aeroporto do Galeão
- 22h33 (horário de Brasília) - a aeronave realizou o último contato via rádio com o Centro de Controle de Área Atlântico (Cindacta III), na posição INTOL que está localizada a 565 quilômetros de Natal (RN). Neste ponto, a aeronave informou que ingressaria no espaço aéreo de Dakar, a 1.228 quilômetros de Natal, às 23h20 (horário de Brasília).
- 22h48 (horário de Brasília) - a aeronave saiu da cobertura radar do Cindacta III, de Fernando de Noronha. As informações indicavam que a aeronave voava normalmente a 35.000 pés (11 quilômetros) de altitude e a uma velocidade de 453 KT (840 quilômetros por hora).
- 23h20 (horário de Brasília) - este era o horário estimado para o novo contado da aeronave, o que não aconteceu. O Cindacta III informou a falta de contato ao Controle Dakar.
- 02h30 (horário de Brasília), desta segunda-feira (dia 1º), o Salvero Recife acionou os meios de busca da Força Aérea Brasileira (FAB), com uma aeronave C-130 Hércules e uma P-95 Bandeirante de patrulha marítima, além do Esquadrão aeroterrestre de Salvamento (PARASAR).
- 8h30 (horário de Brasília), desta segunda-feira (dia 1º) - a Air France informou ao Cindacta III que a aproximadamente 100 quilômetros da posição Tasil, a 1.228 quilômetros de Natal, o Voo 447 enviou uma mensagem para a companhia informando problemas técnicos na aeronave (perda de pressurização e falha no sistema elétrico).

Veja também:




http://www.defenseindustrydaily.com/images/ELEC_APG-79_AESA_lg.jpg
O APG-79 tem 1.100 TRM. Foi chamado de AN/APG-73 RUG III inicialmente.
A antena é inclinada para cima para diminuir o RCS. O APG-79 tem capacidade multifuncional.


Transferência de tecnologia deve definir seleção de novo caça

Fonte: Valor Econômico - Virgínia Silveira

As empresas que disputam o projeto F-X2 - Boeing, Gripen e Dassault - estão investindo pesado em suas propostas de transferência de tecnologia, já que esse item tem sido priorizado pelo governo brasileiro. A Boeing contratou uma empresa de São José dos Campos para delinear sua estratégia nessa área. A política de liberação de tecnologia pelo governo dos Estados Unidos, segundo a Boeing, avançou muito e um claro exemplo disso foi a inclusão do radar APG-79 AESA na proposta enviada para o projeto F-X2.

"A Boeing e os fornecedores do programa do caça Super Hornet têm receita anual de aproximadamente R$ 1 trilhão. Isso representa imenso potencial industrial para ser dividido na obrigação de transferência tecnológica e industrial com as empresas parceiras no Brasil", afirma o diretor de desenvolvimento de negócios internacionais da Boeing, Michael Coggins

A Gripen afirma que o grande diferencial da sua proposta está na oportunidade de desenvolvimento conjunto de um caça sueco-brasileiro, baseado em uma aeronave consagrada, com mais de 230 unidades em operação no mundo. "O nosso 'offset' está direcionado ao estabelecimento de parcerias estratégicas com a indústria nacional e a transferência de tecnologia através de um trabalho conjunto", ressalta o diretor-geral da Gripen Brasil, Bengt Janér.

O consórcio francês Rafale International do Brasil, integrado pelas empresas Dassault, Snecma e Thales, também aposta no tema das parcerias estratégicas e afirma que sua proposta conta com o aval do governo francês para transferir 100% das tecnologias do Rafale, que é um projeto 100% francês. "No F-X1, nós já oferecíamos importante transferência de tecnologias. Hoje, o enfoque nessa área está ainda mais pronunciado e a capacidade de absorção da indústria brasileira também é maior", explicou o diretor do consórcio, Jean Marc Merialdo.

No dia 4 de maio, a FAB recebeu as ofertas revisadas das empresas participantes do processo de seleção dos novos caças. A entrega das propostas finais, conhecidas no jargão militar como Bafo (Best and Final Offer), está prevista para julho. É nesse momento que as empresas tentam melhorar as propostas e têm a última chance para baixar os preços.

De olho nas oportunidades de desenvolvimento de tecnologias e produtos que o contrato do F-X2 pode proporcionar, a prefeitura de São José dos Campos, o Ciesp e o Centro Para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista (Cecompi) estão organizando ações para promover e orientar as empresas locais com capacidade para participar dos acordos de compensação da Aeronáutica. O município de São José dos Campos concentra mais de 80% das empresas do setor aeroespacial brasileiro.

Para Ozires Silva, ex-presidente da Embraer e hoje reitor do Centro Universitário Monte Serrat (Unimonte), os acordos de compensação não deveriam se tornar a principal alternativa para o país obter novas tecnologias. "Não nego que resultados tenham existido e a própria Embraer se beneficiou de alguns desses programas de contrapartida, mas seus impactos, salvo algumas poucas exceções, são bem menores do que as expectativas ou intenções", afirmou.

Empresários do setor reclamam a falta de um gerenciamento mais eficaz dos acordos de compensação. "É importante a formação de um grupo dedicado dentro do governo para acompanhar o cumprimento dos prazos previstos nos cronogramas firmados nos contratos, inclusive na aplicação de penalidades no caso de não cumprimento", comentou um empresário do setor aeroespacial.

http://www.globalsecurity.org/military/world/brazil/images/at-26-2.jpg
EMBRAER - AT-26 XAVANTE (Aermacchi MB-326)

Silva defende que a compra de caças estrangeiros deveria ser feita pela Embraer. "O grande benefício desse sistema é que a contratante da empresa estrangeira sempre é a empresa nacional, dando-lhe um poder de reivindicar o que necessita muito mais forte do que o do offset.". Silva cita como exemplo a compra e a produção sob licença, pela Embraer, de 112 aeronaves Xavante, nos anos 70.

"Nós contratamos a italiana Aermacchi, selecionada pela FAB, e isso nos permitiu introduzir no contrato pesadas cláusulas de assistência técnica, ajudando a empresa brasileira, que estava dando seus primeiros passos, a acelerar e garantir a qualidade, nível tecnológico e as cadências de produção previstas para o Bandeirante e o Ipanema."

Na opinião do executivo, é natural que existam dúvidas em relação à capacidade da Embraer de participar ativamente do projeto e do desenvolvimento do avião escolhido pela FAB. "Todos os programas da Embraer, desde o Bandeirante, começaram numa atmosfera de dúvida e ela venceu todos os obstáculos. Se não tivesse havido a confiança da FAB, talvez a Embraer nem existisse hoje."

No caso do AMX, segundo ele, a Embraer era uma das contratadas para o programa, dentro do projeto criado em conjunto pela Força Aérea Italiana e a FAB, além das empresas (Embraer e as italianas Alenia e Aermacchi). "O programa AMX foi fundamental para a empresa dar o bem-sucedido salto para os eficientes e competitivos jatos que produz hoje, com aceitação mundial." Nesse caso, segundo Silva, a Embraer já não foi simplesmente uma recipiente de conhecimentos externos, mas também geradora de tecnologias, hoje de sua propriedade.

Segundo o executivo, os americanos, na edição do "Buy American Act", em 1933, obrigaram que as compras de defesa sempre fossem feitas diretamente da empresa nacional e, quando a tecnologia ou produtos inovadores fossem comprados no exterior, teriam que ter um percentual mínimo de participação doméstica, que na época foi fixado em 50%.

Essa lei, de acordo com Silva, foi atualizada em julho de 2006, e o percentual de participação da indústria americana nos contratos aumentou para 75%. "As Forças Armadas americanas investem US$ 12 bilhões por ano em novos projetos, que repercutem no desenvolvimento do país."


Defesa eleva pedidos de compensação em licitações
Forças Armadas: Estratégia é focar na transferência de tecnologia

Fonte: Valor Econômico - Virgínia Silveira

A exigência de acordos de compensações para os contratos de compra de equipamentos de defesa no exterior é uma estratégia que vem ganhando força no governo brasileiro, como instrumento para agregar tecnologia e alavancar exportações. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, tem reforçado esse posicionamento ao afirmar que "a transferência de tecnologia é condição primordial para a compra de equipamentos fora do país".

Os recentes contratos de importação de produtos de defesa também mostram uma postura mais rigorosa do governo no sentido de garantir obtenção de tecnologia de ponta para a indústria brasileira. O acordo com os franceses para a construção do submarino a propulsão nuclear, por exemplo, segundo Jobim, resultará na implantação de um estaleiro e de uma base de submarinos, com incorporação de novas tecnologias para o país. O projeto do submarino está avaliado em € 6 bilhões.

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COUGAR: Compramos 50 da França

Do mesmo modo, a compra de 50 helicópteros militares da França e 12 da Rússia, e o projeto F-X2, que até o mês de agosto definirá a empresa fornecedora dos 36 caças supersônicos de última geração para a Força Aérea Brasileira (FAB), possuem cláusulas de compensação em valor igual ou superior aos contratos negociados. Juntos, esses contratos representam valores superiores a US$ 5,3 bilhões.

A compensação na área de defesa no Brasil - conhecida como "offset" - acontece quando as Forças Armadas de um país fazem um contrato de aquisição no exterior, valor igual ou acima de US$ 5 milhões, e requerem que o país seja compensado nas suas despesas, proporcionalmente ao volume de recursos despendidos na importação.

As contrapartidas comerciais já estão relacionadas hoje a aproximadamente 40% do comércio mundial de bens e serviços. Estima-se que 90% das exigências de "offset" se referem à venda de aeronaves militares. No Brasil, a política e estratégia de compensação comercial, industrial e tecnológica foi aprovada em 2002. Entre as Forças Armadas, a Aeronáutica é a que tem mais experiência nessa área e aplica cláusulas de compensação em contratos de compra de equipamentos desde o início dos anos 90.

Existem várias maneiras de o país comprador exigir tais compensações: treinamento de recursos humanos, co-produção, investimento em capacitação industrial e tecnológica, transferência de tecnologia, contrapartida comercial, produção sob licença, subcontratação. No Brasil, a política de "offset", adotada principalmente pela Aeronáutica, tornou-se um meio para a obtenção de tecnologia, capacitação e aperfeiçoamento do setor aeroespacial.

O presidente da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (Aiab), Walter Bartels, acredita que, em alguns casos, os resultados dos acordos são efetivos, mas na maioria das vezes não existe a transferência da tecnologia que o país comprador almeja. "Uma prova disso é que a própria empresa contratada é quem escolhe as tecnologias que serão oferecidas e não as que o Brasil gostaria de receber." Bartels também critica o fato de o contrato de "offset" não estar atrelado ao contrato principal. "No Brasil, o contrato de compensação é paralelo ao principal, e com isso o país perde um pouco a capacidade de cobrar do fornecedor o cumprimento do acordo", afirma.

O diretor da Aiab também defende que a condução dos contratos de compra de equipamentos de defesa deveria ser feita por uma empresa brasileira. "Nos EUA, as compras no exterior acontecem dessa forma. A Embraer, quando participou, no começo dos anos 90, da concorrência de fornecimento de aviões Tucano, foi obrigada a se associar a uma empresa americana, a Northropp."

Nos últimos quatro anos, o governo brasileiro, por meio da Aeronáutica, conseguiu colocar em prática quatro projetos de compensação considerados estratégicos. Os acordos envolvem a compra de aviões e componentes eletrônicos no exterior avaliados em mais de US$ 1 bilhão. O valor inclui o acordo de compensação em andamento com a empresa israelense Elbit , e as europeias Airbus e Eads-Casa.

Segundo o coronel Sebastião Gilberti Maia Cavali, diretor do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), órgão que assessora o Ministério da Defesa nas negociações de "offset", o acordo de compensação feito para o novo avião presidencial, o Airbus ACJ, avaliado em US$ 56,7 milhões, é o que está em estágio mais avançado, em termos de cumprimento.

"A empresa europeia já realizou 94% das compensações acordadas com a Força Aérea em 2004, entre elas a construção de uma unidade fabril para tratamento de superfícies , a Sopeçaero, e a aquisição de uma fábrica de peças mecanizadas, a Pesola, ambas em São José dos Campos", conta Cavali. A companhia europeia também capacitou a indústria nacional na área de manutenção de turbinas.

F-5M

A empresa israelense Elbit Systems foi selecionada pela FAB para fornecer os sistemas aviônicos da frota de 45 aeronaves F-5. Essa frota está sendo modernizada em conjunto com a Embraer. O programa de modernização, avaliado em US$ 285 milhões, tem hoje 55% das compensações previstas em contrato, realizadas. A principal delas foi a aquisição da empresa gaúcha Aeroeletrônica e a produção no Brasil de todos os sistemas aviônicos do F-5, com o treinamento de mão de obra brasileira nas fábricas da Elbit em Israel.


A Eads-Casa possui dois contratos com a FAB, no valor total de US$ 767 milhões, envolvendo a modernização de nove aviões de patrulha marítima P-3 e fornecimento de 12 aviões de transporte C-295 para missões na Amazônia. O acordo de compensação nesses dois casos, segundo o diretor do IFI, foi iniciado em 2005 e até o momento a empresa realizou 8% do "offset" do P-3 e 3% do CLX.

O percentual do "offset" exigido varia de país para país e pode ir de 30% a 100% do valor do contrato, mas há casos em que os valores ficam acima disso. O acordo de compensação feito pela empresa Eads-Casa com a Aeronáutica, por exemplo, segundo o diretor-geral da Eads no Brasil, Eduardo Marson Ferreira, prevê contrapartida de 120%. "O Brasil se tornou o quarto país no mundo em obrigações de 'offset' do grupo Eads", disse.

A brasileira Atech foi uma das principais beneficiadas do acordo de compensação da Eads-Casa. A empresa enviou uma equipe de engenheiros para a Espanha e, durante um período de três anos, absorveu tecnologia no processo de desenvolvimento e integração de sensores dos sistemas de missão da aeronave P-3. A primeira aeronave com o novo sistema deverá ser entregue em meados deste ano.

As 11 empresas que integram o consórcio HTA (High Technology Aeronautics), fornecedoras do setor aeronáutico, também foram contempladas pelo "offset" oferecido pelo consórcio europeu. As empresas, sediadas em São José dos Campos, se tornaram fornecedoras de peças para aeronaves produzidas pela Eads-Casa na Espanha. As empresas da HTA deixaram de ser apenas mais uma fornecedora da Embraer e passaram a ter reconhecimento internacional, disse um dos diretores do consórcio.

Airbus A330-200, matrícula F-GZCE - Foto Internet Flick

Centro de Comunicação Social da Aeronáutica
NOTA À IMPRENSA 02/06/09 (09H20)
RELATÓRIO DAS BUSCAS DO VOO 447 DA AIR FRANCE

Fonte: CECOMSAER

O Comando da Aeronáutica informa que as aeronaves que se encontram na missão de busca do voo AF 447 localizaram vestígios e pequenos destroços de aeronave no oceano, entretanto ainda não é possível afirmar que pertençam à aeronave desaparecida.

Na madrugada desta terça-feira (02/06), a aeronave R-99 6751 que decolou de Fernando de Noronha-PE às 22h35 (horário de Brasília), para realização de varreduras com utilização do radar de abertura sintética, identificou por volta de 01h00 (horário de Brasília) alguns “retornos” no radar que indicavam materiais metálicos e não metálicos flutuando no oceano. As posições desses “retornos” foram marcadas por coordenadas geográficas e motivaram o replanejamento da busca, concentrando-se, agora, a aproximadamente 650 quilômetros a nordeste de Fernando de Noronha-PE.

Aeronaves C-130 avistaram, por volta de 06h49 (horário de Brasília), materiais em dois pontos distantes cerca de 60 quilômetros. Dentre eles, uma poltrona de avião, pequenos pedaços brancos, uma boia laranja, um tambor, além de vestígios de óleo e querosene.

Por fim, o JustificarComando da Aeronáutica informa que mantém 10 aeronaves disponíveis nas ações de busca e resgate da aeronave.

Veja o local dos avistamentos:

Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

NOTA À IMPRENSA 02/06/09 (00h29)

RELATÓRIO DAS BUSCAS DO VOO 447 DA AIR FRANCE

Fonte: CECOMSAER

O Comando da Aeronáutica informa que, em continuidade às buscas referentes ao voo AFR 447, serão utilizados os meios aéreos e marítimos abaixo relacionados, de acordo o seguinte planejamento:

- 01 aeronave Amazonas (SC-105 2810) pousada em Natal-RN, com previsão de decolagem às 02h50 (horário de Brasília) para realização de buscas;

- 01 aeronave Hércules (C-130 2474) efetuou buscas no dia de hoje na área, sem detectar nenhum indício de localização do voo AFR 447, e pousou em Natal-RN às 22h35 (horário de Brasília);

- 02 aeronaves Hércules (KC-130 2462 e C-130 2466) decolaram do Rio de Janeiro-RJ, com destino a Natal-RN, às 21h00 e 21h40 (horário de Brasília), respectivamente. As três aeronaves C-130 envolvidas na operação decolam de Natal-RN para continuidade das buscas às 03h (horário de Brasília);

http://www.defesanet.com.br/imagens/r99ab.jpg


- 01 aeronave R-99 6751 decolou de Fernando de Noronha-PE às 22h35 (horário de Brasília), com destino à área de busca, para realização de padrões de busca com utilização do radar de abertura sintética, varredura eletrônica nas freqüências de transmissão do localizador de emergência (ELT) e, caso as condições sejam favoráveis, o FLIR (equipamento infravermelho);

- 01 aeronave francesa Falcon 50, pousada em DAKAR, está à disposição do Salvaero para iniciar as buscas no nascer do sol;

- 01 aeronave americana P-3 estará à disposição da coordenação do Salvaero para auxiliar nas buscas a partir de amanhã

http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/IM_aer/bandeirulha_2.jpg

- 01 avião Bandeirante de patrulha marítima (P-95 7100) que realizou a busca no dia de hoje na rota do vôo AFR 447, encontra-se em Fernando de Noronha-PE à disposição da coordenação do Salvaero Recife;

- 01 helicóptero Blackhawk (H-60 8906) disponibilizado para resgate, pousado em Natal-RN;

- 01 aeronave Bandeirante SAR (SC-95 6545) pousado em Natal-RN à disposição do Salvaero Recife;

- 01 helicóptero Super Puma (H-34 8731) disponibilizado para resgate, estima pouso em Natal-RN às 23h (horário de Brasiília);

- 01 navio patrulha “Grajaú” com previsão de chegada à área de busca no dia 03/06/09, às 12h (horário de Brasília);

Corveta Caboclo com 54 anos é utilizada nas buscas
Foto Blog Naval

- 01 Corveta “Caboclo” com previsão de chegada à área de busca no dia 04/06/09, às 15h (horário de Brasília);

- 01 Fragata “Constituição” com previsão de chegada à área de busca no dia 06/06/09, às 05h (horário de Brasília).

O Comando da Aeronáutica ressalta ainda que o relato de uma aeronave da TAM sobre indícios de “pontos luminosos” sobre o mar na rota inversa do voo AFR 447 foi informado pelo Salvaero Recife aos órgãos de busca senegaleses, pois a área se referia ao espaço aéreo de DAKAR. Outrossim, o navio mercante DOUCE FRANCE realizou padrão de busca “quadrado crescente” na área reportada pelo avião da TAM, sem identificar qualquer vestígio do voo AFR 447.

Por fim, o Comando da Aeronáutica informa que permanece com suas equipes de busca e de assessoria de imprensa em prontidão para qualquer nova informação referente ao voo AFR 447.

Airbus A330-200, matrícula F-GZCP - Foto Internet Flick

Airbus francês desaparece no Atlântico

Força Aérea Brasileira inicia operação de busca e salvamento

Area Militar

A companhia aérea francesa Air France anunciou há algumas horas que perdeu completamente o contato com um avião de passageiros Airbus A-330 na rota entre o Rio de Janeiro e Paris.

O voo AF-447 que seguía com 228 passageiros a bordo era esperado por volta das 09:10 da manhã hora de Paris, mas desde as 06:00 que a aeronave tinha deixado de estabelecer contacto com terra.

Considerando a hora de saída da aeronave e o momento a partir do qual deixou de contactar, é de esperar que algo tenha acontecido depois de a aeronave ter saído do espaço aéreo brasileiro.

A Força Aérea Brasileira iniciou de madrugada uma operação de pesquisa a partir da ilha de Fernando de Noronha no Atlântico, utilizando aeronaves C-130 Hercules e aeronaves de patrulha EMB-111 Bandeirante. Fontes francesas consideram que a aeronave pode ter caído numa área que vai do leste de Cabo Verde até à costa de Marrocos.
Uma operação de salvamento foi iniciada, quando a aeronave não contactou a ilha do Sal em Cabo Verde, o ponto seguinte que deveria ser contactado a seguir ao espaço aéreo Brasileiro.

Mapa da área onde a aeronave poderá estar

Outra questão que entretanto surge, tem a ver com o fato de aparentemente não ter havido qualquer pedido de socorro nem a aeronave ter estabelecido contato rádio avisando que estava em dificuldades. Apenas foram emitidos dados técnicos automáticos que avisaram da ocorrência de falha de pressão e de um curto-circuito a bordo da aeronave.

A não existência de radares sobre o mar, leva a que a posição da aeronave Tenha que ser reportada pelo próprio avião, o que deixou de acontecer algures sobre o Atlântico.


Isto leva a que seja muito mais complicado tentar encontrar a aeronave uma vez que não há certeza sobre onde efetivamente a aeronave se encontrava quando deixou de contactar.


Airbus A-330

O A330-200 é um avião relativamente recente e comum em várias linhas aéreas do mundo. É no entanto um avião de apenas dois motores o que reduz a possibilidade de sobrevivência da aeronave se encontrar problemas sobre o oceano.

A aeronave (registo FGZCP) em causa era no entanto muito recente, tendo voado pela primeira vez em 25 de Fevereiro de 2005 e sido entregue à Air France em Abril desse ano

Vários regulamentos internacionais proíbem a utilização de aeronaves com dois motores em viagens muito longas sobre o mar, mas esses regulamentos têm vindo a ser encarados de forma cada vez mais liberal. A distância entre Fernando Noronha (plataforma continental sul americana) e Cabo Verde (plataforma continental africana) é de apenas 2300 km, o que torna a utilização de aeronaves com apenas dois motores viável, dado que os regulamentos exigem que a aeronave não esteja nunca a mais que aproximadamente duas horas de distância de um aeroporto para onde desviar o voo em caso de necessidade


No horário estimado para a posição TASIL (23h20), a aeronave da AIRFRANCE não efetuou o contato rádio previsto com o CINDACTA III, o que foi informado ao Controle DAKAR. A Companhia AIRFRANCE informou ao CINDACTA III, às 08h30 (horário de Brasília), que a aproximadamente 100 quilômetros da posição TASIL, o vôo AFR 447 enviou uma mensagem para a companhia informando problemas técnicos na aeronave (perda de pressurização e falha no sistema elétrico).

Novo balanço da Air France registra 58 brasileiros a bordo do avião desaparecido
Avião com 228 pessoas a bordo sumiu dos radares sobre o Atlântico.
Números sobre a nacionalidade dos passageiros divergem.

Do G1, com informações das agências internacionais e da TV Globo

Novo balanço da companhia Air France dá conta de que há 58 passageiros brasileiros e 61 franceses a bordo do Airbus que ia do Rio de Janeiro a Paris e desapareceu no caminho sobre o Oceano Atlântico.

Cobertura completa: Air France voo 447

Saiba como obter informações sobre o voo

Segundo o site oficial da companhia, também estariam a bordo 1 sul-africano, 26 alemães, 2 norte-americanos, 1 argentino, 1 austríaco, 1 belga, 58 brasileiros, 5 ingleses, 1 canadense, 9 chineses, 1 croata, 2 espanhóis, 4 húngaros, 3 irlandeses, 1 islandês, 9 italianos, 5 libaneses, 2 marroquinos, 1 filipino, 2 poloneses, 1 romeno, 1 russo, 3 eslovacos, 1 dinamarquês, 1 estoniano, 1 gambiano, 1 sueco, 6 suíços, 1 holandês, 3 noruegueses e 1 turco.

A Air France atribui a informação a autoridades brasileiras.

Divergências

Mais cedo, relação divulgada pela Air France no Rio informava que havia 80 passageiros brasileiros no voo AF 447, que tem 228 pessoas a bordo -216 passageiros e 12 tripulantes.

Entre os 12 tripulantes, havia brasileiros e franceses, ainda segundo a empresa. A Polícia Federal do Brasil informou que há 52 brasileiros a bordo -51 passageiros e um tripulante, segundo a Anac.

http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/IM_aer/bandeirulha_2.jpg
P-95 Bandeirulha semelhante a este esta sendo utilizado nas buscas


Marinha manda três navios para área de acidente com Air France
O Globo - Antônio Werneck

A Marinha do Brasil informou na manhã desta segunda-feira que determinou que três navios naveguem em direção à área marítima próxima do Arquipélago de Fernando de Noronha, com a finalidade de apoiar a Força Aérea Brasileira nas buscas ao avião da Air France, que fazia o trajeto Rio de Janeiro-Paris.

Corveta Caboclo com 54 anos é utilizada nas buscas
Foto Blog Naval

Participarão da operação a fragata Constituição, a corveta Caboclo e o navio-patrulha Grajaú. Todos são subordinados, respectivamente, à esquadra brasileira, sediada no Rio de Janeiro, ao Comando do 2º Distrito Naval, sediado em Salvador, e ao Comando do 3º Distrito Naval, sediado em Natal, O navio-patrulha Grajaú já se encontra em deslocamento para o local das buscas, enquanto a fragata Constituição e a corveta Caboclo devem iniciar a viagem, partindo, respectivamente, de Salvador e Maceió, ainda nesta manhã.

A Força Aérea Brasileira coordena as operações e indicou à Marinha um ponto de onde deverá ser iniciada as buscas. O ponto informado pela Força Aérea Brasileira fica a 597 milhas náuticas (cerca de 1.100 Km) de Natal e a 425 milhas náuticas (aproximadamente 770 Km) do Arquipélago de Fernando de Noronha. No caso de incidentes envolvendo aeronaves sobre o mar, a coordenação das operações de busca ficará a cargo da Força Aérea Brasileira, com apoio da Marinha do Brasil.

Foto mostra o avião Airbus A330-200, matrícula F-GZCP, que desapareceu nesta segunda-feira (1) sobre o Oceano Atlântico, estacionado no aeroporto George Bush, em Houston, no estado americano do Texas. (Foto: AP)

Veja a Cronologia dos contatos feitos pela aeronave:

- 19h30 (horário de Brasília) - a aeronave decolou do Aeroporto do Galeão

- 22h33 (horário de Brasília) - a aeronave realizou o último contato via rádio com o Centro de Controle de Área Atlântico (Cindacta III), na posição INTOL que está localizada a 565 quilômetros de Natal (RN). Neste ponto, a aeronave informou que ingressaria no espaço aéreo de Dakar, a 1.228 quilômetros de Natal, às 23h20 (horário de Brasília).

- 22h48 (horário de Brasília) - a aeronave saiu da cobertura radar do Cindacta III, de Fernando de Noronha. As informações indicavam que a aeronave voava normalmente a 35.000 pés (11 quilômetros) de altitude e a uma velocidade de 453 KT (840 quilômetros por hora).

- 23h20 (horário de Brasília) - este era o horário estimado para o novo contado da aeronave, o que não aconteceu. O Cindacta III informou a falta de contato ao Controle Dakar.

- 02h30 (horário de Brasília), desta segunda-feira (dia 1º), o Salvero Recife acionou os meios de busca da Força Aérea Brasileira (FAB), com uma aeronave C-130 Hércules e uma P-95 Bandeirante de patrulha marítima, além do Esquadrão aeroterrestre de Salvamento (PARASAR).

- 8h30 (horário de Brasília), desta segunda-feira (dia 1º) - a Air France informou ao Cindacta III que a aproximadamente 100 quilômetros da posição Tasil, a 1.228 quilômetros de Natal, o voo 447 enviou uma mensagem para a companhia informando problemas técnicos na aeronave (perda de pressurização e falha no sistema elétrico).




Voo 447 pode ter tido problemas em zona intertropical
Esta é uma região com formação de muitas áreas de instabilidade, com raios e tempestades

Cláudia Ribeiro, do estadao.com.br

Uma das possíveis causas para o desaparecimento do Airbus A330 da Air France, que saiu do Rio de Janeiro com destino a Paris, é a condição climática da região onde o avião teria desaparecido. Trata-se da chamada zona de convergência intertropical, onde há a formação de muitas áreas de instabilidade, com raios e tempestades.

De acordo com a meteorologista da Climatempo, Fabiana Weykamp, esta hipótese não pode ser descartada, mas ela destaca que esta zona de convergência intertropical é muito conhecida de pilotos e companhias aéreas. Portanto, esta instabilidade da região seria levada em conta no plano de voo da aeronave da Air France.

Fabiana lembra, contudo, que as fortes chuvas que atingiram Maranhão e Piauí nos últimos dias foram provocadas pela força da zona de convergência intertropical que se formou no norte do País nas últimas semanas. "Esta região tem a convergência de ventos alísios, o que diminui a pressão na região, favorecendo a formação de nuvens carregadas na direção do Equador. Dependendo da época do ano, esta zona de nuvens carregadas oscila acima ou abaixo do Equador", explica.

A meteorologista informa ainda que o topo desta região de instabilidade fica a 10 km do solo. No último contato feito pelo voo 447 da Air France, às 22h48 (horário de Brasília, a aeronave voava normalmente a 35.000 pés (11 quilômetros) de altitude e a uma velocidade de 453 KT (840 quilômetros por hora). O próximo contato deveria ter sido feito às 23h20 com o Cindacta III, o que não aconteceu.

Às 8h30 (horário de Brasília), desta segunda-feira, dia 1º, a Air France informou ao Cindacta III que a aproximadamente 100 quilômetros da posição Tasil, a 1.228 quilômetros de Natal, o voo 447 enviou uma mensagem para a companhia informando problemas técnicos na aeronave (perda de pressurização e falha no sistema elétrico).

Airbus A330-200, matrícula F-GZCP - Foto Internet Flick

Airbus desaparecido mandou mensagem avisando
de pane elétrica, diz Air France


Avião com 228 a bordo sumiu dos radares no Atlântico próximo ao Brasil.
Voo AF 447, que saiu do Rio rumo a Paris, pode ter sido atingido por raio.

Do G1, com informações das agências internacionais e da TV Globo

A companhia Air France informou que o Airbus que sumiu sobre o Oceano Atlântico quando ia do Rio de Janeiro a Paris mandou uma mensagem automática às 2h14 GMT desta segunda-feira (23h14 de domingo em Brasília) avisando sobre uma pane elétrica.

O aviso teria sido mandado depois que o avião comercial, um Airbus 330-200, atravessou uma área de tempestade, em que enfrentou forte turbulência.

François Brousse, diretor de Comunicação da empresa, disse em Paris que a hipótese "mais provável" é que a aeronave tenha sido atingida por um raio.

O diretor-executivo da Air France, Pierre-Henri Gourgeon, disse que possivelmente se está "diante de uma catástrofe aérea".

No horário estimado para a posição TASIL (23h20), a aeronave da AIRFRANCE não efetuou o contato rádio previsto com o CINDACTA III, o que foi informado ao Controle DAKAR. A Companhia AIRFRANCE informou ao CINDACTA III, às 08h30 (horário de Brasília), que a aproximadamente 100 quilômetros da posição TASIL, o vôo AFR 447 enviou uma mensagem para a companhia informando problemas técnicos na aeronave (perda de pressurização e falha no sistema elétrico).

O voo AF 447, que levava 216 passageiros e 12 tripulantes, segundo a empresa deveria ter pousado às 6h10 (horário de Brasília) no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. Anteriormente, a empresa havia informado sobre a presença de 15 tripulantes.

Entre os 216 passageiros, há um bebê, sete crianças, 82 mulheres e 126 homens . A companhia disse que a aeronave estava em uso desde 2005, tinha 18.870 horas de voo e passou por manutenção técnica pela última vez em 16 de abril .


Foto mostra o avião Airbus A330-200, matrícula F-GZCP, que desapareceu nesta segunda-feira (1) sobre o Oceano Atlântico, estacionado no aeroporto George Bush, em Houston, no estado americano do Texas. (Foto: AP)

Os nomes dos passageiros não foram divulgados ainda. O ministério francês do Interior disse que cerca de 60 dos passageiros seriam franceses. A imprensa francesa relata que haveria passageiros de Marrocos, Itália e Líbano.

O comandante, segundo a Air France, tinha 11 mil horas de voo. Os copilotos tinham 3 mil e 6,6 mil.

A Air France colocou à disposição de familiares um telefone que centraliza informações sobre o acidente:


0800 881 2020 para o Brasil
0800 800 812 para a França,
e + 33 1 57 02 10 55 para outros países

Leia nota da Air France sobre o acidente

Saiba como obter informações sobre o acidente

Parentes de passageiros estavam sendo encaminhados para uma área especial do aeroporto Charles de Gaulle.

Leia também: Presidente da Michelin na AL estava no voo, diz empresa

Leia também: No Rio, parentes buscam informações

Leia também: Air France monta sala de atendimento no Tom Jobim e em hotel

A Air France repassou ao Bureau de Investigação e Análises para a Segurança de Aviação civil , organismo responsável na França pelas investigações técnicas sobre acidentes e incidentes da aviação civil, e para a Airbus, fabricante do avião, as informações que tem em seu poder sobre o desaparecimento.

Buscas

O voo fez o último contato via rádio com o Centro de Controle de Área Atlântico (Cindacta III) a 565 km de Natal, informando que entraria no espaço aéreo de Dacar, no Senegal, às 23h20 de Brasília, segundo a Aeronáutica. Às 22h48 (horário de Brasília), quando a aeronave saiu da cobertura do Cindacta, as informações indicavam que a aeronave voava normalmente a 11 quilômetros de altitude e a uma velocidade de 840 quilômetros por hora.

Leia a íntegra da nota da Aeronáutica

Os controles aéreos civis brasileiro, africano, espanhol e francês tentaram estabelecer contato com o voo, mas não obtiveram sucesso.

Três aviões da Força Aérea Brasil e três navios da Marinha já começaram as buscas pelo avião . Segundo o assessor de imprensa da Aeronáutica, coronel Henry Munhoz, as buscas foram iniciadas ao nascer do sol. “Aeronaves da Força Aérea Brasileira, a partir de Fernando de Noronha, no sentido de Paris, buscam a aeronave desaparecida”, disse Munhoz.


Segundo o coronel, o avião não foi detectado nos radares da Ilha do Sal, que fica no meio do caminho entre Brasil e Europa. “Em consequência disso, a Força Aérea Brasileira foi acionada durante a madrugada para que as buscas fossem iniciadas com o nascer do sol.”

O assessor da Aeronáutica explica que o departamento de controle do espaço aéreo tem uma cobertura que corresponde a três vezes a dimensão do Brasil. Boa parte do Oceano Atlântico está sob a responsabilidade do país, de acordo com tratados internacionais. Portanto, as buscas estão a cargo do país.

Uma aeronave militar francês deixou Dacar, no Senegal, para tentar localizar o avião , informou a embaixada da França naquele país africano.

Leia também: Brasil e França investigam juntos, diz Jobim

Leia também: Radioamador ajuda nas buscas

Reprodução/TV Globo
Painel do aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, aponta o voo AF 447 como atrasado. (Foto: Reprodução/TV Globo)

O ministro francês do Desenvolvimento, Jean-Louis Borloo, disse em entrevista à radio France Info que, infelizmente, deve-se esperar pelo "mais trágico cenário", uma vez que a reserva de combustível do avião já deve ter acabado. Ele também descartou a possibilidade de sequestro e disse que o mais provável é que tenha havido um acidente.

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, pediu ao governo que "faça todo o possível" para encontrar pistas do avião, segundo comunicado emitido pelo Palácio do Eliseu. O governo montou uma "célula de crise" no aeroporto para acompanhar o caso.

A Airbus, fabricante do avião, disse que iria esperar mais informações para falar sobre o caso.

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"um submarino nuclear tem muito pouco propósito a não ser que seja visto como parte de um sistema de disparo de armamento nuclear. Sem armas nucleares, é difícil entender" - Cientista indiano Prabir Purkayastha, especialista em sistemas energéticos e energia atômica
“O brasileiro é muito tranquilo. Nós dominamos a tecnologia da energia nuclear, mas ninguém aqui tem uma iniciativa para avançar nisso. Temos que avançar nisso aí. É vantagem? É, até do ponto de vista de dissuasão é"... "Nós temos que nos despertar que o Brasil para ser um país realmente forte tem que avançar nisso aí. Especialmente para fins pacíficos. E mesmo a arma nuclear utilizada como instrumento dissuasório é de grande importância para um país que tem 15 mil quilômetros de fronteiras a oeste e tem um mar territorial e agora esse mar do pré-sal, de 4 milhões de metros quadrados de área”. - Vice-Presidente do Brasil, José Alencar


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“Nós somos contra a proliferação nuclear, nós somos signatários do tratado de não-proliferação [de armas nucleares], mas não podemos renunciar ao conhecimento científico” - Ministro de Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral


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